3D Handmade



http://workshop.3decho360.com/

Esta é a grande pergunta que precisa ser respondida por um curso de 3D.

Por que precisamos implantar o 3D na nossa rotina de Ecocardiografia?

Não somos o site adequado para responder esta pergunta.

Após um início empolgante com o 3D, sentimos dificuldade para voar mais alto, longe das válvulas e curiosidades raras.

De fato, esta aula pode responder:

Fully automated 3DE quantitation of cardiac chambers: ready for routine clinical application
Roberto M. Lang (Chicago, US)

DAC: Novidades

NÃO usar escore cálcio isoladamente para definir presença de DAC. Essa aqui também já é bem batida. Resumindo, o pcte pode ter escore cálcio nas alturas mas não ter lesão significativa do vaso assim como pode ter escore cálcio de zero e ter uma placa mole, não calcificada, obstruindo 99% do lúmen vascular.

Os europeus já sabem, placas moles são perigosas e têm pouco Cálcio!

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Eco stress com ≥3 segmentos comprometidos

Três ou mais segmentos com isquemia ao Ecoestresse representam uma área de risco significativa e deve avançar na investigação e intervenção.

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Lembrar que a escola europeia há muito tempo não indica teste ergométrico isolado como método de avaliação de dor torácica.

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No Brasil é mais fácil realizar um teste ergométrico sem indicação que um bem indicado, milhares de vezes mais fácil.

Já o Ecoestresse físico é realizado em número mínimo por falta de pessoal treinado.

O que é bem estranho pois a ecocardiografia brasileira é avançada em outras áreas, como 3D, Intervenção e Strain.

Na Europa são bem mais práticos. Só procuram em quem precisa e usam o Ecoestresse físico de maneira adequada.

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Agradeço ao CardioPapers e ao Gabriel pela sugestão de tema.