Como laudar a IMT automática

Descrever a medida da EMI média de cada lado, em mm, no corpo do laudo. Além disso, deve-se acrescentar na conclusão se a medida encontra-se acima ou abaixo do percentil 75, e a tabela utilizada, com sua referência bibliográfica

Usaram o software MIA.

http://www.mia-llc.com/products/index.htm

E a tabela ELSA nacional.

E não parece que o uso de tabelas internacionais sejam adequadas ao povo brasileiro

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915014013872?via%3Dihub

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E o corte de >0,99 mm que usávamos para definir como agravante de risco?

Seu uso não foi indicado mas algumas tabelas de risco utilizam.

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O esforço para padronização foi enorme, nota-se.

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Mas neste espaço podemos comentar as dificuldades de enfrentar um concorrente como o Escore de Cálcio, bancado por grandes interesses.

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Conclusion

A CCS of zero cannot be used by itself to exclude obstructive CAD in symptomatic patients referred for coronary CT angiography (CCTA).

https://doi.org/10.1093/ehjci/jes060

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Mas somos mais rápidos, mais baratos e podemos ser realizados com o ecocardiograma.

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IMT, só automático.

Não faz mais sentido usar a medida manual da IMT.

http://departamentos.cardiol.br/dic/publicacoes/revistadic/revista/2019/portugues/Revista03/abc-imagem-v3203-especial-posicionamento-de-ultrassonagrafia-vascular-dic.pdf

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Quando citamos estudos de normalidade que usaram a medida automática, descartamos todas as medidas manuais.

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É como usar a tabela de modo M para o modo B.

Um erro de aplicação da tecnologia.

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Somos enfáticos neste assunto para alertar os ecocardiografistas:

Não comprem um aparelho sem IMT automática!

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Quem cuida do método é o examinador.

Não podemos dar assunto para a concorrência usar criticamente.

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