Volume Atrial em Diabéticos

Changes in left atrial volume in diabetes mellitus: more than diastolic dysfunction?

https://doi.org/10.1093/ehjci/jes084

Conclusion

Diabetes causes LA enlargement that is independent of the effects of coexistent HT and DD. 

Como o Diabetes pode afetar o átrio esquerdo sem ser dependente da disfunção diastólica?

. We examined the relationship between LAVI to age, group (DM and control groups), E/E′ ratio, LVMI, diastolic grade, LVEF, and presence of HT to determine univariate predictors of LAVI. These predictors were entered into a logistic regression analysis (Table 5). In this model, a statistically significant relationship was only present between LAVI and presence of diabetes (P< 0.0001), adjusting for all other covariates including the diastolic grade and presence of HT. The logistic regression model demonstrated a predictive value (power) of 0.88 for the patient group (i.e. presence of diabetes) to LAVI.

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Sabemos que a dilatação atrial depende da transmissão de pressões elevadas na diástole ventricular.

Por que não foi detectada ao Strain e E/e´?

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Pacientes renais crônicos em diálise podem ter elevações nos volumes atriais sem alterações clássicas da diástole ao tecidual.

Encontrado também também em pacientes com insuficiência hepática.

Teria o diabético uma alteração na volemia como sugerem alguns estudos?

https://dx.doi.org/10.4183%2Faeb.2016.19

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Como o ecocardiograma poderia ajudar no diagnóstico?

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O valor do AE em volume

http://www.revportcardiol.org/en-left-atrial-volume-index-can-articulo-S2174204918303556

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LA volume was estimated by the area-length method. LA area and length were measured at end-systole in apical 4- and 2-chamber views, excluding the atrial appendage and pulmonary veins. LA volume was calculated using the formula (A1×A2/L)×8/3π, where A1 and A2 are the LA areas from 4- and 2-chamber views, respectively, and L is the shorter of the two long-axis lengths

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normal LA size was defined as LAVI ≤34 ml/m2, mild dilatation as 35-41 ml/m2, moderate dilatation as 42-48 ml/m2 and severe dilatation as >48 ml/m2.

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However, in this study only moderate and severe LA enlargement and age >75 years were predictors of all-cause mortality and only severe LA enlargement, moderate-to-severe LV systolic dysfunction, LV hypertrophy and moderate mitral regurgitation were independent predictors of both composite endpoints.

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Átrios acima de 28 ml/m2 e abaixo de 34 ml/m2 são normais?

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Provavelmente não.

Mas para capturar o impacto na sobrevida seria necessário um número maior de pacientes e de tempo de acompanhamento.

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Diástole e Trombos

Impact of Diastolic Function Parameters on the Risk for Left Atrial Appendage Thrombus in Patients with Nonvalvular Atrial Fibrillation: A Prospective Study

https://doi.org/10.1016/j.echo.2016.01.014

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Conclusions

This prospective and concomitant evaluation of diastolic function and LAA thrombus in patients with NVAF demonstrates that E/e′ ratio and e′ velocity are associated with LAA thrombus, independent of CHA2DS2-VASc score, and may play a role in identifying patients at low risk for LAA thrombus. These data suggest that diastolic function assessment may improve stroke prediction in patients with NVAF.

Interessante uso da relação E/e´na fibrilação atrial.

Valores acima de 12 realmente estão relacionados a estase e trombos.

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A FAC já é uma disfunção importante quando perde a organização do ritmo sinusal.

Mas pode ser pior.

Ecoestresse Diastólico: A única opção viável para um estudo separar os verdadeiros casos de IC-FEp

Demorou mas chegaram ao Ecoestresse Diastólico

Depois de desperdiçarem milhões com estudos sem separação clara da IC-FEp, de casos com dispnéia de origem não cardíaca, os pesquisadores acordaram para o Ecoestresse Diastólico

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Tão fácil de realizar que nem vamos cobrar a mais na taxa de Ecoestresse!!!

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Desde 2013 chamamos à atenção para o método rápido e de baixo risco.

