ULTRAPORTÁTEIS: Muitas opções.

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Multiple studies have evaluated the cost-effectiveness of HHE versus SE strategy. On average, the total charges of an HHE study including the cost of device and operator charge ranged between $11 and $116, in comparison with $170 to $1500 for an SE.28,43,61 In the era of appropriate use and testing costs, Mehta et al43 compared the diagnostic accuracy of HHE versus physical examination and whether its use reduced overall costs in patients referred for a transthoracic echocardiogram. HHE correctly identified abnormal findings (significant valvular pathologies) in 82% of the patients in comparison with 47% identified by physical examination. HHE was associated with the reduced charge of $63 per patient (average of $644.43 versus $707.4). In another study, a strategy of HHE in comparison with SE resulted in savings up to $72 per study.28 Greaves et al61 demonstrated that if HHE was performed on all inpatients for LV function assessment (based of 2000 standard echocardiograms performed per annum), this would result in savings up to $23 000 and 29% reduction in departmental workload.

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(Múltiplos estudos avaliaram a relação custo-eficácia da estratégia HHE versus SE. Em média, as taxas totais de um estudo HHE, incluindo o custo do dispositivo e a carga do operador, variaram entre US $ 11 e US $ 116, em comparação com US $ 170 a US $ 1500 por SE.28,43,61 Na era de uso apropriado e custos de teste, Mehta et al43 compararam a precisão diagnóstica de HHE versus exame físico e se seu uso reduziu os custos gerais em pacientes encaminhados para um ecocardiograma transtorácico. HHE identificou corretamente achados anormais (patologias valvulares significativas) em 82% dos pacientes em comparação com 47% identificados por exame físico. A HHE foi associada à redução da carga de US $ 63 por paciente (média de US $ 644,43 versus US $ 707,4). Em outro estudo, uma estratégia da HHE em comparação com o SE resultou em economias de até US $ 72 por estudo.28 Greaves et al61 demonstraram que, se HHE fosse realizada em todos os pacientes internados para avaliação da função do VE (com base em 2000 ecocardiogramas padrão realizados anualmente) resultaria em economias até $ 23 000 e redução de 29% na carga de trabalho departamental.)

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A informação mais interessante é :

Fazer Eco Dirigido com ultraportáteis pode economizar até 80 mil reais e redução no gasto total de quase 30%.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731704008375?via%3Dihub

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Pode diminuir o número de ecocardiogramas?

Acho improvável.

Mais provável é aumentar o número de ecocardiogramas.

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Aulas no modelo antigo filmadas no modelo novo

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Como dar aulas no

Mundo da internet e das imagens ?

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Os congressos usam o PowerPoint do mesmo jeito que foram inventados, há 27 anos atrás .

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Será que ainda funciona ou realmente não tem importância?

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Metade dos leitores do blog o acessam via celular, em pequenas telas e na mão,.

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Como colocar uma aula de mais de 15 minutos?

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O mundo mudou.

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Ainda não somos professores preparados para esta mudança?

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Defeitos do ColorDoppler : Livro do Mestre

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Em apenas 3 páginas o mestre Feigenbaum ensina os defeitos e vícios do ColorDoppler.

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A pior parte do ColorDoppler é a ilusão de que enxergamos o refluxo, quando vemos uma mistura de refluxo e movimento do sangue da própria cavidade.

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Regular o ganho é fundamental.

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Também o texto alerta o risco de avaliar um jato tridimensional com o Color bidimensional.

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Livros são escritos para os leitores. Artigos são escritos para os revisores.

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O que é melhor para sua atuação como ecocardiografista:

Saber o artigo publicado na última semana ou ler o capítulo de um bom livro de ecocardiografia?

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Conheço médicos que podem citar artigos publicados ontem mas não lembram quando leram o último livro de medicina….

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Quem faz pesquisa quer e precisa publicar.

A barreira óbvia é o revisor/editor da revista.

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Quem escreve livros precisa cativar o leitor.

A barreira óbvia é a didática aplicada.

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Um livro sempre está atrasado mais de 2 anos em relação às últimas publicações.

Isto é bom!

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A maioria das publicações de artigos serão esquecidas em 2 anos, merecidamente!

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Acredito que menos de 10% do que é publicado fica realmente como conhecimento relevante.

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E acabam sendo usados nos livros!

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