Estou no serviço de ecocardiografia do HC da UNICAMP há 10 anos.
Inicialmente como voluntário nas Sextas, depois como voluntário nas Segundas para implantar o ecostress de esforço.
Após 5 anos, fui contratado para o Ecostress e rotina.
Como voluntário, tinha pouco contato com os residentes, mas me incomodava ver alunos com 1 ano de ecocardiografia que não entendiam o método que utilizavam.
Eram alguns, meros janelografistas.
Com a convivência mais ampla e alguma hierarquia, tentei introduzir princípios que acredito:
O ecocardiograma é um método de imagem que tem que respeitar a anatomia e a fisiologia, tem que fazer sentido e ajudar o solicitante.
Apesar dos esforços, e contando com dois ótimos professores nos outros períodos, os resultados foram irregulares.
De 3, 1 ou 2 janelografistas para 1 ou 2 ecocardiografistas.
Mas desistir não era uma alternativa, então continuamos.
Esse é o primeiro ano que formaremos 3 ecocardiografistas!
A melhor safra em 10 anos, que terão sucesso garantido no mercado de trabalho.
Dia: 17 de novembro de 2011
500 Strain(s)
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Faço 150 exames de eco de esforço por mês, em média.
Com 6 meses fazendo Strain em todos os exames com esforço, atingi a meta de 500 exames com Strain.
Essa meta inventada, relaciono ao aprendizado e intimidade com uma metodologia.
Após 500 exames, as vantagens e desvantagens são claras.
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Vantagem clara na demonstração para o clínico da área afetada, na correção automática de possíveis dúvidas da análise subjetiva e no apelo visual( uma grata surpresa do S6).
Desvantagem por acrescentar alguns minutos ao exame, necessidade de imagens perfeitas e sempre ser adicional à análise subjetiva.
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