Os erros nas estimativas de áreas aórticas


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Vejam como pequenos desvios na medida da VSVE podem levar a estimativas muito diversas da área aórtica.

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Seria o caso de passar a medida para a RM?

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http://www.scielo.br/pdf/abc/2012nahead/aop01712.pdf

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Será que o problema não é o padrão ouro usado nos estudos, a fórmula de Gorlin?

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http://www.ahjonline.com/article/0002-8703(51)90002-6/pdf

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Vejam que estimam indiretamente o fluxo:

(débito cardíaco/período sistólico em segundos por minuto)

usam uma constante empírica C

e pressão sistólica na artéria braquial.

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São estudos da década de 50!

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Vejam que o guideline usa e abusa do cálculo arriscado da área valvar aórtica:

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Mas cita estudo que impõe ressalva abaixo:

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Limitations of continuity-equation valve area

The clinical measurement variability for continuity-equation valve area depends on the variability in each of the three measurements, including both the variability in acquiring the data and variability in measuring the recorded data. AS jet and LVOT velocity measurements have a very low intra- and interobserver variability (∼3–4%) both for data recording and measurement in an experienced laboratory.

However, the measurement variability for LVOT diameter ranges from 5% to 8%. (Variação pode levar uma área de 1,1 cm2 a ser calculada como 0,9 cm2)

When LVOT diameter is squared for calculation of CSA, it becomes the greatest potential source of error in the continuity equation. When transthoracic images are not adequate for the measurement of LVOT diameter, TEE measurement is recommended if this information is needed for clinical decision-making.

Accuracy of SV measurements in the outflow tract also assumes laminar flow with a spatially flat profile of flow (e.g. velocity is the same in the centre and at the edge of the flow stream). When subaortic flow velocities are abnormal, for example, with dynamic subaortic obstruction or a subaortic membrane, SV calculations at this site are not accurate. With combined stenosis and regurgitation, high subaortic flow rates may result in a skewed flow profile across the outflow tract that may limit the accuracy. When LVOT velocity must be measured with some distance to annulus due to flow convergence, the velocity profile may no longer be flat but rather skewed with highest velocities present at the septum. Placement of the sample volume in the middle of the LVOT cross-section may nevertheless give a measurement reasonably close to the average. Placement closer to the septum or the mitral anterior leaflet may, however, yield higher or lower measurements, respectively.

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Fica pior quando vamos para os estudos que validaram a equação de continuidade na áorta:

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file:///C:/Users/me00934/Downloads/452.full%20(1).pdf

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Resumindo, não existe razão para confiarmos na equação de continuidade sem o apoio de outros achados de gravidade.

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No mínimo, deveríamos realizar 3 análises separadas em 3 fluxos e 3 imagens diferentes da VSVE e utilizar a média dos achados.

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Sem esquecer da aceleração pré valvar comum na estenose valvar do idosos e usar, sempre, a fórmula de Bernoulli completa (4(Vao²-Vvsve²) .

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