SOCESP 2011 – TGIF!

AUDITÓRIO 06 (550L) – MESA-REDONDA – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
08:30 – 09:45 MR17 – Doenças Ateroscleróticas Subclínica
Coordenador (a): NEUSA ASSUMPTA FORTI

08:30 – 08:45 Como identificar o paciente “aparentemente normal” em risco
Palestrante: MARCELO CHIARA BERTOLAMI

08:45 – 09:00 Quando e qual método utilizar na pesquisa de Aterosclerose
Palestrante: RAUL DIAS DOS SANTOS FILHO

08:30 – 09:45 MR05 – O que as técnicas atuais podem acrescentar no diagnóstico e prognóstico da Miocardiopatia?
Coordenador (a): ABILIO AUGUSTO FRAGATA FILHO

08:30 – 08:45 Ecocardiografia
Palestrante: BENEDITO CARLOS MACIEL

08:45 – 09:00 Tomografia Multislice e Ressonância Magnética
Palestrante: CARLOS EDUARDO ROCHITTE

09:00 – 09:15 Medicina Nuclear
Palestrante: JOSÉ SOARES JR

09:15 – 09:30 Visão do clínico
Palestrante: BEATRIZ BOJIKIAN MATSUBARA

AUDITÓRIO 09 (550L) – MESA-REDONDA – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
08:30 – 09:45 MR27 – Detecção de isquemia miocárdica pelo estudo da perfusão
Coordenador (a): WILLIAM AZEM CHALELA

08:30 – 08:45 Ecocardiografia com contraste associada ao estresse
Palestrante: JEANE MIKE TSUITSUI

08:45 – 09:00 Medicina Nuclear: somente a imagem de stresse
Palestrante: SALVADOR BORGES NETO

09:00 – 09:15 Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada
Palestrante: OTÁVIO RIZZI COELHO FILHO

09:15 – 09:30 Visão do cardiologista clínico
Palestrante: PEDRO SILVIO FARSKY

AUDITÓRIO 10 (550L) – MESA-REDONDA – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
08:30 – 09:45 MR28 – Risco intermediário para Aterosclerose: como a tecnologia pode discriminar pacientes com alto risco no século XXI?
Coordenador (a): ANTONIO CARLOS PALANDRI CHAGAS

08:30 – 08:45 Uso de marcadores bioquímicos (PCR etc.)
Palestrante: ADRIANA BERTOLAMI

08:45 – 09:00 Espessura médio-intimal e função endotelial por reatividade vascular
Palestrante: JOSÉ ROBERTO MATOS DE SOUZA

09:00 – 09:15 Escore de cálcio e angiotomocoronariografia
Palestrante: JOSÉ RODRIGUES PARGA FILHO

09:15 – 09:30 Marcadores genéticos
Palestrante: ALEXANDRE COSTA PEREIRA

AUDITÓRIO 05 (400L) – CASO CLÍNICO – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
09:50 – 10:30 CC05 – Valvopatias
Apresentador (a): ANTÔNIO BACELAR FILHO
Coordenador (a): MAX GRINBERG
Debatedor (a): NABIL MITRE

AUDITÓRIO 08 (550L) – SESSÃO DE TEMAS LIVRES ORAIS – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
11:00 – 12:30 TL18 – Diagnóstico por imagem
Coordenador (a): HENRY ABENSUR
Debatedor (a): JEANE MIKE TSUITSUI

11:00 – 11:15 MC18 – Multimodalidadeno diagnóstico por imagem na avaliação das miocardiopatias
Palestrante: BENEDITO CARLOS MACIEL

AUDITÓRIO 05 (400L) – MESA-REDONDA – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
14:15 – 15:30 MR06 – Impacto clínico das novas técnicas ecocardiográficas
Coordenador (a): ORLANDO CAMPOS FILHO

14:15 – 14:30 Ecocardiografia tridimensional: um passo além
Palestrante: MARCELO LUIZ CAMPOS VIEIRA

