Escore de risco com Strain para hipertensos

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Prognostic Implications of LV Strain Risk Score in Asymptomatic Patients With Hypertensive Heart Disease

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X16302558

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Conclusions

LV longitudinal function is associated with MACE, independent of and incremental to clinical parameters and LVMI in HHD. Deterioration in strain was more strongly associated with MACE than were LVH and LV circumferential function, reflecting a higher susceptibility to chronic HTN and higher sensitivity to MACE of GLS. A multiparametric risk score including GLS may lead to better appreciation of a risk of MACE in HHD.

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Todo marcador que se firma na medicina, acaba sendo inserido em um Escore.

O Strain consegue agora esta inserção.

Mais uma evidência de uso na rotina impossível de menosprezar.

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Fluxo coronário e as lâminas do miocárdio vistas ao Speckle Tracking

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Wave Intensity Analysis in the Human Coronary Circulation in Health and Disease

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3968589/

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Em todas as artérias, o fluxo sanguíneo ocorre ao longo de um gradiente de pressão. Nas artérias sistêmicas, esse gradiente de pressão é geralmente gerado na extremidade proximal (aórtica) do vaso, levando o sangue para o leito capilar. A circulação coronariana, no entanto, oferece uma exceção, onde flutuações na pressão não apenas se originam na extremidade proximal do vaso, mas também se originam na extremidade distal (microcirculatória) do vaso [1]. Essas alterações de pressão originárias distais são ativamente geradas pela compressão e descompressão da microvasculatura, que fazem com que a forma de onda da velocidade de fluxo na artéria coronária seja muito diferente daquela de uma artéria sistêmica, como a aorta (Fig. 1).

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Leiam agora:

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A aceleração do fluxo sanguíneo durante este período, em face da queda da pressão, pode, portanto, ser devida apenas a uma onda originária do vaso distal, criando um efeito de sucção que acelera o fluxo sanguíneo para a microcirculação

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A contribuição do camada subendocárdica em seu Strain longirtudinal (70%) ao repouso ainda não foi determinada em seu mecanismo de gerar sucção. Sem sucção o fluxo coronária pode ser diminuído, reduzindo ainda mais a oferta de sangue à uma área já isquêmica. 

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Isquemia nas lâminas, individualmente, pode gerar menor sucção e mais isquemia.

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Aí pode estar a chave do gradiente de Strain entre as lâminas cardíacas e a determinação de coronariopatia ao repouso.

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