Richard, do Definty, dizendo adeus?


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Recebi uma mensagem de adeus do Richard, do finado Definity. Achei engraçado!
O contraste de microbolhas não é o Definty, é uma modalidade de imagem!
Vai embora com o Levovyst e outros que não souberem atuar no Brasil.
O contraste, modalidade, ferramento de diagnóstico, esse ficará. Por enquanto restrito a serviços que cozinham o PESDA.
Será que não é hora do Sonovue desembarcar no Brasil?

Sonovue?

Uma realidade bem diferente da nossa


What’s Wrong with Digital Echocardiography?
Digital imaging echocardiography has had one other notable effect on the practice of echocardiography. When most echo labs recorded images on videotape, sonographers and physicians typically met around the echo review workstation. This was the echo lab’s equivalent of the “water cooler”. Sonographers would use the workstation’s video recorder to rewind tapes for physician review; physicians would use the recorder for study playback and interpretation. Now, image management is centered on the “server”, the large computer on which images are stored and from which they are retrieved for review. As a sonographer colleague recently put it, “my job is to be sure that all of the studies have been transferred to the server before my bus leaves”. The physician interpreter will then call up the study images on a computer or workstation – perhaps in the echo laboratory, perhaps on a hospital ward, perhaps from his/her home. Increasingly, I fear, study review and interpretation is done without sonographer input. Unfortunately, this is not ideal for either the physician or the sonographer, since each benefits greatly from the other’s input. While it is possible for the sonographer to add labels to the digital images, this does not substitute for direct communication between examiner and interpreter, and it misses the opportunity for both to learn from interacting.
Use o tradutor no canto superior da página
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No Brasil, nós fazemos o exames, conversamos com os pacientes e tiramos nossas impressões em tempo real.
Sem dúvida, melhor para o paciente e seu médico assistente. Concordam?

Vai um Ecocardio aí? Vai muito bem para o paciente


Comparison of Hand-Carried Ultrasound Assessment of the Inferior Vena Cava and N-Terminal Pro-Brain Natriuretic Peptide for Predicting Readmission After Hospitalization for Acute Decompensated Heart Failure
J Am Coll Cardiol Img, 2008; 1:595-601
Patients who required repeat hospitalization had a larger IVC size on admission as well as at discharge. In addition, patients who were readmitted had persistently plethoric IVCs(Veia cava inferior) with lower IVC collapsibility indexes. At discharge, only serum sodium, log-transformed BNP, IVC size, and collapsibility were statistically significant predictors of readmission.
Conclusions: This study confirms that, once hospitalized, patients with CHF frequently are readmitted. Bedside evaluation of the IVC with a HCU device at the time of admission and discharge, as well as pre-discharge BNP, identified patients admitted with ADHF who were more likely to be readmitted to the hospital.
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Os pacientes que necessitaram repeti internação havia um tamanho maior IVC sobre a admissão, bem como na alta. Além disso, pacientes que haviam sido readmitidos persistentemente pletórico IVCs (Veia cava inferior) com índices mais baixos colapsibilidade IVC. Na descarga, somente soro de sódio, log-transformada BNP, VCI tamanho, e colapsibilidade foram estatisticamente significantes preditores de readmissão
Conclusões: Este estudo confirma que, uma vez hospitalizados, os pacientes com ICC freqüentemente são readmitidos. Cabeceira avaliação da VCI HCU com um dispositivo no momento da admissão e descarga, bem como a quitação de pré-BNP, identificou pacientes internados com ADHF que estavam mais propensos a ser readmitido ao hospital.
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Quando nos chamam na UTI para ecocardiograma no leito, passo mais tempo na veia cava inferior, deixando as medidas ventriculares em segundo plano.
A informação bem avalizada da volemia, é mais útil que qualquer fração de ejeção.

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Para colocar filmes no blog ECHOTALK

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Você têm imagens interessantes e quer dividir com os colegas?
Para postar nesse blog, você deve primeiro fazer o upload no site do youtube
É bem fácil, em português.
Depois, é só passar o endereço do filme através de email ou comentário.
Sendo um filme de acordo com os propósitos do blog, publicaremos com o maior prazer!

Dissecção, diagnóstico por imagem


The most frequently performed tests to diagnose aortic dissection and its complications include computed tomography (CT) scan, transesophageal echocardiogram, and magnetic resonance imaging (MRI). All 3 tests are highly accurate in diagnosing aortic dissections. The specific test performed often depends on the availability and expertise of the particular hospital, as well as individual patient characteristics. CT scans require the use of intravenous dye (contrast) to visualize the true and false lumen of the aorta and branch vessel involvement. A transesophageal echocardiogram may be done at the patient’s bedside and involves placing an ultrasound probe into the patient’s esophagus to image the heart and aorta. Although highly accurate in diagnosing acute aortic dissection, an MRI scan takes longer than the other tests and usually is not the first test of choice.
Circulation 2008 Outubro
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Os mais freqüentemente realizados testes para diagnóstico de dissecção aórtica e suas complicações incluem a tomografia computadorizada (TC) scan, ecocardiograma transesofágico e ressonância magnética (MRI). 3 Todos os testes são altamente precisas no diagnóstico de dissecção aórtica. O teste específico realizado muitas vezes depende da disponibilidade e experiência do hospital particular, bem como as características individuais do doente. TC exigem o uso do corante via intravenosa (contraste) e verdadeiro para visualizar a falsa luz da aorta e ramos navio envolvimento. Um ecocardiograma transesofágico pode ser feito na cabeceira do paciente e envolve colocar uma sonda ultra-som para o esôfago do paciente para a imagem do coração e da aorta. Embora uma grande precisão no diagnóstico de dissecção aguda da aorta, uma ressonância magnética demorar mais tempo do que os outros testes e, geralmente, não é o primeiro teste de escolha.

ESCORE DE CÁLCIO X HISTOLOGIA


Culprit plaque morphology
Stable plaque, n (%) 27 (34.2)
Plaque erosion, n (%) 22 (27.8)
Plaque rupture, n (%) 30 (40.0)
Fourteen of 22 (63.6%) cases of plaque erosion were classified as low
risk by both the Framingham risk index and the histologic calcification score.
This study suggests that excessive
reliance on any individual determinant will have limited
predictive accuracy. Furthermore, an important minority of
events, particularly those caused by plaque erosion, will
remain poorly predicted. Alternative methods are needed that
better predict sudden cardiac death secondary to plaque
erosion.
Circulation. 2000;101:1243-1248
Morfologia da placa culpada
Placa estável, n (%) 27 (34,2)
Plaque erosão, n (%) 22 (27,8)
Plaque ruptura, n (%) 30 (40,0)
Catorze dos 22 (63,6%) casos de placa erosão foram classificados como de baixo
risco, tanto o índice de risco Framingham e histológica da calcificação pontuação.
Este estudo sugere que o excesso
dependência em relação a qualquer indivíduo determinante terá limitado
acurácia preditiva. Além disso, uma importante minoria de
eventos, especialmente aqueles causados pela erosão placa, vai
permanecem mal predito. São necessários métodos alternativos que
melhor predizer morte súbita cardíaca secundária a placa
erosão.
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Muito interessante estudo de 8 anos atrás. Usando análise do cálcio coronário por histologia, medida direta,e não mostrou ganho na associação de cálcio com eventos!
Explica achado recente de 16% de isquemia ao SPECT em pacientes com ZERO de escore de cálcio!
Onde têm cálcio têm aterosclerose, concordamos, mas onde não têm cálcio, têm aterosclerose, erosão e eventos!
Com aplicação tão limitada, o escore de cálcio deveria ser de graça…