14:30 – 14:45 Speckle Tracking: Strain rate, torsion e o que mais virá?
Palestrante: CARLOS EDUARDO SUAIDE SILVA

14:45 – 15:00 Função diastólica pelo Doppler tecidual e volume do átrio esquerdo: valor diagnóstico e prognóstico
Palestrante: OSWALDO CESAR DE ALMEIDA FILHO

15:00 – 15:15 Modalidades ecocardiográficas para o diagnóstico de dessincronia ventricular. Afinal, qual é a melhor?
Palestrante: RODRIGO BELIO DE MATTOS BARRETO

AUDITÓRIO 08 (550L) – MESA-REDONDA – 24/06/11 – SEXTA-FEIRA
14:15 – 15:30 MR26 – Insuficiências Mitral e Aórtica Crônicas
Coordenador (a): VALDIR AMBRÓSIO MOISES

14:15 – 14:30 Papel dos novos métodos de imagem na avaliação
Palestrante: ANDRÉ SCHMIDT

14:30 – 14:45 Há espaço para uso de vasodilatadores nas insuficiências mitral e aórtica?
Palestrante: AURISTELA IZABEL DE OLIVEIRA RAMOS

14:45 – 15:00 Indicação cirúrgica precoce nas insuficiências mitral e aórtica
Palestrante: FLAVIO TARASOUTCHI

15:00 – 15:15 Tratamento cirúrgico na insuficiência mitral: plastia versus troca
Palestrante: PABLO POMERANTZEFF

SOCESP 2011 – Quinta de primeira para os ecocardiografistas.

AUDITÓRIO 03 (700L) – ESTADO DA ARTE – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
10:30 – 12:00 EA08 – Terapia intervencionista da doença valvar
Coordenador (a): JOSÉ EDUARDO MORAES REGO SOUSA

10:30 – 10:45 Atualização dos resultados e seleção de pacientes para implante valvar aórtico
Palestrante: DIMYTRI SIQUEIRA

10:50 – 11:05 Expandindo critérios morfológicos no tratamento por cateter da doença valvar aórtica
Palestrante: FABIO SÂNDOLI DE BRITO JUNIOR

11:10 – 11:25 O resultado cirúrgico da troca valvar aórtica e mitral
Palestrante: SERGIO ALMEIDA DE OLIVEIRA

11:30 – 11:45 Tratamento por cateter da regurgitação mitral
Palestrante: JOSÉ AUGUSTO MARCONDES DE SOUZA

AUDITÓRIO 05 (400L) – ESTADO DA ARTE – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
10:30 – 12:00 EA20 – Abordagem das valvopatias
Coordenador (a): MAX GRINBERG

10:30 – 10:45 O impacto do tratamento farmacológico na progressão da lesão valvar
Palestrante: LUIZ FRANCISCO CARDOSO

10:50 – 11:05 Novas técnicas ecocardiográficas na decisão do momento cirúrgico nas insuficiências valvares
Palestrante: DAVID COSTA DE SOUZA LE BIHAN

11:10 – 11:25 Indicação cirúrgica em pacientes assintomáticos com estenose aórtica grave
Palestrante: VALDIR AMBRÓSIO MOISES

11:30 – 11:45 Papel dos testes de esforço e cardiopulmonar na avaliação das valvopatias
Palestrante: PEDRO VELLOSA SCHWARTZMANN

AUDITÓRIO 10 (550L) – SESSÃO DE TEMAS LIVRES ORAIS – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
14:15 – 16:00 TL07 – Diagnóstico por imagem
Coordenador (a): JOSÉ ROBERTO MATOS DE SOUZA
Debatedor (a): WILSON MATHIAS JUNIOR

14:15 – 14:30 MC07 – Ecocardiografia sob estresse: além da doença coronária
Palestrante: VERA MÁRCIA LOPES GIMENES

