O melhor congresso de Ecocardiografia do mundo


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EUROECHO 2009 – Programa Completo
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Em 9 de Dezembro Madri receberá o melhor congresso de ecocardiografia do mundo.
Discorda? Dê uma olhada no programa.
As vezes um congresso pode ser o sopro de otimismo em relação a sua área de atuação.
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Junte dinheiro e vamos lá.

Exames por dia


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A maioria fez apenas 30 exames por dia, no máximo.
Alguns admitem ter passado dos 50!
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Assim, isoladamente, significa pouco. Foi uma rotina de 8 horas, 10 ou até 12 horas?
Isso muda tudo.
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Mas o ponto é, quanto tempo de pele-transdutor?
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È possível fazer exames com rapidez e qualidade. Preocupa um pouco a fadiga do examinador após 40 exames. Em qualquer atividade, após horas de atenção, caímos em distração natural.
É sabido que uma atividade que ocupa áreas visuais, auditivas e motoras, pode ocupar até 70% do fluxo talâmico. Esse sistema entra em fadiga após 40 minutos e exaustão após algumas horas.
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Uma pausa de 15 minutos, para um café ou agua, sem internet ou conversa de trabalho, é recomendada a cada 2 horas.
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Faça assim e bons exames!

Transesofágico, uso descendente ou ascendente?


Physicians performing TEE should be experienced
in transthoracic echocardiography (including
Doppler) and have performed at least 100 TEE examinations
under the supervision of a cardiologist with
extensive experience. A minimum of 50 examinations,
but preferably more than 100 per year, are necessary for
maintaining competence.
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Recommendations for Performing Transoesophageal
Echocardiography
Eur J Echocardiography (2001) 2, 8–21
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Já apostei no fim do uso do transesofágico.
Agora já não sei…
As indicações podem ser muitas, é um bom exame.
Mas só para grandes centros hospitalares com referência de volume para o exame.
A sonda é muito cara! 50 mil ou mais.
E a chance de quebrar é alta.
Uma sonda de endoscopia têm quase a mesma tecnologia e é bem mais barata…

O FUTURO DA IMAGEM


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The future of cardiovascular imaging and non-invasive diagnosis: a joint statement from the European Association of Echocardiography, the Working Groups on Cardiovascular Magnetic Resonance, Computers in Cardiology, and Nuclear Cardiology, of the European Society of Cardiology, the European Association of Nuclear Medicine, and the Association for European Paediatric Cardiology.
. Eur Heart J. 2006 Jul;27(14):1750-3.Click here to read
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Você concorda?

A concorrência anda se coçando…


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A Echotalk nunca será a maior escola de ecocardiografia do Brasil.
Nem vai tentar…
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Mas é engraçado receber folders da concorrência mudando de comportamento.
Agora promete aulas práticas INDIVIDUAIS com o professor acompanhando!
Coisa de Echotalk, ora pois!
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No mínimo, nossa escola está cumprindo o papel ambicioso de melhorar o ensino de ecocardiografia no país, mesmo que seja na escola ao lado! rsrs
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Viva a Ecocardiografia brasileira!!!

Hipertensão e Ecocardiografia.


SEX-SPECIFIC HEMODYNAMIC AND NON-HEMODYNAMIC DETERMINANTS OF AORTIC ROOT SIZE IN
HYPERTENSIVE SUBJECTS WITH LEFT VENTRICULAR HYPERTROPHY
Hypertension Research
José A. A. Cipolli*‡, Felipe A. S. Souza*‡, Maria C.S. Ferreira-Sae*, José A. Pio-
Magalhães*, Eugênio S. Figueiredo†, Vanessa G. Vidotti†, José R. Matos-Souza*, Kleber
G. Franchini*, Wilson Nadruz Jr*.
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Conclusion:
these results suggest that volume overload and abdominal obesity are related to AoR dilatation in hypertensive women, while AoR enlargement is more associated with inflammatory and myocardial growth-related parameters in hypertensive men with LV hypertrophy.
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Juntar um ecocardiografista com um especialista em hipertensão têm gerado vários conhecimentos na nossa instituição.
Nessa, o aluno de pós, Cipolli, fez quase 500 exames para descobrirmos uma infinidade de dados relevantes. Fez de tudo, carótidas, eco, tecidual e novas medidas de diástole.
Os resultados ainda serão muitos.

