3D Echo é superior em valvopatias

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Three-Dimensional Echocardiographic Assessment of Mitral Annular Physiology in Patients With Degenerative Mitral Valve Regurgitation Undergoing Surgical Repair: Comparison between Early- and Late-Stage Severe Mitral Regurgitation

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A RM quer ser padrão ouro calculando refluxo Mitral por Simpson.

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Acontece que o padrão ouro para volume ventricular é o ECHO 3D, não o cateterismo.

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Encerrando o assunto volume do VE, vale a pena avançar para a morfologia do anel ao ecocardiograma tridimensional.

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S089473171830378X

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Ventricular-annular decoupling is thought to exist in all degenerative severe MR.

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Mitral annular saddle shape was compared between early- and late-stage severe MR.

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Ventricular-annular decoupling seen in late-severe MR is absent in early-stage MR.

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Surgery in early-stage severe MR preserves mitral annular function.

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3D TEE provides full mitral annular evaluation which is beyond 2D parameters.

 

Enquanto o 3D patina, a RM acelera na Insuficiência Mitral

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731718302001

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Conclusion

Echocardiographic parameters of mitral regurgitation as recommended by the ASE had moderate correlations with MRI-RV. The best predictors of MRI-RV were PISA-derived effective regurgitant orifice area, PISA-derived regurgitant volume, left ventricular end-diastolic volume, and the presence of a flail leaflet, suggesting that these parameters should be weighted more heavily than other echocardiographic parameters in the application of the ASE-recommended integrated approach.

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Enquanto a ecocardiografia 3D patina na política dos fabricantes, os mesmo que fabricam RM, a avaliação de valvopatias se desloca para a área de ressonância.

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Baseada em estudos discutíveis, a RM já se coloca como padrão ouro na insuficiência Mitral.

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https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/01.CIR.92.5.1151

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Usar o cateterismo como padrão ouro na comparação de volumes e regurgitação é inapropriado, sendo muito educado.

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Twenty-three subjects (14 women and 9 men 15 to 72 years of age) with (n=17) or without (n=6) mitral regurgitation underwent MRI scanning followed immediately by cardiac catheterization.

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Com um número acima de pacientes estudados, é incrível o nível de publicação alcançado!

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Em 2018, defender o cateterismo em estudo antigo (Originally publishedCirculation. 1995;92:1151–1158) como regra padrão na avaliação de valvopatias despreza anos de publicações do 3D na área.

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Valor do Ecocardiograma

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Pesquisa com mais de 700 votos aponta o valor mais comum recebido por um exame de ecocardiografia.

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São 45 dólares na melhor das hipóteses.

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Uma ressonância não saí por menos de 400 dólares.

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Quase 10 vezes mais cara.

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Para as indicações abaixo:

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Entre outras indicações: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2006001600035

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Mesmo assim, evoluções do ecocardiograma como o 3D e Strain, que substituem grande parte das indicações verdadeiras de RM, não são remuneradas.

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É o melhor para a medicina o uso de uma tecnologia de 400 dólares no lugar de uma outra abaixo de 100 dólares?

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E seguimos sem receber o Strain e sem realizarmos o 3D por absoluta inviabilidade econômica.

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Strain mais confiável que o 3D?

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731717305266?via%3Dihub

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Reliability of Left Ventricular Ejection Fraction from Three-Dimensional Echocardiography for Cardiotoxicity Onset Detection in Patients with Breast Cancer

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Highlights

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The exclusive use of the LVEF index seems inappropriate for cardiotoxicity onset assessment.

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Variability in LVEF computation is a confounding factor for cardiotoxicity monitoring.

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Different software packages should not be used interchangeably for LVEF monitoring.

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GLS should be integrated with LVEF monitoring during and after chemotherapy administration.

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Por esta nós não esperávamos!

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Grupo italiano documenta a confiabilidade do Strain comparado ao 3D em quimioterapia.

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E o Strain foi mais confiável.

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Após tantos anos, o 3D ainda não está pronto e padronizado.

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Cada máquina faz os seus milhões de cálculos e reconstruções.

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Será que o 3D na ecocardiografia vai ficar com o mesmo papel que tem na Tomografia, só serve para uma foto bonita???

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Diástole 3D

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Impact of Left Ventricular Diastolic Property on Left Atrial Function from Simultaneous Left Atrial and Ventricular Three-Dimensional Echocardiographic Volume Measurement

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https://www.ajconline.org/article/S0002-9149(17)30187-X/fulltext

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In conclusion, simultaneous LA and LV volumetric analyses through 3D echocardiography clearly demonstrate the characteristic LA functional alterations following LA dilation caused by LV diastolic dysfunction.

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Não basta mais medir o volume atrial esquerdo para avaliar a diástole.

O 3D inova com a curva do volume atrial esquerdo.

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Feita de modo quase automático ao 3D, pode se tornar rápida o suficiente para virar rotina.

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Mais uma demonstração que a revolução do 3D só esta esperando uma máquina abaixo de 150 mil para ocorrer.

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Função ventricular 3D em menos de 10 segundos

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5789221/

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The Role of Automated 3D Echocardiography for Left Ventricular Ejection Fraction Assessment

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O caminho da avaliação da função ventricular está definido.

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Melhor se adaptar.

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Compare a qualidade do 3D com outras modalidades

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Fração de ejeção semi ou automática

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Um dos melhores livros, se não for o melhor, já anunciava em 2006 o uso da fração de ejeção como boa opção no modo automático ou semi automático.

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Faça este esforço em seu laboratório e ajude a ecocardiografia.

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Ligue o ECG sempre.

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Use a fração de ejeção automática ou semi automática.

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Faça as correções necessárias e coloque os valores no laudo.

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NÃO SOIS MÁQUINA, HOMENS É QUE SOIS.

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Automated border detection in three-dimensional echocardiography: principles and promises

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https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/11/2/97/2397101

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Artigo acima muito interessante. Coloca a detecção da borda automática no lugar certo, hoje.

Temos tentado adotar a fração de ejeção por Simpson no modo automático como obrigatório no exame, já que o ECG está sempre ligado.

Pode desenhar à vontade mas faça em seguida a borda automática.

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Quem chegou mais longe na detecção de bordas foi a Acuson-Siemens, acima.

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O aparelho topo de linha mundial tem tudo (https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@global/@imaging/@ultrasound/documents/download/mda4/mtqy/~edisp/v2_us_sc2000_general_cardiologist_flyer-05224462.pdf)

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A novidade foi colocarem a detecção completa deles para 2D no aparelho intermediário, X700

https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@global/@imaging/@ultrasound/documents/download/mdaz/mzc1/~edisp/acuson_x700_cardiology_flyer-01433427.pdf

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Assim, o ecocardiograma básico vai ficando cada vez mais fácil, deixa de ser “estado da arte” para ser trabalho de máquinas.

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A boa notícia é que o STRAIN , Ecoestresse,  4D, TAVR, Válulas e outros ainda precisam bastante de um ecocardiografista habilidoso

 

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Entenderam a dica????

 

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