Para disfunção diastólica: Canja de galinha.

Impaired physical quality of life in patients with diastolic dysfunction associates more strongly with neurohumoral activation than with echocardiographic parameters: Quality of life in diastolic dysfunction.
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American Heart Journal
Issue: Volume 161(4), April 2011, p 797–804
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In DIAST-CHF, DD was prospectively identified and graded by an algorithm defined in the study protocol: Normal diastolic function (1 <= E/A, E/e' =1, E/A with Valsalva maneuver >=1), mild DD (E/A <1), moderate DD (1 <= E/A =10, S/D <1, E/A Valsalva =2 and 1 of the following: E/e’ >=10, S/D <1). . Conclusions: Physical dimensions of Quality of life are reduced in DD. Impaired Short Form 36-PF is only weakly associated with DD per se but rather seems to be contingent on the presence of elevated filling pressures. Biomarkers are more strongly and independently associated with SF-36-PF and may be more adequate surrogate markers of QoL in DD than echocardiographic measurements.
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Marcadores de disfunção diastólica ao ecocardiograma se correlacionam fracamente com índices obtidos por um questionário de qualidade de vida.
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O que será que estamos medindo ao ecocardiograma que não se correlaciona com a qualidade de vida, com o tratamento e mesmo com a redução da mortalidade?!?!?!?!?!?
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Quem faz a tabela de preços é responsável pela baixa remuneração.

Tabela de Procedimento – CBHPM 5ª Edição Médicos
Data: 4/6/2011 às 8:41:59 AM
Código: 40901076
Procedimento: Ecodopplercardiograma com estresse farmacológico
Porte: 3B
Porte Valor: R$ 83,60
Custo Operacional: 28
Custo Operacional: R$ 247.800
Nº de Auxiliares: 0
Portes Anestésicos: 0
Valor Total: R$ 331,40
Filmes:
Incidência: 0
Unidade Radiofármaco: 0

Concorrente mais próximo:Cintilografia. Pagamento na tabela = ? (Contraste à parte?)
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Pagar 331 reais por um exame que ocupa tempo considerável, não é feito por técnicos assalariados e tem risco de complicações!
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Código: 40901106
Procedimento: Ecodopplercardiograma transtorácico
Porte: 2A
Porte Valor: R$ 30,40
Custo Operacional: 20
Custo Operacional: R$ 177.000
Nº de Auxiliares: 0
Portes Anestésicos: 0
Valor Total: R$ 207,40

Concorrente mais próximo: Ressonância . Pagamento na tabela = ? (Contraste à parte?)
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Procedimento: Ecodopplercardiograma transesofágico (inclui transtorácico)
Porte: 3B
Porte Valor: R$ 83,60
Custo Operacional: 28
Custo Operacional: R$ 247.800
Nº de Auxiliares: 0
Portes Anestésicos: 0
Valor Total: R$ 331,40

Concorrente mais próximo: Ressonância . Pagamento na tabela = ? (Contraste à parte?)
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Código: 40901360
Procedimento: Doppler colorido de vasos cervicais arteriais bilateral (carótidas e vertebrais)
Porte: 4A
Porte Valor: R$ 114,00
Custo Operacional: 8
Custo Operacional: R$ 73.101
Nº de Auxiliares: 0
Portes Anestésicos: 0
Valor Total: R$ 187,10

Concorrente mais próximo: Angio CT . Pagamento na tabela = ? (Contraste à parte?)
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Nessa briga por melhores pagamentos, quem fez essa tabela avaliou o custo dos susbtitutos???
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Caso todos o ecocardiografistas de Stress desistissem do método, como vários já fizeram, ficaria 4 vezes mais caro fazer um diagnóstico de isquemia através da cintilografia!
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Caso todas as sondas de transesofágico quebrassem e fossem descartadas, como ocorre com frequência, ficaria 3 vezes mais caro optar pela RM!
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Fosse o Doppler de carótidas abolido, 4 vezes mais custo para analizar as carótidas!
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O custo de ser médico é um problema sem solução?

Aqui, artigo completo do Drauzio Verella
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Tempos atrás, a Fipe realizou um levantamento do custo de um consultório-padrão, alugado por R$ 750 num prédio cujo condomínio custasse apenas R$ 150 e que pagasse os seguintes salários: R$ 650 à atendente, R$ 600 a uma auxiliar de enfermagem, R$ 275 à faxineira e R$ 224 ao contador. Somados os encargos sociais (correspondentes a 65% dos salários), os benefícios, as contas de luz, água, gás e telefone, impostos e taxas da prefeitura, gastos com a conservação do imóvel, material de consumo, custos operacionais e aqueles necessários para a realização da atividade profissional, esse consultório-padrão exigiria R$ 5.179,62 por mês para sua manutenção.
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Como pagar essa conta do consultório?
Que empresa funcionaria com um custo tão alto em relação ao faturamento?
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Façamos a conta: a R$ 20 em média por consulta, para cobrir os R$ 5.179,62 é preciso atender 258 pessoas por mês. Como cerca de metade delas retorna com os resultados, serão necessários: 258 + 129 = 387 atendimentos mensais unicamente para cobrir as despesas obrigatórias. Como o número médio de dias úteis é de 21,5 por mês, entre consultas e retornos deverão ser atendidas 18 pessoas por dia!
Se ele pretender ganhar R$ 5.000 por mês (dos quais serão descontados R$ 1.402 de impostos) para compensar os seis anos de curso universitário em tempo integral pago pela maioria que não tem acesso às universidades públicas, os quatro anos de residência e a necessidade de atualização permanente, precisará atender 36 clientes todos os dias, de segunda a sexta-feira. Ou seja, a média de 4,5 por hora, num dia de oito horas ininterruptas.