Se toda sarcoidose fosse assim.


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On autopsy, cardiac granulomas are found in 25% of patients with sarcoidosis, but SHD is clinically apparent in only 5% of sarcoid patients.
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Cardiology in review Volume 17(4), July/August 2009, pp 153-158

O marketing na medicina.


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Sempre penso no formato da propaganda dos laboratórios junto aos médicos, e estou muito curioso com o resultado das novas normas da ANVISA.
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Custumo dizer para alguns raros amigos representantes de laboratório, que ser diretor de marketing nessa área é como uma aposentadoria na ativa.
Não precisa criar novas abordagens, é só fazer o de sempre. Caso não lembre, copie do vizinho.
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Entre uma visita de uma fábrica ou outra, nada de diferente.
Amostra, folder colorido, conversa e aproximação.
Nos últimos 15 anos foi assim…
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Mini-conferências agora estão na moda, para todos.
Reunião de 8 a 10 médicos com uma palestra rápida, dada por um prescritor ou futuro prescritor da marca.
Jantar, bebida e conversa. Não é ruim, só é repetitivo.
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Para variar, conferências maiores, com um palestrante de nome.
Palestra mais demorada, jantar, bebida e conversa. Um pouco mais informativa, mas também repetitiva.
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E assim caminha o marketing médico no Brasil que , graças a uma margem de lucro fantástica, não precisa investir na qualidade da propaganda.
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Lembra a falida GM, na época que a importação era proibida, as propagandas eram ruins de doer, mas a margem de lucro e a falta de opções, compensavam qualquer baixa qualidade.
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E o mundo gira…

Quem não tem bons congressos, vai de reciclagem.


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Por que o curso de reciclagem, com o formato massacrante que tem, lota todos os anos?
Por falta de opção.
Onde um cardiologista pode rever os temas principais da cardiologia?
Não é no congresso da especialidade, pode ter certeza.
Caso fosse depender somente dos congressos, a cardiologia nacional seria ruim, e não é.
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O congresso precisa das empresas para existir, as empresas não têm interesse em aulas não dirigidas para seus produtos…
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Seria melhor para o médico, que metade do congresso fosse dirigido a aulas e cursos de temas gerais, no formato “reciclagem”.
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Quem pagaria? O próprio médico. Uma inscrição de 900 reais, ao inves de 450, não deixaria ninguém mais pobre, e faria um grande bem a medicina aplicada.
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Talvez isso ocorra, mesmo que à revelia da direção, com as novas restrições da ANVISA.
Não pode mais caneta, pastinha, folder e outros com o nome do produto, apenas da fábrica.
Então vale a pena fazer simpósios satélites e grandes quiosques? Não.
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O dinheiro vai mudar de rumo, ou vai direto para o patrocínio da viagem, ou ficará na cidade do médico.
Que tal se patrocinasse cursos de reciclagem dentro do congresso?

Reciclagem SOCESP


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Os residente voltaram do curso de reciclagem da SOCESP.
Sempre pergunto como foi, se valeu a pena, rendimento e outras.
Nunca fui, mas já obtive uma descrição fina do evento.
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Fazer o curso aumenta suas chances de obter o título fundamental de cardiologia?
Nenhuma resposta concreta, parece que sim, mas não é indispensável.
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Fazer o curso melhora seu conhecimento de cardiologia, mesmo que já tenha o título?
Parece que sim, melhora.
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Agora, o formato, é uma agressão a todas as regras de didatica que existem.
Parece masoquismo suportar essa tarefa.
Mas lota todo ano.