Antes do Strain, o Ecoestresse.

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Muitos alunos e leitores cobram da escola um curso de Strain.

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Tudo bem, para quem já realiza Ecoestresse físico.

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Mas quem não faz Ecoestresse físico quer aprender Strain antes, para qual finalidade?

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Trabalhar com uma técnica elaborada e demorada sem receber?

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Faça Ecoestresse físico e receba por isso.

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A escola apóia todos os cursos de Ecoestresse do Brasil, como o acima.

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Quando 90% dos ecocardiografistas souberem realizar o Ecoestresse físico.

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O que vai levar bastante tempo, talvez, o Strain já tenha conseguido o ressarcimento.

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Ecocardiografista que não gosta do ecoestresse

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Um aluno da escola  EchoTalk reconheceu que não gosta e não confia no Ecoestresse.

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Infelizmente, este pensamento é muito comum entre os ecocardiografistas.

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Do outro lado, é quase impossível encontrar um médico nuclear que não goste de MIBI ou um cardioradiologista que não aprecie RM com estresse.

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Quem acabou com o amor pelo Ecoestresse foi a Dobutamina e o repasse calculado na AMB.

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O exame com Dobutamina é chato, demorado, caro, arriscado para consultório e paga mal.

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Claramente, um exame para ter ressarcimento acima de mil reais!

Como os concorrentes MIBI e RM!

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Como o Ecoestresse de esforço não existia em mais do que três locais no Brasil, o exame com Dobutamina virou sinônimo de Ecoestresse.

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E espantou quem tentou realizar.

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Era o modo dominante de estresse mas não era replicado com entusiasmo em nenhuma localidade.

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Mas isto é pura conversa sobre o passado.

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Não têm mais importância.

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A modalidade com esforço em bicicleta ou esteira se impôs no Brasil e América do Sul.

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Esta na hora de chamar os ecocardiografistas de volta para casa.

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Ecocardiografista têm que ser fã das modalidades que utilizem ecocardiograma. 

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Repito, para todos ouvirem:

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Ecocardiografista têm que ser fã das modalidades que utilizem ecocardiograma. 

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