Regurgitação Mitral: O papel das cordoalhas

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Aula muito boa que interroga a plastia do anel em favorecimento ao papel das cordoalhas.

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Hoje entendemos porque cortar as cordoalhas é ruim.

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Os estudos de Strain com as rotações ventriculares apontam uma relação produtiva com as cordoalhas e anel mitral.

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Veja na figura abaixo como a tensão muscular nos braços revela a intensa força aplicada também nos membros superiores , similar à aplicada aos membros inferiores.

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Leg-Press-Modelos

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Parece que o músculo cardíaco “agarra” o anel mitral e o traciona em direção ao ápice, enquanto gera o movimento do sangue em direção a aorta.

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Assim, as cordoalhas têm importante papel na dinâmica das cúspides mas também na dinâmica ventricular.

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Roberto e o 3D

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X16301474?via%3Dihub

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Ahead of future consensus statements on echocardiography education/training and guidelines we propose the following:

1.

3D echocardiography should be included as an integral part of future advanced training statements in level III echocardiography.

Só no nível III? Então vai aprender 2D completamente antes de iniciar o 3D?

 

2.

Competency in 3D echocardiography should be specifically detailed in training statements.

A separação entre as habilidades 2D e 3D ainda serão estimuladas?

 

3.

Future generations of echocardiography laboratory directors should be proficient in all aspects of 3D transthoracic and transesophageal echocardiography, including acquisition, manipulation, interpretation, and analysis of datasets.

Aí sim, todos devem dominar o 3D. E o futuro deve ser 2018.

 

4.

Current laboratory directors without competency in 3D imaging should strongly consider gaining experience through continuing medical education initiatives.

Esta sugestão eu quero ver acontecer. O maior obstáculo ao 3D é o ecocardiografista que domina há anos o 2D!!!

 

5.

Level III echocardiographers and laboratory directors should actively work to ensure 3D echocardiography is incorporated across the country.

A divisão de níveis não favorece o 3D. Vai funcionar como um limitante  aos grandes centros, como acontece com as microbolhas.

O 3D precisa ir pelo mesmo caminho do Speckle Tracking , qualquer um pode usar .

 

Parado! Estamos filmando.

Resultado de imagem para echocardiography torsion

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Resultado de imagem para echocardiography torsion

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https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11886-015-0568-x

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O que fazer com o conhecimento da torção ventricular?

Sabendo que a principal é a torção, sendo o encurtamento e espessamentos secundários, como acreditar no Strain Longitudinal?

Os conceitos estão mudando tão rapidamente que percebemos que o filme de um ciclo cardíaco em 4C não está analisando o mesmo segmento miocárdio do repouso, pois a rotação vai de 5 a 20 Graus.

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O que vemos como base lateral veio da basal anterior e apical lateral deve ser completamente apical inferior?

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Basal Septal pode ser a basal inferior, em parte?

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Resultado de imagem para echocardiography strain longitudinal

Microscopia com Strain

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https://link.springer.com/article/10.1007/s10554-016-1022-x

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The accuracies were acceptable (71–80%) with modest sensitivities (54–65%) and high specificities (80–91%). The deformation response to vasodilator infusion was associated with the presence of CAD. Endocardial, midventricular and epicardial GLS and AFI from adenosine SE had similar diagnostic values. The specificities were high, but the modest sensitivities are a limitation to the clinical application.

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Vejam como a deformação longitudinal não responde adequadamente em isquêmicos.

O curioso é que sempre apontamos a região subendocárdica como a mais afetada por isquemia coronária.

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Sendo assim, deveria afetar a deformação da região subendocárdica e nem sempre afetar a subepicárdica.

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Pode ser a falta de acuidade do método, que não é microscópico.

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Esta abordagem em laminas foi explorada por Thor mas sem continuidade. Não captamos o motivo da desistência dele.

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O que sabemos é que o miocárdio torce e o espessamento ou encurtamento é secundário.

E em se tratando de contração, são vários vetores de deslocamento que não cabem na análise longitudinal.

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Mas a linha de pesquisa é fascinante.

Deveriam optar por esforço ou no mínimo, dobutamina, para uma avaliação mais sensível da deformação.

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O que Strain têm a ver com válvulas?

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13236/full

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Aortic Valve Disease and Vascular Mechanics: Two-Dimensional Speckle Tracking Echocardiographic Analysis

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Conclusions

Quantitative measures of aortic mechanics were lower for AS patients, suggesting a more significant derangement of aortic elastic properties. In the context of AVD, vascular mechanics assessment proved useful in gauging clinical prognosis.

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A doença valvar é uma doença do coração. De todos os componentes.

Analisar a Válvula em separado, sempre foi e sempre será um erro.

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