Volume atrial é obrigação, índice de expansão do volume atrial é avanço.

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https://www.internationaljournalofcardiology.com/article/S0167-5273(18)30020-2/pdf

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5. Conclusion
LAEF and LAi independently predicted incident AF following STEMI
and added incremental prognostic information in addition to established
predictors of AF. Maximal LA volume was not an independent predictor of
incident AF after multivariable adjustment

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Incrível como uma medida simples e fácil de obter, pode ser tão útil.

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Reforça a idéia da fibrilação atrial como resultado de átrios disfuncionantes, com fibrose avançada.

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Perdemos muito tempo com o tamanho do átrio.

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Para descobrir que a função é mais importante ainda.

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Fluxo coronário e as lâminas do miocárdio vistas ao Speckle Tracking

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Wave Intensity Analysis in the Human Coronary Circulation in Health and Disease

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3968589/

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Em todas as artérias, o fluxo sanguíneo ocorre ao longo de um gradiente de pressão. Nas artérias sistêmicas, esse gradiente de pressão é geralmente gerado na extremidade proximal (aórtica) do vaso, levando o sangue para o leito capilar. A circulação coronariana, no entanto, oferece uma exceção, onde flutuações na pressão não apenas se originam na extremidade proximal do vaso, mas também se originam na extremidade distal (microcirculatória) do vaso [1]. Essas alterações de pressão originárias distais são ativamente geradas pela compressão e descompressão da microvasculatura, que fazem com que a forma de onda da velocidade de fluxo na artéria coronária seja muito diferente daquela de uma artéria sistêmica, como a aorta (Fig. 1).

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Leiam agora:

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A aceleração do fluxo sanguíneo durante este período, em face da queda da pressão, pode, portanto, ser devida apenas a uma onda originária do vaso distal, criando um efeito de sucção que acelera o fluxo sanguíneo para a microcirculação

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A contribuição do camada subendocárdica em seu Strain longirtudinal (70%) ao repouso ainda não foi determinada em seu mecanismo de gerar sucção. Sem sucção o fluxo coronária pode ser diminuído, reduzindo ainda mais a oferta de sangue à uma área já isquêmica. 

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Isquemia nas lâminas, individualmente, pode gerar menor sucção e mais isquemia.

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Aí pode estar a chave do gradiente de Strain entre as lâminas cardíacas e a determinação de coronariopatia ao repouso.

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Quem tem Eco não precisa BNP?

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1875213609003234?via%3Dihub

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Conclusion

BNP is influenced by age in stable patients with preserved systolic function and should be interpreted cautiously. LAVi is a powerful surrogate for invasively determined left ventricular end-diastolic pressure regardless of age and mitral filling.

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Vai solicitar um ecocardiograma?

Então não precisa de BNP

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Podemos confiar no ecocardiograma na fibrilação atrial?

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Is echocardiography valid and reproducible in patients with atrial fibrillation? A systematic review

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https://academic.oup.com/europace/article/19/9/1427/3109214

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  • The new 2016 ESC Guidelines on AF recommend echocardiography in all AF patients to guide management (I C).
  • In this systematic review, data on the validity and reproducibility of systolic indices in AF patients were extremely limited; the best measure of systolic function and acquisition method in AF are priorities for future research.
  • Diastolic parameters in AF have been validated against invasive filling pressure with adequate reproducibility. Elevated E/e’ (>15) is also associated with functional capacity, quality of life, and impaired prognosis.
  • Measurement of systolic and diastolic function in AF is optimized when the two preceding cardiac cycles have similar RR-intervals and the heart rate is controlled (<100 beats/min).

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Fibrilação atrial crônica derruba qualquer ecocardiografista.

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Erros comuns:

Subestimar a fração de ejeção

Superestimar o refluxo mitral

Confundir o grau de disfunção diastólica

Superestimar a pressão pulmonar

Detectar alterações segmentares irreais

Superestimar a estenose mitral

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Só mesmo os conselhos do texto acima podem ajudar.

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Paciência ajuda, repetir as medidas por 5 vezes em 5 imagens diferentes.

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Avaliar envelopes de Doppler curtos e longos.

