Aterosclerose de antigamente parece muito com a de hoje.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2211816014025320

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É curioso como conceitos novos colocam em dúvida os conceitos mais antigos apenas para provar que a doença aterosclerótica é uma doença inflamatória.

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Frequento discussões semanais que colocam a placa coronária como o alvo do tratamento clínico e intervencionista.

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Desde 1990, Ross provou que a doença inflamatória é mais importante que o achado de placa.

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Então agora querem encontrar a placa inflamada, juntando um conceito velho com um novo.

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E lá vamos nós de novo, virar o paciente de cabeça para baixo para encontrar as placas inflamadas.

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E torcendo as estatísticas até escorrer uma indicação de intervenção.

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Aterosclerose não é doença recente nem relacionada só à vida moderna.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X11000660?via%3Dihub

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Atherosclerosis in Ancient Egyptian Mummies: The Horus Study

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The 20 mummies with definite or probable atherosclerosis were older at time of death (mean age 45.1 ± 9.2 years) than the mummies with CV tissue but no atherosclerosis (mean age 34.5 ± 11.8 years, p < 0.002).

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Vejam que as múmias com Aterosclerose diagnostica não eram idosas, abaixo de 60 anos.

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Conclusions

Atherosclerosis is commonplace in mummified ancient Egyptians.

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Apesar da vontade dos métodos de imagem de escanear cada habitante do planeta para Aterosclerose, vemos que o problema é mais antigo e não relacionado exclusivamente aos tempos modernos.

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Como a Aterosclerose é predominante, mesmo em pessoas de 45 anos, procurar placas é um exercício egoísta do método, apenas, sem fundamento no benefício do pacientes assintomático.

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Microscopia com Strain

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https://link.springer.com/article/10.1007/s10554-016-1022-x

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The accuracies were acceptable (71–80%) with modest sensitivities (54–65%) and high specificities (80–91%). The deformation response to vasodilator infusion was associated with the presence of CAD. Endocardial, midventricular and epicardial GLS and AFI from adenosine SE had similar diagnostic values. The specificities were high, but the modest sensitivities are a limitation to the clinical application.

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Vejam como a deformação longitudinal não responde adequadamente em isquêmicos.

O curioso é que sempre apontamos a região subendocárdica como a mais afetada por isquemia coronária.

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Sendo assim, deveria afetar a deformação da região subendocárdica e nem sempre afetar a subepicárdica.

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Pode ser a falta de acuidade do método, que não é microscópico.

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Esta abordagem em laminas foi explorada por Thor mas sem continuidade. Não captamos o motivo da desistência dele.

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O que sabemos é que o miocárdio torce e o espessamento ou encurtamento é secundário.

E em se tratando de contração, são vários vetores de deslocamento que não cabem na análise longitudinal.

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Mas a linha de pesquisa é fascinante.

Deveriam optar por esforço ou no mínimo, dobutamina, para uma avaliação mais sensível da deformação.

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Átrio esquerdo indexado para todos?

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Factors contributing to left atrial enlargement in adults with normal left ventricular systolic function

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0914508709002822

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Estudo demonstra que o volume indexado do átrio esquerdo se correlaciona com…

A Hemoglobina!!!!

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O que fazer com a informação abaixo? É relevante?

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The present study demonstrated that LV mass index, hemoglobin concentration, and female gender were independently associated with LA enlargement assessed by LAVI in patients with normal systolic LV function. In addition, LV mass index and hemoglobin concentration also independently contributed to LA enlargement in both genders.

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Por que o sexo feminino aumenta a chance de VAi mais elevado?

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SC (m2) = 0,007184 X ( Altura (cm)  )0,725) X ( Peso (kg) )0,425 

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Cálculo do IMC é feito dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado.

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Vemos que quanto mais o indivíduo ganha peso, supondo a altura fixa, menor será o VAi.

Então ter uma superfície corporal menor pode ajudar no aumento do VAi!

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O mesmo acontece com o LAi se o indexador for o IMC.

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Então, apenas a altura é fixa para o indivíduo e deveria ser o padrão para indexar???

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Cálcio coronário é marcador de estabilidade?

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Vascular calcification is a hallmark of atherosclerosis. The location, density, and confluence of calcification may change portions of the arterial conduit to a noncompliant structure. Calcifications may also seed the cap of a thin cap fibroatheroma, altering tensile forces on the cap and rendering the lesion prone to rupture. Many local and systemic factors participate in this process, including hyperlipidemia, ongoing inflammation, large necrotic cores, and diabetes. Vascular cells can undergo chondrogenic or osteogenic differentiation, causing mineralization of membranous bone and formation of endochondral bone. Calcifying vascular cells are derived from local smooth muscle cells and circulating hematopoietic stem cells (especially in intimal calcification). Matrix vesicles in the extracellular space of the necrotic core serve as a nidus for calcification.

Although coronary calcification is a marker of coronary atheroma, dense calcification (>400 HU) is usually associated with stable plaques.

Conversely, microcalcification (often also referred to as spotty calcification) is more commonly an accompaniment of vulnerable plaques. Recent studies have suggested that microcalcification in the fibrous cap may increase local tissue stress (depending on the proximity of one microcalcific locus to another, and the orientation of the microcalcification in reference to blood flow), resulting in plaque instability. It has been proposed that positron emission tomography imaging with sodium fluoride may identify early calcific deposits and hence high-risk plaques.

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Nada como o tempo para esclarecer as diferenças entre os métodos.

O escore de cálcio sempre viu placas estáveis.

Porque a fisiopatologia ensinava que o cálcio deposita mais nas placas estáveis!!!

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O exame das carótidas continua sendo a análise da anatomia vascular, com ou sem estabilidade.

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Vejam que estamos agora na fase de dividir a íntima da média.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915017301351

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