AUDITÓRIO 12 (200L) – SESSÃO DE TEMAS LIVRES ORAIS – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
14:15 – 16:00 TL09 – Valvopatias
Coordenador (a): LUIZ ANTÔNIO K. BITTENCOURT
Debatedor (a): VALDIR AMBRÓSIO MOISES

14:15 – 14:30 MC09 – Uso do ecocardiograma transesofágico tridimensional no centro cirúrgico e na sala de hemodinâmica em pacientes valvopatas
Palestrante: JAIRO A PINHEIRO JR

AUDITÓRIO 05 (400L) – ESTADO DA ARTE – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
16:30 – 18:00 EA19 – Imagem na doença coronária
Coordenador (a): CARLOS EDUARDO ROCHITTE

16:30 – 16:45 A Cardiologia Nuclear baseada em evidências – ensinamentos dos grandes estudos
Palestrante: CARLOS BUCHIPGUEL

16:50 – 17:05 O ecocardiograma na avaliação da perfusão, isquemia e viabilidade miocárdica
Palestrante: WILSON MATHIAS JUNIOR

17:10 – 17:25 A ressonância e a tomografia na avaliação da doença coronária
Palestrante: IBRAIM MASCIARELLI PINTO

17:30 – 17:45 Estratificação de risco cardiovascular. Integrando os métodos de imagem
Palestrante: ANTONIO CARLOS CARVALHO

AUDITÓRIO 12 (200L) – ESTADO DA ARTE – 23/06/11 – QUINTA-FEIRA
16:30 – 18:00 EA22 – Uso da tecnologia nas cardiopatias congênitas
Coordenador (a): JOSÉ LAZARO DE ANDRADE

16:30 – 16:45 Por que o ecocardiograma é imprescindível?
Palestrante: SAMIRA SAAD MORHY

16:50 – 17:05 O ecocardiograma tridimensional substituirá o bidimensional?
Palestrante: TAMARA CORTEZ MARTINS

17:10 – 17:25 Por que o ecocardiograma fetal deve ser obrigatório?
Palestrante: SIMONE ROLIM FERNANDES FONTES PEDRA

17:30 – 17:45 O cateterismo diagnóstico será superado pela RNM?
Palestrante: WALTER ISHIKAWA

Ter ou não ter o EchoPAC?

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Usei o EchoPAC pela primeira vez em 2000, rodava no Apple apenas.
Fazia avaliações dos clips de ventrículo que eram revolucionários!
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O novo EchoPAC faz tudo o que o E6 faz, é só gravar um CD com os exames e rodar em casa a análise.
Ou grava um exame e avalia depois no consultório.
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Estou testando ainda. O Strain 2D é muito bom, fácil de aplicar.
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Qual o uso fora das pesquisas?
É a pergunta que os alunos e leitores fazem.
De imediato, permite a captura por alguém menos experiente e a análise em bloco por alguém especializado.
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Seria um uso viável no Brasil?
Só se já estivermos prontos…
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Ecostress e contratilidade não permitem miopia.


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Demonstração da análise de um exame de ecostress na Echotalk.
É de longe que se percebe a deformacão simétrica do volume ventricular.
As vezes, saimos da sala para termos certeza!
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Agora todo mundo é D.I.C. !!!!!!!!!

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European Heart Journal – Cardiovascular Imaging, formerly European Journal of Echocardiography, will start publishing under its extended scope and new name in January 2012. It is a monthly international peer reviewed journal of the European Society of Cardiology.
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A moda lançada no Brasil contagiou o mundo!
Agora o DEPECO Europeu também vai virar DIC!
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E o Eco vai ter que se virar para dividir espaço com os milionários da Tomo e RM…
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Mas agora que o velho mundo resolveu nos imitar, está provado que a Márcia(?) estava certa e na vanguarda do mundo!
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O futuro é gerido pelo $$$ e o $$$ da cardiologia está na Tomo e RM…
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Sempre o volume do átrio esquerdo

Prognostic value of left atrial volume index in patents with first acute myocardial infarction
Aqui
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LAVI > 32.0 mL/m2 at discharge (sensitivity: 93%, specificity: 69%) and delta LAVI > 2.5 mL/m2 (sensitivity: 79%, specificity: 50%) were predictors of MACE.
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Conclusion LAVI at discharge and delta LAVI would be useful predictors for MACE after first AMI.
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O volume do AE está em alta mesmo. Agora como preditor de eventos após o Infarto.
Fácil de fazer, rápido e pouco dependente do examinador.
Não é o que sempre pedimos?
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Sina de M. Esmeraldo no Prolapso da Valva Mitral .

