Seu transdutor está funcionando bem?


High incidence of defective ultrasound transducers in use in routine clinical practice
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Estudo feito na Suécia!
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Methods and results The study comprised a one-time test of 676 transducers from 7 manufacturers which were in daily use in clinical departments at 32 hospitals. They were tested with the Sonora FirstCall Test System; 39.8% exhibited a transducer error. Delamination was detected in 26.5% and break in the cable was detected in 8.4% of the tested transducers. Errors originating from the piezoelectrical elements were unusual. Delamination and short circuit occurred without significant differences between transducers from all tested manufacturers, but the errors break in the cable, weak and dead element showed a statistically significant higher frequency in transducers from certain manufacturers.

Conclusion The high error frequency and the risk for incorrect medical decisions when using a defective transducer indicate an urgent need for increased testing of the transducers in clinical departments.
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Estudo mostra que 40% dos transdutores de serviços médicos na Suécia apresentavam defeito!
E demonstra que esses defeitos levaram a erros de diagnóstico(foto).
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No Brasil, existem milhares de aparelhos muito mais velhos que os da Suécia, sendo usados na rotina.
Qual fatia deles realmente está em ordem?
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Strain, ainda longe da realidade.


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80% dos leitores do blog não têm ou não usam o Strain em sua máquinas.
No congresso de 2009, parecia um método promissor, de uso progressivo e rápido.
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As coisas vão mal na área de máquinas de ecocardiografia.
Fora os portáteis, nenhum avanço parece encantar o executor.
O 3D ainda patina, o contraste sumiu do país, o Strain não agrada como deveria…
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Sabe a única novidade, não tão nova, que realmente veio para ficar?
O modo M anatômico!
É pouco mas é verdade.
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Eleições do DIC. E você com isso?


A leitora Eduarda pede maiores explicações sobre a disputa atual no DIC, já que não participa de perto da eleição.
Por 20 anos, dois grupos de pensamentos diferentes, fizeram um acordo de alternância no poder, tipo política do café com leite, do passado.
A cada 2 anos, um presidente assumia, com diretores dos dois grupos e ia tocando o DEPECO do jeito que dava em uma situação dessas.
Mas as diferenças entre os grupos foram se acentuando, tornando difícil a convivência sem conflitos.
O esquema de alternância era péssimo para o DEPECO, pois não havia continuidade dos projetos, o novo presidente não continuava projetos do anterior.
Esse ano não houve como fazer um acordo, o candidato de “Minas” tem uma taxa de rejeição muito forte.
Aí o racha e a eleição de verdade, disputada por duas chapas.
A chapa do Jorge Assef é mais centrada, têm membros mais conhecidos no cenário nacional e deve fazer uma gestão menos pessoal e mais administrativa.
Mas o que importa mesmo é que agora, eles PRECISAM do associado para se elegerem.
Isso muda tudo. Caso queiram a continuidade do poder, terão que agradar o associado.
Aí voltamos ao ponto básico que havia se perdido, a presidência do DIC não é um prêmio pro ecocardiografista mais bonzinho, ou com currículo mais extenso, ou outros adjetivos pessoais.
A presidência do DIC é para quem atenda aos pedidos dos associados.
Vote e mande no DIC!
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O tempo no fluxo da carótida


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A grande vantagem do modo M sobre o modo B e Doppler comum é a definição clara do tempo.
Veja na foto acima, um modo M color do fluxo na carótida comum.
Notem a divisão nítida do fluxo na sístole (azul) e na diástole (tons de vermelho).
Essa característica sisto-diastólica do fluxo na carótida comum e na interna, seu equilíbrio e evolução com a idade ou com a aterosclerose, falam mais sobre as artérias do paciente do que a própria IMT.
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Continua…

Aspirina ao menor sinal de doença arterial.


