A regurgitação da fibrilação atrial. FA como doença valvar.


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http://www.onlinejacc.org/content/58/14/1474?_ga=1.70854224.1365454424.1470316645

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Results MR patients were older than controls and more often had persistent AF (62% vs. 23%, p < 0.0001). MR patients had larger left atria (volume index: 32 cm3/m2 vs. 26 cm3/m2, p = 0.008) and annular size (3.49 cm vs. 3.23 cm, p = 0.001), but similar left ventricular size and ejection fraction. Annular size, age and persistent AF were independently associated with MR. On follow-up echocardiogram, patients in continuous sinus rhythm had greater reductions in left atrial size and annular dimension, and lower rates of significant MR (24% vs. 82%, p = 0.005) compared with those in whom sinus rhythm was not restored.

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Raramente examinamos um paciente com FA e SEM refluxo mitral.

A combinação é absolutamente predominante e leva frequentemente a superestimação do refluxo mitral, induzida por achado de átrio grande.

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Por isso, alguns autores sugerem que a FA é uma doença valvar na maioria das apresentações, mesmo sem lesão do aparelho mitral.

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Temos dúvidas na gênese da FA relacionada à dilatação do Átrio, já que o caminho maior a percorrer é  insignificante(V= 100 cm/s), dada a velocidade do impulso elétrico.

Parece que o bloqueio da condução por zonas de fibrose é o fator determinante.

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Onde estão as zonas de fibrose mais comuns? No trígono fibroso.

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A FA pode ser, pelo menos em alguns casos, uma doença do aparelho mitral ou sua área de sustentação.

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