Veia cava inferior como informação de pré carga elevada.

201505301038390044card

.

Antes de continuar, leiam o cardiopapers aqui

.

O texto coloca muito bem as dificuldades em usar a VCI, principalmente em pacientes com ventilação mecânica.

.

A pergunta mais frequente da terapia intensiva continua em aberto: Dou volume ou não, para este paciente?

.

Achamos que tomar esta decisão baseada apenas na VCI é arriscado.

.

Precisa analisar as câmaras direitas.

Estão dilatadas? (Precisam estar dilatadas na pré carga aumentada)

Função do VD deprimida ou preservada ao Doppler Tecidual do anel tricúspide ? (Um VD bom aguenta volume, já um ruim pode precisar muito de volume no caso de hipertensão pulmonar)

.

Como está a curva de refluxo tricuspide?

Pico precoce ou tardio ?( Precoce sugere VD bom com AD com pressões baixas)

.

E o ventrículo esquerdo?

Fração de ejeção preservada, pouco ou muito deprimida? (Muito deprimida não tolera erros de infusão de volume)

.

Com estas informações, a decisão de dar volume ou não, é mais segura.

.

Vejo na UTI um apego desmedido a avaliação exclusiva da VCI.

Erro de análise e prejuízo à decisão clínica.

.

 

 

Estenose aórtica com Doppler de carótidas

1a

.

Quem recebe um laudo de idoso com diagnóstico de estenose aórtica grave deve procurar sinais clínicos de gravidade:

. Diminuição do diferencial entre a pressão sistólica e diastólica. (Tipicamente 110/90mmHg)

. Pulso parvus et tardus

. Sopro em crescendo-decrescendo em foco aórtico com irradiação para carótidas


Mesmo que o ecocardiograma venha sem hesitação, com área abaixo de 0,8cm2

.

Já o ecocardiografista pode usar uma manobra bem útil, caso realize Doppler de Carótidas.

Procure o padrão de Velocidade Sistólica na interna próxima do valor da diastólica,

algo incomum em idosos normais e mais comum em idosos com estenose aórtica significativa.

.

p492

.

O padrão acima na carótida interna é incomum no paciente acima de 65 anos.

.

 

 

Advinha quem antecipou o enorme sucesso do P500?

1a

via EuroEcho17: Portátil? Até a Siemens

.

Quando testamos o aparelho no EuroEcho ficou claro o mercado comprador :

Brazil!!!

.

Agora que o aparelho foi demonstrado na JPR, todos querem conhecer.

.

Fizemos as contas, são mais de 1000 potenciais compradores no país.

.

Será que a empresa têm para entregar????

.

 

EuroEcho17: Erramos, assume a imagem europeia

wheelchair-bound-african-american-woman-doctor-article-__v30034229

.

Uma das maiores novidades do EuroEcho 2017 ainda não contamos aqui.

.

A partir de 2020, o congresso não abordará mais temas especificos dos métodos de imagem.

.

O temas serão as doenças cardiovasculares e como os métodos de imagem podem ajudar o paciente!

.

Ao invés de “Tomografia na doença valvar aórtica”, será ” A doença valvar aórtica “.

.

Os subtemas serão as modalidades mas o principal será sempre a doença.

.

Interessante, não?

.

Eles descobriram que as disputas entre métodos de imagem não traziam benefício ao maior interessado, o doente.

 

Ele chegou. P500 Siemens, para todos os orfãos do Vivid.

1a

.

Devidamente registrado na ANVISA

https://www.smerp.com.br/anvisa/?ac=prodDetail&anvisaId=10345161971

.

Detalhes

https://www.healthcare.siemens.com.br/ultrasound/cardiovascular/acuson-p500-ultrasound-machine

.

Preços e detalhes?

Customer Care Center (CCC)

0800 55 48 38
0800 12 96 33

uptime.br.team@siemens-healthineers.com

.

Com um detalhe:

.

1a

.

Esqueça o portátil americano que já dominou o mercado. Acabou, já foi.

.

Aparelho portátil de grandes fábricas  agora é Siemens ou Philips.

.

Beira do leito?

Pronto socorro?

Três consultórios?

Cidades vizinhas?

.

Está resolvido.

.

Carimbo aprovado

Volume atrial é obrigação, índice de expansão do volume atrial é avanço.

1a

.

https://www.internationaljournalofcardiology.com/article/S0167-5273(18)30020-2/pdf

.

5. Conclusion
LAEF and LAi independently predicted incident AF following STEMI
and added incremental prognostic information in addition to established
predictors of AF. Maximal LA volume was not an independent predictor of
incident AF after multivariable adjustment

.

Incrível como uma medida simples e fácil de obter, pode ser tão útil.

.

Reforça a idéia da fibrilação atrial como resultado de átrios disfuncionantes, com fibrose avançada.

.

Perdemos muito tempo com o tamanho do átrio.

.

Para descobrir que a função é mais importante ainda.

.

 

Só o ecocardiograma salva na IC.

gr2

.

 

Utility of Left Atrial Expansion Index and Stroke Volume in Management of Chronic Systolic Heart Failure

.

https://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(18)30001-4/abstract

.

Highlights

  • LA expansion index and stroke volume were utilized in management of chronic systolic HF.
  • The rate of adverse events was lower in echocardiographic guidance (32.7% vs 52.7%).
  • This strategy can reduce the prescribing frequency and dose of diuretics.
  • It can promote the maximal tolerable evidence-based medication prescription.

.

LA volumes were measured at two points, immediately before mitral valve opening (maximal LA volume [Volmax]) and at mitral valve closure (minimal LA volume [Volmin]). LA expansion index was calculated as [(Volmax − Volmin) × 100%]/Volmin.

.

Este índice de volume atrial expandido foi bem utilizado em outro estudo

.

Left atrial expansion index predicts all-cause
mortality and heart failure admissions in dyspnoea
.
Max indexed LAV (mL/m2)  26+ 14    40 + 17 ,                    0.0001
Min indexed LAV (mL/m2)   13+ 10    27 + 16 ,                     0.0001
E/e’      10.0 + 4.3        15.4 + 6.7 ,                                               0.0001
LA expansion index (%) 139 + 81 61 + 31 ,                     0.0001
.
.
Conclusions:  The LA expansion index predicts adverse events in patients with dyspnoea. The prognostic power of the index exceeds that of other well-established echocardiographic parameters such as E/e’ and maximal indexed LA volume.
.