AQUI
Aspirin for Prevention of Cardiovascular Events in a General Population Screened for a Low Ankle Brachial Index
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Estudo enorme, com dez anos de duração, testou o uso de aspirina em pacientes com índice de tornozelo/braço menor que 0,95.
Não houve vantagens no uso.
O índice usado é muito bom, barato e fácil. Mas não é a forma mais eficiente de separar, na população, pessoas com aterosclerose acelerada.
Valeu a tentativa, mas deve ter um subgrupo que fez exame das carótidas, ou deveria…
Aterosclerose acelerada se vê ao ultrassom, e as carótidas estão a flor da pele.
Sem radiação e com custo baixo, feita por técnicos em imagem, o exames das carótidas tem tudo para ser o método de escolha desses grandes ensaios clínicos.
Mas o estudo começou em 1998, foi desenhado em 1996. Ainda era cedo para o uso disseminado das carótidas!
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Disfunção diastólica e Perfusão


Left Ventricular Diastolic Function in Type 2 Diabetes Mellitus
Cardiovascular Imaging. 2010;3:24-31
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Methods and Results— A prospective observational study of 305 patients with type 2 diabetes mellitus (diabetes duration, 4.5±5.3 years) referred consecutively to a diabetes clinic were screened for LV systolic and diastolic function by echocardiography. Vascular function was estimated using noninvasive estimation of pulse pressure, carotid arterial compliance, total arterial compliance, and valvulo-arterial impedance. The prevalences of LV diastolic dysfunction and left atrial (LA) volume index >32 mL/m2 were 40% and 32%, respectively. The prevalence of myocardial ischemia on myocardial perfusion scintigraphy was more frequent in patients with grade 2 diastolic dysfunction and LA volume index >32 mL/m2 compared with those having normal or grade 1 diastolic dysfunction (P=0.002) or LA volume index 32 mL/m2 (P<0.001), respectively. Predictors of grade 2 diastolic dysfunction and LA dilation were summed stress score on myocardial perfusion scintigraphy, total arterial compliance, and valvulo-arterial impedance, whereas pulse pressure and carotid arterial compliance were not, after adjusting for age, sex, and diabetes duration. On multivariable modeling, summed stress score (P<0.001) and valvulo-arterial impedance (P=0.027) remained predictors of grade 2 diastolic dysfunction, and only summed stress score (P<0.001) was a predictor of LA dilation.

Conclusions— Thus, our findings support that moderate or severe LV diastolic dysfunction and LA dilation in the early phase of T2DM is closely associated with intrinsic LV dysfunction.
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Em pacientes diabéticos assintomáticos, a prevalência de Disfunção diastólica tipo II e aumento do volume atrial foi de 40% e 32%, respectivamente.
Os dois juntos, foram fortemente associados a alteração da perfusão miocárdica.
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É para isso que serve o ecocardiograma.
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Tradição de chapa única?


“Porém, algo que poucos sabem, é que, em 2008, o Dr. Wilson abriu mão de concorrer com o Dr. José Luiz para não quebrar a tradição de chapa única no Depeco, colocando-se desde então candidato para 2012-13. Por que agora, pessoas que já foram presidentes do Depeco fazem tanta questão de voltar ao poder, quebrando a tradição de chapa única?”
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Carta na íntegra da ex-presidente.
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Leiam a carta acima, é de cair o queixo!
É incrível como a idéia de democracia não existe para muitas pessoas.
Escolher entre vários candidatos então, não pode,quebra a tradição de chapa única.
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Essa vai ser a maior vitória do DEPECO em 20 anos, a possibilidade de escolha.
É tão difícil assim aceitar?!?

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DIC 2012, não é hora para pesquisador, é momento para um ecocardiografista.


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Interessante a carta do Rodrigo.
Fora as intrigas, acho que o momento atual da ecocardiografia exige um presidente, e diretoria, que tenham experiência com serviços particulares bem sucedidos de ecocardiografia.
Saiba do mercado e não tenha pretensões de elitizar o método.
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Alguém que possa, livremente, comprar brigas com as fábricas e convênios.
Um negociador.
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Não é hora para um pesquisador, definitivamente.
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