Profilaxia de Endocardite, que confusão!


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Cardiologist Dr Bernard Prendergast (John Radcliffe Hospital, Oxford, UK), is an expert on endocarditis who has recently written two editorials on this subject [1,2] and has found himself labeled as a “voice of reason” in the midst of this storm. In an interview with heartwire, Prendergast explains that the present situation is untenable: “There is a major need to bring all these diverging views together, because otherwise a conflicting and confusing message occurs, which is unhelpful for practitioners and patients.”

He believes the scientific evidence for the use of antibiotics to prevent endocarditis is weak and that new guidelines indicating that no one needs antibiotics any longer make things much simpler. However, he admits to still having some reservations about omitting prophylaxis in patients at higher risk of endocarditis.

Google translate”cardiologista Dr. Bernard (John Radcliffe Hospital, Oxford, Reino Unido), é um expert em endocardite, que teve recentemente dois editoriais escritos sobre este tema [1,2] e tem-se encontrado rotulada como uma “voz da razão” em meio a este tempestade. Em uma entrevista com heartwire, Prendergast explica que a actual situação é insustentável: “Há uma grande necessidade de aproximar todas estas opiniões divergentes em conjunto, pois caso contrário uma mensagem confusa e conflitante ocorre, o que é pouco vantajoso para os profissionais e pacientes.”

Ele acredita que a evidência científica para a utilização de antibióticos para a prevenção de endocardite é fraco e que as novas orientações que indica que não tem um antibióticos por mais tempo tornam as coisas mais simples. No entanto, ele admite que ainda tenha algumas reservas quanto omitindo profilaxia em pacientes com maior risco de endocardite.”

Ecocardiografia não é fotografia


Evolving Concepts of Cardiac Valve Dynamics
The Continuum of Development, Functional Structure, Pathobiology, and Tissue Engineering
Frederick J. Schoen, MD, PhD
Circulation. 2008;118:1864-1880
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Fazemos tantos ecos que chegamos a acreditar que estamos “vendo” as valvas.
Engano claramente demonstrado quando realmente vemos uma foto.
Esse artigo é brilhante, serve para aparelhos e ecocardiografistas dos próximos 20 anos.

Comprar aparelho de ecocardiografia…


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Estou acompanhando a enquete sobre compra de aparelhos.
Em 1998-2000, estava com uma clínica recém instalada quando veio o recessão da época.
Parece que foi menor do que a que virá…
Simplesmente, o volume de convênios caiu 30% em 3 meses. Fábricas fecharam ou mudaram para planos de saúde bem ruins.
Estava com um aparelho já quitado, puxei uma cadeira, sentei e esperei.
Sem mudar nada, apenas reduzi custos de funcionários.
Após 1 ano, tudo voltou ao normal, nosso serviço era conhecido.
Saimos dos 1200 atendimentos para 3000.
O que eu aprendi?
Em épocas de crise, recolha um pouco as velas, mas não deixe de avançar!
Não dá para um aparelho novo? A febre dos novos passou?
Compre um semi-novo e vá tocando seu serviço.
Quando esquentar de novo, quem já têm um serviço rodando, vai sair na frente.

COM AS DUAS MÃOS!


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Quase metade dos leitores votantes no blog são capazes de fazer exames com as duas mãos!
Essa característica, permite o exame em qualquer ambiente e facilita o aprendizado de Doppler de Carótidas.
Prefiro fazer com a esquerda, sou mais rápido.
Vejo que o lado predominante agora também é o esquerdo, o contrário do passado.

RELAÇÃO DO BRAÇO COM A HIPERTROFIA VENTRICULAR

Hypertension Research
Vol. 31 (2008) , No. 6 June 1177-1183
[PDF (64K)] [References] [Supplementary Materials]

Upper Arm Circumference Is an Independent Predictor of Left Ventricular Concentric Hypertrophy in Hypertensive Women
José A. PIO-MAGALHÃES1), Marília CORNÉLIO1), Cid A. LEME, Jr.2), José R. MATOS-SOUZA2), Célia R. GARLIPP3), Maria C.J. GALLANI1), Roberta C. RODRIGUES1), Kleber G. FRANCHINI2) and Wilson NADRUZ, Jr.2)
1) Department of Nursing, School of Medicine, State University of Campinas
2) Department of Internal Medicine, School of Medicine, State University of Campinas
3) Department of Clinical Pathology, School of Medicine, State University of Campinas
(Received December 12, 2007)
(Accepted February 4, 2008)

Upper arm circumference (UAC) measurement is necessary for the proper sizing of cuffs and is recommended for accurate blood pressure (BP) assessment. The aim of this report is to identify and quantify the relationships between UAC and the usual anthropometric measurements of body fat distribution and cardiac structure in hypertensive subjects. We evaluated 339 patients (202 women and 137 men) by medical history, physical examination, anthropometry, metabolic and inflammatory parameters, and echocardiography. Partial correlation analyses adjusted for age and body mass index revealed that anthropometric variables were significantly associated with echocardiographic parameters exclusively in women. In this regard, UAC correlated with interventricular septum thickness, posterior wall thickness, and relative wall thickness ≥0.45, while waist circumference was related to left cardiac chamber diameter. Multivariate analyses including age, body mass index, systolic BP, homeostasis model assessment index, and use of antihypertensive medications demonstrated that UAC was an independent predictor of left ventricular wall thickness and concentric hypertrophy in women. Further linear regression analyses revealed that waist circumference was an independent predictor of left ventricular end-diastolic and left atrial diameters in this gender. Overall, these findings suggest that UAC determination might serve not only as a routine approach preceding BP evaluation but also as a simple and feasible predictor of adverse LV remodeling in hypertensive women. (Hypertens Res 2008; 31: 1177−1183)

SABER A ESPESSURA DA CARÓTIDA É BOM PRO PACIENTE


Ultrasound Detection of Increased Carotid Intima-Media Thickness and Carotid Plaque in an Office Practice Setting: Does It Affect Physician Behavior or Patient Motivation?

JASE Volume 21(10), October 2008, p 1156–1162
Results:: There were 253 subjects (mean age, 58.1 ± 6.6 years). When increased CIMT or carotid plaque was detected, physicians were more likely to prescribe aspirin and lipid-lowering therapy (P < .001). Subjects were more likely to report increases in plans to take cholesterol-lowering medication (P = .002) and the perceived likelihood of having or developing heart disease (P = .004).

Conclusions:: Findings from office-based carotid ultrasound studies can influence physicians’ prescriptions of evidence-based interventions. Patients with abnormal ultrasound findings recognize their increased cardiovascular risk and plan to take cholesterol-lowering medication.