Insuficiência Aórtica: Diferenciar espera adequada de passagem do ponto.

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AQUI LIVRE

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Background—The decision-making role of exercise echocardiography in the surgical timing for aortic regurgitation remains a matter of debate because of limited data on its link with outcome. The aim of this study was to assess the role of echocardiographic measurements at rest and during exercise as predictors of valve surgery in asymptomatic aortic regurgitation.

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Our study of patients with asymptomatic AR, who were undergoing exercise echocardiography, showed that resting LV dysfunction (global LV strain), resting RV dysfunction (global RV strain), and exercise RV dysfunction (TAPSE) were independent predictors of future aortic valve surgery.

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Quando operar um paciente com insuficiência aórtica pode ser uma questão muito difícil de responder ao repouso.

Esperar por parâmetros clínicos e numéricos com mais de 20 anos de publicação também não é uma boa idéia.

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Hora de pedalar.

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Ecocardiografia é com o Biocor – MG

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Recebemos ecocardiografistas formados em todo o brasil, principalmente para os cursos de Carótidas e Ecoestresse em bicicleta.

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A maioria é bem formada e têm o método na ponta da língua.

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Mas a turma formada no Biocor chama a atenção para a qualidade técnica e teórica!

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Sabe àquele aluno que é só demonstrar uma vez que ele sai fazendo?

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Parabéns aos professores e ao serviço.

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British Echocardiography: Discordância na bivalvulada com coarctação?

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AQUI COMPLETO

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Coarctação da aorta com gradiente máximo ao contínuo de 35 mmhg?

Nesse caso é melhor usar o pulsado pré estenose e avaliar a velocidade pré estenose pois pode vir já acelerado pela aórta bivalvulada.

Lembrem-se que a equação de Bernoulli modificada serve só para casos com V.inicial com valores desprezíveis.

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Esse gradiente pode ser de fato inferior a 20 mmhg…

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Nós, que hoje adoramos a diástole

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Hoje todos nós adoramos a Diástole.

Mas ouve um tempo em que era apenas um intervalo para  enchimento.

A Sístole era tudo!

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Dessa distorção, chegamos ao absurdo de desenvolver softwares de ecoestresse que analisavam apenas a Sístole!

Muitos palestrantes, ativos até hoje, separavam casos com os ciclos cortados para exibir apenas a Sístole.

Forçavam os olhos para analisar espessamento, que era o padrão ouro.

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Nessa insanidade temporária, exames farmacológicos faziam sucesso por terem janelas mais previsíveis e ninguém ligava para aqueles corações batendo “secos”. Afinal, o espessamento era tudo.

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As empresas fabricantes não achavam ruim, pois análise de espessamento precisa de aparelhos mais sofisticados e uma coisa levava a outra, nas vendas.

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Com o tempo descobrimos que a Diástole não era só um “tempo para enchimento”, sendo muito mais importante que isso.

E hoje temos ecocardiografistas famosos como a Rosa Sicari da Europa que afirma categoricamente:

– O espessamento não é um parâmetro confiável para análise isolada da isquemia.

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Nesse tempo, o Ecoestresse com esforço, que analisa um ventrículo cheio na diástole pelo aumento do retorno venoso das bombas musculares,  dominou o mundo.

Vale hoje  a análise global do ventrículo, como sempre deveria ter sido.

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Eleição do DIC 2014 – Samira Morhy

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Uma novidade na presidência do DIC. Alguém da Ecopediatria.

Alguém bem formada e bastante respeitada no meio.

Assume em 2016.

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Eleição com chapa única é bem menos divertida, veja que só 20% dos sócios se envolveram.

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Prova DIC 2014 com alta aprovação é um bom começo!

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Recebi algumas críticas de leitores.

Reclamam do alto índice de aprovação, acima de 70%.

Seria uma queda no rigor seletivo?

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Não é.

Vejam o número de inscritos: 185

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Já mostramos essas contas aqui no blog. 

São formados entre 200 e 300 ecocardiografistas por ano no Brasil.

Seria esperado um números de novos candidatos a cada ano perto de 250.

Outros reprovados, como os 43 de 2014 e chegaríamos a 300 inscritos.

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No DIC, em anos passados, haviam 1200 sócios e só 700 titulados.

Uns 500 ecocardiografistas estariam em busca antiga por um título.

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Por que só 185 inscritos? 

Onde estão os outros 200, 300 ou até 500 ecocardiografistas sem título?

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Estão na penumbra, receosos de uma prova que era impossível, para eles.

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Façam as contas. 70% de aprovação dos 185 mais preparados.

Caso os 500 se candidatassem ao título, os mesmo 136 passariam e a aprovação cairia para 27%

Uma proporção extremamente justa e regulatória.

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Torço para que o novo DIC tenha 500 inscritos para a prova de 2015.

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Recordar com Ana Feijão: PHT pode ser problema

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PHT na medição da área valvular mitral – casos em que o PHT “não deve ser utilizado”:
– Disfunção diastólica (aumenta a gravidade)
– Regurgitação aórtica (diminui a gravidade)
– A seguir a valvuloplastia
– Rampa de desaceleração com traçado côncavo

Recordar com Ana Feijão : Próteses Mecânicas

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– artefactos
– perda de visibilidade da AE no caso de próteses valvulares em posição mitral
– dificuldade na visualização da mobilidade dos discos
– dificuldade na visualização da mobilidade dos folhetos
– reverberações
– dificuldade na visualização dos jactos regurgitantes
– dificuldade na visualização de trombos

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