Enquanto o 3D patina, a RM acelera na Insuficiência Mitral

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731718302001

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Conclusion

Echocardiographic parameters of mitral regurgitation as recommended by the ASE had moderate correlations with MRI-RV. The best predictors of MRI-RV were PISA-derived effective regurgitant orifice area, PISA-derived regurgitant volume, left ventricular end-diastolic volume, and the presence of a flail leaflet, suggesting that these parameters should be weighted more heavily than other echocardiographic parameters in the application of the ASE-recommended integrated approach.

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Enquanto a ecocardiografia 3D patina na política dos fabricantes, os mesmo que fabricam RM, a avaliação de valvopatias se desloca para a área de ressonância.

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Baseada em estudos discutíveis, a RM já se coloca como padrão ouro na insuficiência Mitral.

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https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/01.CIR.92.5.1151

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Usar o cateterismo como padrão ouro na comparação de volumes e regurgitação é inapropriado, sendo muito educado.

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Twenty-three subjects (14 women and 9 men 15 to 72 years of age) with (n=17) or without (n=6) mitral regurgitation underwent MRI scanning followed immediately by cardiac catheterization.

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Com um número acima de pacientes estudados, é incrível o nível de publicação alcançado!

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Em 2018, defender o cateterismo em estudo antigo (Originally publishedCirculation. 1995;92:1151–1158) como regra padrão na avaliação de valvopatias despreza anos de publicações do 3D na área.

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