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Como manter a qualidade do atendimento ao ritmo de 4,5 indivíduos por hora?
Na região onde trabalho, ninguém quer fazer consultório. Nas rodas de médicos, expressões como “coitado” são usadas para descrever clínicos como o pediatra…
Quando procuramos um cardiologista para ambulatórios ou clínicas, eles não retornam a ligação!
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800 consultas por mês são necessárias para ser classe média no Brasil.
E ninguém quer fazer isso.
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Que janela ruim, que nada!

Impact of acoustic window on accuracy of longitudinal global strain: a comparison study to cardiac magnetic resonance
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Aqui

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Methods and results Left ventricular ejection fraction (LVEF) by Simpson’s biplane method (2D-EF), global-ɛ by speckle tracking, and peak systolic mitral annulus velocity [systolic tissue Doppler imaging (S-TDI)] were compared with LVEF by cardiac magnetic resonance (EF-CMR; 45 ± 18%, range 9–76%). Speckle-tracking analysis was feasible in all segments with an optimal acoustic window and in 85% (103/121) of segments poorly visualized. Global-ɛ similarly correlated with LVEF by CMR in patients with and without optimal IQ (r = 0.81 vs. 0.82 for good vs. poor IQ). In contrast, 2D-EF (r = 0.76) and S-TDI (r = 0.64) less correlated with LVEF by CMR in patients with a suboptimal IQ. Importantly, IQ only impacted on 2D-EF inter-observer reproducibility (9 ± 5 vs. 24 ± 22% for good vs. poor IQ) but not on global-ɛ reproducibility (9 ± 1 vs. 8 ± 7% for good vs. poor IQ).

Conclusion In patients with a limited acoustic window, longitudinal strain by speckle tracking remains accurate and reproducible for assessing global and regional LV systolic function.

Recuperação pós IAM

Can strain rate imaging predict recovery of contraction after acute myocardial infarction?
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Aqui
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Methods and results In 23 patients with ACS, we measured longitudinal tissue Doppler strain and strain rate values from left ventricular basal, mid, and apical segments (n = 414). These segments were grouped according to their acute end-systolic strain values (SES) into those with normocontraction (SES≤−13%), hypocontraction (SES between −13 and −7%), and severe contraction abnormality (SES>−7%). At 8 months, we evaluated the recovery of contraction: Segments with acutely severe contraction abnormality that improved their strain values to ≤−7% were defined as viable, and those that failed to do so as non-viable. In the acute phase, SES, post-systolic strain, as well as systolic, early, and late diastolic strain rate values were significantly better in the viable than in the non-viable segments. Post-systolic strain had the best AUC 0.78, and a cut-off value of −3.8% predicted recovery from severe contraction abnormality with a sensitivity of 85% and specificity of 62%. The transmurality of the infarction, assessed by magnetic resonance imaging with delayed enhancement, was significantly larger in the non-viable than in the viable segments (P = 0.006). Acute global SES and systolic strain rate showed the best correlations with final global SES and global infarction percentage after recovery.

Conclusion SRI can serve to evaluate myocardial viability in patients with ACS, and to assess the recovery of segmental as well as global left ventricular function.
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Algo que todos gostariam de saber após um IAM:
Qual parte afetada recuperará sua função sistólica?
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Quanto mais lâminas acometidas, do endocardio para dentro, menor a chance de recuperação.
O Strain pode ajudar!
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Disfunção diastólica e/ou sistólica 1

Systolic and Diastolic Heart Failure Are Overlapping Phenotypes Within the Heart Failure Spectrum
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Aqui
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Investigators who merely perceive the ends of this spectrum, influenced by the design of clinical trials and by the relevant evidence-based clinical differences, may be unfamiliar with this spectrum view, and instead favor a binary view. However, the latter view lacks a conceptual background. In addition, it is contradicted by recent reductionist analyses, provided that the data be analyzed without selection biases. Importantly, the debate about adopting a binary or a spectrum view of HF is becoming obsolete. Integrative sciences, which complement reductionist sciences, have unveiled the existence of disease networks in which it becomes difficult, and perhaps even irrelevant, to define disease entities.
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Artigo interessante, colocando as disfunções no mesmo coração, sem divisão em sistólica e diastólica.
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Vale a pena ler nesse momento em que as novas tecnologias elevaram a diástole a “arte”.
Como um quadro, a pintura da diástole é sobre um esboço da sístole.
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