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Descontar as alterações superestimadas de estenose  em casos de alta resposta ventricular

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Volume Atrial Automático

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Na esteira do cálculo de Simpson automático, estamos testando o volume automático do átrio esquerdo.

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Exige um bom corte de 4C e 2C, como o método manual.

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Cortes ruins geram cálculos ruins.

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Mas funciona bem na maioria dos casos.

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Como todos os laudos comuns de ecocardiografia são esperados, atualmente, com Simpson e Volume atrial indexado, o Affiniti 70 economiza um passo ao executar a medida semi-automática do volume atrial nos clipes guardados para o Simpson.

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Estamos testando o tempo de exame e está ficando bem parecido com o do ecocardiograma básico.

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Tudo isso enquanto o 3D definitivo não vem.

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Vórtices: Chegando de verdade

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13732/full

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he aim was to analyze left ventricular (LV) fluid dynamics in dilated cardiomyopathy (DCM) by using echocardiographic particle image velocimetry (E-PIV).

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Conclusion

E-PIV can effectively and quantitatively evaluate LV fluid dynamics in patients with DCM. LV fluid dynamics and LV systolic function interact with and affect each other

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A vortex is formed when blood flow impacts the mitral valve.[5] It allows smooth redirection of flow toward the left ventricular outflow tract (LVOT) during systole, which can prevent excessive velocity gradient and reduce excessive impact on the left ventricular (LV) wall. In addition, a vortex produces a kinetic energy reservoir, which facilitates the propulsion of blood during systole.[6] A vortex can possess kinetic energy and avoid excessive dissipation of energy by limiting flow separation and instability.[7] This increases cardiac efficiency by maintaining the momentum of inflowing blood during diastole, thereby facilitating the systolic ejection of blood into the LVOT.[8-10] In the early filling period, the high-speed blood flow in the mitral valve orifice possesses great kinetic energy. With vortex occurring, the kinetic energy is converted into potential energy in the vortex, and then the potential energy in vortex is transformed into kinetic energy during the ejection period. Thus, the vortex produces a kinetic energy reservoir, enhancing the velocity of blood flow in the LVOT, thereby facilitating the propulsion of blood during systole and avoiding considerable losses of kinetic energy. The contribution of maladaptive fluid mechanics to cardiac inefficiency and its participation in the modulation toward phenotypic patterns of heart failure are increasingly being recognized.[11] Therefore, LV fluid dynamics needs to be elucidated.

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“Google”

Um vórtice é formado quando o fluxo sanguíneo afeta a válvula mitral.
 [5] Permite o redirecionamento suave do fluxo em direção ao trato de saída
 do ventrículo esquerdo (LVOT) durante a sístole, o que pode evitar o
 gradiente de velocidade excessivo e reduzir o impacto excessivo na
 parede do ventrículo esquerdo (LV). Além disso, um vórtice produz
 um reservatório de energia cinética, o que facilita a propulsão do 
sangue durante a sístole. [6] Um vórtice pode possuir energia cinética
 e evitar a dissipação excessiva de energia, limitando a separação e a 
instabilidade do fluxo. [7] Isso aumenta a eficiência cardíaca, mantendo 
o impulso de fluxo de sangue durante a diástole, facilitando assim a 
ejeção sistólica do sangue para o LVOT. [8-10] 
No período de enchimento inicial, o fluxo sanguíneo de alta velocidade 
no orifício da válvula mitral possui uma grande cinética energia. 
Com o vórtice ocorrendo, a energia cinética é convertida em energia 
potencial no vórtice, e então a energia potencial no vórtice é transformada
 em energia cinética durante o período de ejeção. Assim, o vórtice produz
 um reservatório de energia cinética, aumentando a velocidade do fluxo
 sanguíneo no LVOT, facilitando assim a propulsão do sangue durante a 
sístole e evitando perdas consideráveis ​​de energia cinética. 
A contribuição da mecânica de fluidos inadequados para a ineficiência 
cardíaca e sua participação na modulação em relação aos padrões
 fenotípicos de insuficiência cardíaca são cada vez mais reconhecidas. 
[11] Portanto, a dinâmica dos fluidos LV precisa ser esclarecida.