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Bloqueio do ramo esquerdo é ruim para a Mitral : O Mitralclip do BRE.

Conclusions

Cardiac resynchronization therapy in patients with LBBB and secondary MR results in LV and MV geometric reverse remodeling and decreases MR severity. Extent of baseline MV tethering is independently associated with persistent MR at follow‐up.

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The modified biplane Simpson’s method was used to calculate the LV end‐systolic volume, end‐diastolic volume, and ejection fraction, while the area‐length method was used to obtain the left atrial volume

Left ventricular ejection fraction (%)25 ± 8 Pré32 ± 11 Pós<.001
Mitral regurgitation vena contracta width
(cm)
0.34 ± 0.16
pré
0.28 ± 0.21
pós
.01

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Com os estudos de Strain, descobrimos que o BRE é um desastre para a eficiência efetiva . Em seguida :

Finalmente um uso racional e verdadeiro da ressincronização

Ao demonstrar redução na VC, o método busca um uso realmente interessante para o paciente .

Seria o MitralClip do BRE????

Clinical outcomes

The mean time to last clinical follow‐up was 4.0 ± 1.9 years and was 100% complete. There was a significant reduction in the mean New York Heart Association functional class (2.9 ± 0.6 vs 2.2 ± 1.1) and prevalence of class III or IV symptoms (81% vs 37%), when compared with baseline values (P < .001 for both). During this time period, there were 8 (20%) deaths, with 3 (7%) additional patients undergoing LV assist device implantation, or cardiac transplantation.

https://doi.org/10.1111/echo.14444

Strain normal do AE

https://doi.org/10.1093/ehjci/jey018

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Limitações

First, only half of the patients included in the study were available for LA function analysis indicating that dependency on image quality is one of the main limitations for strain analysis by speckle tracking. Second, the existence of inter-vendor differences in 3D LA volume index and LA SRa was not confirmed by the direct comparison in the same patients. Further study is warranted to investigate the cause of the inter-vendor differences.

Google T = Primeiro, apenas metade dos pacientes incluídos no estudo estava disponível para análise de função do AE, indicando que a dependência da qualidade de imagem é uma das principais limitações para a análise de deformação por rastreamento de speckle. Segundo, a existência de diferenças entre os fornecedores no índice de volume 3D LA e LA SRa não foi confirmada pela comparação direta nos mesmos pacientes. Mais estudos são necessários para investigar a causa das diferenças entre os fornecedores.

Não é questão apenas do tipo de máquina, as imagens são dificeis!!!

Ano 2018 na ecocardiografia da Europa

https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/20/8/858/5519999

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Strain data are encouraged by several studies despite the fact that we miss strong evidence that might change the treatment. Twist, torsion, and strain have been reported as more reduced in heart failure patients compared with controls. Torsion and twist are significantly lower in patients with non-ischaemic compared with ischaemic cardiomyopathies, despite similar volumetric dimensions, circumferential and longitudinal strain parameters, and LVEF. These torsion and rotation patterns could be considered more carefully in future studies for best characterizing the LV dysfunction according to the aetiology. The additive value of strain data in diabetic patients has been reported and will probably be recommended in the future for the assessment of the myocardium of diabetic patients .

Estudo do Strain chegando às aplicações clínicas

IC com ventriculo bom? Ecocardiografia plena nele

PowerPoint Presentation

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https://doi.org/10.1016/j.hfc.2018.12.004

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Existe ventrículo bom na verdadeira IC?

Provavelmente não.

Ainda mais agora que sabemos que nem na Estenose Mitral o VE está bom!

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1a

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PowerPoint Presentation

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Escore de probabilidade usa 2 medidas de ecocardiografia ao repouso!

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A crítica ao uso do Ecoestresse Físico foi baseada em um único estudo em bicicleta supina e cateterização. 

Apesar dos méritos do estudo, não sabemos o efeito da posição supina no retorno venoso e sua influência nas onda E e e´, já que exercício aeróbico deitado não é fisiológico na espécia humana!

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Mas o resumo é esse: Ecocardiografia plena na ICpFE

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