Strain vascular. A nova moda que vai pegar.

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Methods and results Two-dimensional carotid strain, carotid intima–media thickness (CIMT), stiffness index (β), Peterson’s elastic modulus, and distensibility coefficient were evaluated in 47 patients. For all patients, cardiovascular risk scores were calculated. Peak systolic circumferential strain was significantly correlated with conventional indices of arterial stiffness and with the CIMT. Peak systolic circumferential strain adjusted for pulse pressure was the only parameter that showed a significant difference between the three cardiovascular risk groups in which patients were classified. Two-dimensional carotid strain showed an excellent reproducibility.

Conclusion The two-dimensional strain allows the assessment of carotid arterial mechanics.

Viabilidade se demonstra ao repouso, no Strain.

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Post-systolic shortening was observed in 32 patients (91%), mean −1.9 ± 1.4%. Mean ΔStrain was −3.3 ± 2.9%. After adjustment for baseline systolic function, PSS (β = 0.77, P= 0.022), and angiographic severity were independent predictors of viability by multiple regression analysis.
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Conclusions Post-systolic shortening is associated with improved myocardial function after revascularization in patients with acute MI. It predicts long-term systolic function, and provides information on the potential benefit of the procedure.
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Viabilidade se demonstra ao repouso.
Usando o Strain, ao detectarmos o encurtamento pós sistólico, somos capazes de predizer recuperação do músculo na fase aguda.
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Mais uma pro Strain, na enxurrada de publicações internacionais que mostram claramente o papel da tecnologia na ecocardiografia de ponta.
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Uma placa erguida sobre a areia ou sobre a rocha.

Aqui..
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Histopathological studies demonstrate that vulnerable plaques are generally characterized by a necrotic core and a thin fibrous cap (cap thickness <65 μm).RF-IVUS can visualize and measure the necrotic core, but is unable to visualize such a thin fibrous cap because of its image resolution of approximately 100 μm. Nevertheless, that thin fibrous cap is a defining feature of plaques ‘prone to rupture’. Optical coherence tomography (OCT, Figure 4C) provides images of intimal structures including the accurate visualization of thin fibrous caps (resolution approximately 10 μm). For instance, serial OCT imaging demonstrated a significant increase in fibrous cap thickness during statin therapy. However, OCT is unable to reliably detect a large and deep necrotic core, because its penetrance is limited. Recently, Sawada et al.demonstrated a more effective detection of vulnerable plaques by combined use of the two complementary imaging modalities: OCT plus IVUS.
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Os estudos que buscam comprovar regressão da placa ou da íntima-média por ultrassom em intervenções clínicas podem ter resultados frustantes.
A maioria não foi capaz de demonstrar redução, apenas diminuição na velocidade de progressão.
O que já é bom, dado o caráter crônico e progressivo da doença.
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Mas faltava olhar direito.
Estudos que adicionam o ultrassom coronário com radiofrequência, capazes de analisar a composição da placa, mostram onde está o benefício.
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Há uma mudança na estrutura da placa. elementos de instabilidade são trocados por elementos de estabilidade.
Sem reduzir seu tamanho ou volume, a placa fica mais sólida.
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A essa solidez se dá o nome de Placa Estável.
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Assim deve acontecer com a íntima-média em estudos de regressão com estatinas. A íntima pode não reduzir mas seus elementos internos são trocados por outros , mais estáveis.
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