Testes com imagens e funcionais são melhores

https://doi.org/10.1093/ehjci/jez054https://doi.org/10.1093/ehjci/jez054

Em conclusão, o PTP contemporâneo de DAC significativa nas categorias de pacientes sintomáticos com base no sexo, idade e tipo de queixas no peito é menor do que o atualmente assumido. Um número significativo de pacientes com DAC obstrutiva pode ser detectado em todas as categorias sintomáticas. Com uma baixa prevalência da doença, os testes não invasivos raramente podem determinar a DAC e o foco deve mudar para DAC obstrutiva. O poder de exclusão dos testes de imagem parece bastante comparável. A grande proporção de achados falsos positivos deve ser levada em consideração quando pacientes com PTP baixo são investigados. É necessário um refinamento individual adicional da probabilidade da doença com base em informações adicionais do pré-teste. Quando se assume uma maior probabilidade clínica de DAC, os testes funcionais são mais poderosos para determinar a DAC.

Apesar de não incluir o Ecoestresse Físico, o estudo conclui o que era esperado: Testes funcionais são mais poderosos.

DIC Gestão 18-19 Marcelo: O padrão ficou elevado para os anos seguintes

http://departamentos.cardiol.br/dic/publicacoes/revistadic/revista/2019/portugues/Revista04/abc-imagem-v3204-completa-portugues.pdf

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Quem acompanha o EchoTalk sabe que sempre buscamos o melhor para a ecocardiografia nacional.

Esta busca muitas vezes esbarrou, no passado, em discordâncias com o DEPECO e DIC.

A gestão do Marcelo foi um diferencial.

As provas de título, as publicações, os congressos e as iniciativas alcançaram um nível que nem o EchoTalk imaginou.

Destaco o papel do Professor Fabio Villaça Guimarães Filho, de Marília (SP) nas provas de título.

Motivo de grandes embates com os leitores que melhorou a quase perfeição.

Sem a proximidade que o texto descreve, mas com a atenção que o blog dedica ao DIC, destaco o texto do próprio presidente sobre Marcos Valério.

Repito aqui o escritor Vladimir Vladimirovitch Maiakovski em relação à diretoria e seu presidente:

”  os grandes, onde, em que ocasião, escolheram uma estrada batida? “

Deu Ecoestresse e Carótidas na Síndrome Coronária Crônica.

https://doi.org/10.1093/ehjci/jez219

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Finalmente a sociedade européia acordou.

O US de Carótidas é um método de baixo custo e sem risco que pode ser usado na suspeita de coronariopatia.

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Mais importante, o Ecoestresse deve ser feito já de início na suspeita de coronariopatia crônica!!!!

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Não têm competidor para o Ecoestresse na bicicleta:

É bom, rápido, sem risco e de baixo custo.

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Desde 1999 defendendo o método, nunca é tarde para ter razão.

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E de brinde, ganha um cicloergométrico:

Exercise ECG is recommended for assessment of exercise tolerance, symptoms, arrhythmias, blood pressure response, and event risk in selected patients.  

Dobutamina mais citada do que utilizada na pré TAVR

https://doi.org/10.1016/j.echo.2018.09.005

https://doi.org/10.1016/j.echo.2018.09.005

Na era da TAVR, poucos usam a Dobutamina para separar casos de falsa Estenose Aórtica

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Entre os 7% dos casos de Estenose que ganharam TAVR apenas, os casos de baixo gradiente e baixo fluxo não são tão frequentes.

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Só 24 casos de uso da metodologia em uma amostra gigante revelam a baixa presença deste tipo de dúvida.

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História do Color

https://doi.org/10.1016/j.echo.2018.08.005

No Brasil, a chegada do ColorDoppler foi mais fria, em minha experiência.

Apesar do ganho de imagem em refluxos e shunts, não era confiável.

Tudo que era visto ao Color era revisto ao Pulsado e Contínuo!

Também o ganho alto de Color superestimava as valvulopatias.

Demorou para a harmonia se estabelecer.

Até que a junta médica se estabeleceu: Dr. Modo M, Dr. Modo B, Dr. Pulsado, Dr. Color e Dr. Contínuo.

Só quando a junta médica entra em consenso o laudo é confiável.