Ambulatório de cardiopatias estruturais

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Um clínico com mais de 20 anos de experiência.

Um ecocardiografista dedicado a patologias congênitas em adultos.

Um ecocardiografista dedicado a valvulopatias.

Um cardiologista como médico em treinamento em patologias estruturais.

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Está formado o ambulatório de patologias cardíacas estruturais, envolvendo valvulopatias, doenças congênitas em adultos e outras doenças estruturais.

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Seguindo a tendência mundial de time de especialistas na área de patologias estruturais, montamos nossa equipe.

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Que venham os casos!!!!

É a Geometria, Ecocardiografistas

echo14190-fig-0001-m

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New classification of geometric patterns considering left ventricular volume in patients with chronic aortic valve regurgitation: Prevalence and association with adverse cardiovascular outcomes

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14190

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Conclusões

Em uma coorte contemporânea de pacientes com RA, aplicando o novo sistema de classificação de remodelação do VE, apenas uma minoria apresentou geometria normal. A HVE dilatada e a HVE excêntrica mostraram uma penalidade de resultado distinta após o ajuste para fatores de confusão.

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Os principais achados podem ser resumidos da seguinte forma: (a) a maioria dos pacientes apresenta algum tipo de remodelação do VE; (b) a resposta de remodelação do VE é heterogênea no momento do diagnóstico de AR; e (c) a HVE dilatada e a HVE excêntrica tiveram o pior prognóstico, enquanto a remodelação excêntrica teve menos eventos.

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A dilatação ventricular na insuficiência aórtica é praticamente obrigatória. Mas o caminho para a dilatação pode atravessar outros momentos e depende da gravidade do refluxo.

Artigo demonstra a importância de classificar o tipo de adaptação apresentada na valvulopatia para auxiliar na decisão do momento de intervenção.


Consideramos a hipertensão um fator decisivo na evolução, como demonstrado.

Hypert 14 (35,0%) 7 (50,0%) 26 (60,5%) 22 (48,9%) 26 (68,4%) 53 (57,0%) 16 (29,6%) 14 (32,6%) 178 (48,1%) <0,001

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Pacientes com insuficiência aórtica significativa deveriam apresentar diastólica mais baixa, por fisiopatologia básica.

Quando são hipertensos, esta pressão diastólica elevada é comunicada diretamente ao VE na Diástole.

O que pode levar a dilatação, que é o definidor da taxa de eventos elevada.

Mais um destaque para a importância do tratamento intensivo da hipertensão nos pacientes com insuficiência aórtica

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