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Publicamos um artigo relacionando dimensões da Aorta e Átrio esquerdo ao ecocardiograma, no corte paraesternal.(Eur J Echocardiogr. 2010 Apr;11(3):302-5)
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Desse trabalho saiu o sinal de M. Esmeraldo, em homenagem à aluna que vasculhou 14 mil laudos de ecocardiografia para fazer o banco de dados.
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Funciona assim:
A medida da Aorta no eixo longitudinal é maior que a medida do Átrio esquerdo na mesma posição em todos os casos de prolapso da valva Mitral com insuficiência mínima ou ausente. Pois a insuficiência moderada acabará dilatando o Átrio e invalidará o sinal.
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Caso isso não ocorra, ou você mediu errado ou não se trata de prolaso!
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Tem as exceções que fazem a regra, sempre, mas pode confiar.
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Application.

Uma leitora de San Diego, Califórnia, é técnica em imagens com experiência em Eco, Ecostress e Carótidas há 10 anos.
Pergunta sobre o mercado de trabalho no Brasil.
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Houve um tempo em que não médicos podiam realizar o exame no país e foram populares em SÃO PAULO.
Parece que após algumas normas, isso está desaparecendo.
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Hoje os não médicos trabalham para as empresas como “application”.
Algumas viram diretoras, outra virou gerente da América Latina!
Mas sua missão em geral é bem árdua. Correm as regiões para cumprir compromissos assumidos pelos vendedores no momento mágico da venda, onde tudo é perfeito.
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O combinado para semana que vem vira uma visita rápida dois meses depois…
Não é culpa delas, mas deixam a desejar.
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Acho que já conheci umas 20 ou 30. Em comum, a simpatia e a pressa!
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Samba do criolo doido do hemisfério norte.

Recommendations for Chamber
Quantification: A Report from the American
Society of Echocardiography’s Guidelines and
Standards Committee and the Chamber
Quantification Writing Group, Developed in
Conjunction with the European Association
of Echocardiography, a Branch of the
European Society of Cardiology
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General Principles for Linear and Volumetric
LV Measurements

To obtain accurate linear measurements of interven-
tricular septal wall thickness (SWT), posterior wall
thickness (PWT), and LV internal dimension, record-
ings should be made from the parasternal long-axis
acoustic window
. It is recommended that LV inter-
nal dimensions (LVIDd and LVIDs, respectively) and
wall thicknesses be measured at the level of the LV
minor axis
, approximately at the mitral valve leaflet
tips. These linear measurements can be made di-
rectly from 2D images or using 2D-targeted M-mode
echocardiography
.
By virtue of their high pulse rate, M-mode record-
ings have excellent temporal resolution and may
complement 2D images in separating structures

such as trabeculae adjacent to the posterior wall,
false tendons on the left side of the septum, and
tricuspid apparatus or moderator band on the right
side of the septum from the adjacent endocardium.
However, it should be recognized that even with 2D
guidance
, it may not be possible to align the M-mode
cursor perpendicular to the long axis of the ventri-
cle, which is mandatory to obtain a true minor-axis
dimension measurement. Alternatively, chamber di-
mension and wall thicknesses can be acquired from
the parasternal short-axis view using direct 2D mea-
surements or targeted M-mode echocardiography
provided that the M-mode cursor can be positioned
perpendicular to the septum and LV posterior wall.
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Journal of the American Society of Echocardiography
Volume 18 Number 12
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