PISA têm mais defeitos que virtudes ao 2D


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A three-dimensional insight into the complexity of flow convergence in mitral regurgitation: adjunctive benefit of anatomic regurgitant orifice area

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http://ajpheart.physiology.org/content/301/3/H1015.long

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Voltamos ao PISA 2D por conta de uma “atualização” nas diretrizes de válvulas.

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Caso você queira medir a área de metade de uma laranja, melhor aceitar o 3D como a regra.

O corte 2D leva a análises seguidamente díspares.

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Vejam no artigo que só o 3D pode fazer o cálculo aproximado da regurgitação.

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Melhor ainda, vejam a variação interobservador e intraobservados do método 2D!

Fazia tempo que não víamos um desvio padrão gigantesco como este!

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A atualização de 2017 usa estudos antigos e favoráveis ao 2D PISA.

Um erro já na largada.

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