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Carótidas espessadas

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169260710000921?via%3Dihub

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169260716308069

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Automated segmental-IMT measurement in thin/thick plaque with bulb presence in carotid ultrasound from multiple scanners: Stroke risk assessment

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Ao mudar para medida semi-automática, a medida da espessura da carótida deu um salto de qualidade e confiabilidade.

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O passo seguinte será analisar todo a artéria de modo automático.

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Strain circunferencial das carótidas

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https://www.nature.com/articles/hr201239

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Carotid arterial circumferential strain by two-dimensional speckle tracking: a novel parameter of arterial elasticity

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A elasticidade da carótida pode mudar antes do espessamento.

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Seria um parâmetro mais precoce que a IMT?

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Muito fácil de obter, pode ser adicional.

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O Strain coloca mais confiança em medidas dependentes da habilidade do examinador e isto é bom!

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De novo teremos de ter cuidado com os achados comuns na faixa etária e em populações distintas.

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Ou usaremos, como o Escore de Cálcio, uma tabela feita nos EUA para todos os seres humanos?

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Estenose aórtica com Doppler de carótidas

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Quem recebe um laudo de idoso com diagnóstico de estenose aórtica grave deve procurar sinais clínicos de gravidade:

. Diminuição do diferencial entre a pressão sistólica e diastólica. (Tipicamente 110/90mmHg)

. Pulso parvus et tardus

. Sopro em crescendo-decrescendo em foco aórtico com irradiação para carótidas


Mesmo que o ecocardiograma venha sem hesitação, com área abaixo de 0,8cm2

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Já o ecocardiografista pode usar uma manobra bem útil, caso realize Doppler de Carótidas.

Procure o padrão de Velocidade Sistólica na interna próxima do valor da diastólica,

algo incomum em idosos normais e mais comum em idosos com estenose aórtica significativa.

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p492

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O padrão acima na carótida interna é incomum no paciente acima de 65 anos.

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Aorta Bivalvulada muda tudo

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Characteristics of Carotid Artery Structure and Mechanical Function and Their Relationships with Aortopathy in Patients with Bicuspid Aortic Valves

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5609542/

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In conclusion, Bicuspid Aortic Valve  patients have different carotid artery structure and function compared with TAV patients, suggesting intrinsic vascular abnormalities that are less affected by established cardiovascular risk factors and more strongly related to the presence of aortopathy.

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Hoje sabemos que a valvula bivalvulada é uma aortopatia. Mais ainda, uma vasculopatia.

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Isto explica muitos dos achados e eventos em paciente com aorta bivalvulada.

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Muito Strain não faz bem, na placa

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Quantification of carotid artery plaque stability with multiple region of interest based ultrasound strain indices and relationship with cognition

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http://iopscience.iop.org/article/10.1088/1361-6560/aa781f/meta

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Conclusion

We demonstrated improved classification performance with cognitive measures associated with executive function with our additional strain indices beyond the maximum accumulated strain indices and the local peak to trough strain indices that were described previously.

Since decline in the cognition measure of executive function is related to events like strokes, transient ischemic attacks and silent strokes, the relationship of the strain values and strain distribution to cognitive deficits demonstrates that multiple strain maxima and the underlying strain distribution and variability in plaque may provide additional new information and a relationship to the probability of plaque rupture.

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Agora foram além do imaginado, correlacionando marcadores clínicos ao Strain.

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Strain da placa na Carótida.

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Noninvasive characterization of carotid plaque strain

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0741521417300800?via%3Dihub

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Conclusions

Carotid plaque strain is reliably computed from routine B-mode imaging using clinical ultrasound machines. High plaque strain correlates with known high-risk echolucent morphology. Strain measurement can complement identification of patients at high risk for plaque disruption and stroke.

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Estudo brilhante de Strain na placa de carótida.

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Fácil de realizar , sem contraste e não invasivo.

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O papel do Strain (Deformação) ainda está longe de ser definido, colocando o ultra-som em primeiro plano novamente.

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2018. O ano em que seremos felizes

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O blog se despede de 2017 com muito otimismo.

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Teremos a partir de Janeiro a honra de dividir o presidente com o Ecosiac.

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Um ecocardiografista raiz, presidindo o país e a América Latina.

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Alguém que domina a ecocardiografia 3D e escreve livros sobre novas tecnologias como o Strain.

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Um presidente que publica em ecocardiografia, em suas diversas modalidades.

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Ele terá dois anos para gerenciar o que nós chamamos de:

A melhor opção profissional da minha vida.

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2018

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O ano de ter orgulho de dizer que é ecocardiografista!

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