A onda A estava quieta demais!

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14472

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Conclusion

Transmitral A‐wave‐AccT can be used as an early marker in detecting PAF without dilated left atrium.

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É incrível.

Na era do 3D, Strain e Doppler Tecidual, alguém prova o valor da simples medida do tempo de aceleração da onda A no fluxo mitral.

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Não é um marcador de impacto mas é tão fácil de fazer que merece a atenção

Só o Strain global funciona em tudo

The results of this study showed that GAS ( left ventricular global area strain) derived from 3D‐STI was more accurate and sensitive in responding to myocardial damage than other strain parameters and LVEF in the anthracycline cycle of breast cancer patients. Due to its ability to predict subclinical cardiotoxicity associated with chemotherapy and to guide the early initiation of early cardiac protective therapy in the event of significant heart failure, measurement of GAS still has great prospects for clinical application.

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Os resultados deste estudo mostraram que o GAS ( Strain de área global do ventrículo esquerdo) derivado de 3D-STI foi mais preciso e sensível na resposta ao dano do miocárdio do que outros parâmetros de Strain e FEVE no ciclo de antraciclina de pacientes com câncer de mama. Devido à sua capacidade de prever cardiotoxicidade subclínica associada à quimioterapia e orientar o início precoce da terapia protetora cardíaca precoce em caso de insuficiência cardíaca significativa, a medição do GAS ainda tem grandes perspectivas de aplicação clínica.

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14467

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Uma coisa é certa sobre o estudo da deformação miocárdica.

Tudo mudou com os conceitos de camadas e movimentos de torção.

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Então analisar um dano muscular ao repouso, com o GLS, responderia apenas a lesões predominantemente do subendocárdio.

Mas sabemos que a lesão do quimioterápico é transmural!

Então só a analise do Strain global pode ser confiável.

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