Onde queremos chegar com o 3D?

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Onde queremos chegar com o 3D na ecocardiografia?

Pois após 20 anos no US geral, o 3D ainda é usado só para o exame acima, na maioria absoluta dos casos.

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Vejamos onde eles erraram:

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.7863/jum.2007.26.10.1279/full

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Em três de quatro imagens , eles usam o 2D.

Como nós no Eco 3D, usamos a muleta do 2D e o 3D fica apenas como um acessório, uma curiosidade.

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Outro artigo chega a seguinte afirmação:

Conclusions. Follicle counts using 3D volumes were similar to 2D counts, and 3D follicle counts done by an inexperienced operator were similar to counts done by an experienced sonographer.

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.7863/jum.2009.28.10.1281/full

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De novo, imagem com três 2D para um 3D:

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Como somos humanos, nossa história se repete.

Abandonar uma tecnologia que dominamos não é fácil.

Já queimamos máquinas de tecelagem, recusamos abandonar os cavalos e por aí vai…

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Mas somos médicos, calçados em evidências científicas, procurando o melhor para o paciente.

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Vamos imitar os ultrassonografistas e usar o 3D sem valorizá-lo adequadamente?

Nossos rostinhos de nenê serão a eterna representação 3D da Mitral e da via de saída do ventrículo esquerdo?

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Século 21 e o 3D

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https://www.einstein.br/ensino/atualizacao/ecocardiografia_tridimensional_no_seculo_21

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Os leitores do blog sabem do apoio ao 3D que exercemos.

O 3D é a maneira mais fácil de tornar a ecocardiografia um método de ponta, novamente.

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A dificuldade maior não é o custo do aparelho, já que o concorrente custa mais de 3 milhões.

A maior barreira é a própria abordagem de ensino, colocando o 3D com acessório ao 2D.

Vendido como acessório, fica caro demais.

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Quando os professores usarem o 3D puro, forçando o aluno 2D a virar 3D ou não entender a imagem, aí seremos vitoriosos.

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Espero que o alto nível dos professores envolvidos entenda essa abordagem radical proposta no blog há 5 anos e nunca executada por dezenas de cursos em todo o mundo.

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Mesmo o maior mestre do 3D, Professor Badano, não faz essa abordagem modernista.

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Vejam o exemplo do 3D de US geral, que ficou restrito ao “rostinho do feto” justamente porque ultrassonografistas não conseguiram escapar do 2D para usar apenas o 3D.

Alguém em sã consciência afirma que enxergar em 3D não é uma vantagem?

Não é assim na natureza, testada ferozmente por milênios????

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Nunca houve uma escola de US focada em 3D full time, assim como não existe na ecocardiografia.

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Enquanto isso, a concorrência imprime fotos enormes em 3D que fazem os médicos solicitantes sorrirem de um canto a outro antes de consultarem o laudo baseado em 2D!!!

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Caro leitor , meu igual , meu irmão,

embarque de verdade no século 21.

 

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Portáteis novos X Portáteis renovados

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São frequentes as perguntas sobre compra de portáteis.

É importante relatar que a tecnologia embarcada mudou.

Apesar a aparência de novo, alguns portáteis são apenas um aparelho fixo que foi encaixado em um pequeno espaço e chamado de portátil.

Não aceite uma máquina  incompatível com transdutor matricial, a última revolução em imagem.

Acredite no Speckle Tracking como tecnologia que veio para ficar e não pode faltar em um aparelho novo.

Software de Ecoestresse e aceitar transesofágico? Obrigatórios.

Assistência técnica?

Caso exija rapidez e custo baixo pode desistir agora. Independente da marca.

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Então sobram apenas aparelhos caros?

Depende do volume de exames projetados para o serviço.

Menos de 80 exames mês? Esqueça as recomendações acima e compre o mais barato, como o Vivie “e”.

Mais de 80 exames e menos de 250? Nem pense em economizar pois é investimento garantido.

Mais de 250 exames? Aí é só questão do prazo de entrega.

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Papel do Strain da Dissincronia

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http://www.echorespract.com/content/3/1/R1.full

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Quando um método não é bom para prever a recuperação de função após uma intervenção, podemos questionar sua aplicação.

Mas também é válido questionar a intervenção realizada.

Quais são as evidências maiores de benefício com a ressincronização?

Vejam os números do estudo(48) com 208 pacientes:

Follow-up

The median follow-up was 4.0 years (IQR: 3.25 to 4 years). During follow-up, 38 patients (18%) died, 4 (2%) had a heart transplant, and 6 (3%) received LVADs. Eleven patients (5%) died during the first 6 months after device implantation.

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Seguir por 4 anos pacientes com BRE e ICC cardíaca significativa e encontrar apenas 18% de óbitos? Com fração de ejeção de 24% e 200 ml de VE?

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Acreditamos que a intervenção precisa melhorar antes de descredenciar o ecocardiograma ou valorizar apenas alguns achados como o “Flash do septo”.