Dia D do Strain Brasileiro

Dia 19/11 de manhã, o DIC realizará reunião decisiva sobre o Strain e 3D TEE na ANS.

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Precisam ser incorporados ao rol de procedimentos!!!!

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Parabéns ao DIC por esta luta fundamental.

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Deu Ecoestresse e Carótidas na Síndrome Coronária Crônica.

https://doi.org/10.1093/ehjci/jez219

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Finalmente a sociedade européia acordou.

O US de Carótidas é um método de baixo custo e sem risco que pode ser usado na suspeita de coronariopatia.

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Mais importante, o Ecoestresse deve ser feito já de início na suspeita de coronariopatia crônica!!!!

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Não têm competidor para o Ecoestresse na bicicleta:

É bom, rápido, sem risco e de baixo custo.

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Desde 1999 defendendo o método, nunca é tarde para ter razão.

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E de brinde, ganha um cicloergométrico:

Exercise ECG is recommended for assessment of exercise tolerance, symptoms, arrhythmias, blood pressure response, and event risk in selected patients.  

Eco na Dissecção

The current role of echocardiography in acute aortic syndrome

https://erp.bioscientifica.com/view/journals/echo/6/2/ERP-18-0058.xml

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Acute aortic syndrome (AAS) comprises a range of interrelated conditions caused by disruption of the medial layer of the aortic wall, including aortic dissection, intramural haematoma and penetrating aortic ulcer. Since mortality from AAS is high, a prompt and accurate diagnosis using imaging techniques is paramount. Both transthoracic (TTE) and transoesophageal echocardiography (TEE) are useful in the diagnosis of AAS. TTE should be the first imaging technique to evaluate patients with thoracic pain in the emergency room. Should AAS be suspected, contrast administration is recommended when images are not definitive. TEE allows high-quality images in thoracic aorta. The main drawback of this technique is that it is semi-invasive and the presence of a blind area that limits visualisation of the distal ascending aorta near. TEE identifies the location and size of the entry tear, secondary communications, true lumen compression and the dynamic flow pattern of false lumen. Although computed tomography (CT) is the most used imaging technique in the diagnosis of AAS, echocardiography offers complementary information relevant for its management. The best imaging strategy for appropriately diagnosing and assessing AAS is to combine CT, mainly ECG-gated contrast-enhanced CT, and TTE. Currently, TEE tends to be carried out in the operating theatre immediately before surgical or endovascular therapy and in monitoring their results

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A síndrome da aorta aguda (SAA) compreende uma série de condições inter-relacionadas causadas pela ruptura da camada medial da parede aórtica, incluindo dissecção da aorta, hematoma intramural e úlcera aórtica penetrante. Como a mortalidade por EAA é alta, um diagnóstico rápido e preciso usando técnicas de imagem é fundamental. Tanto o ecocardiograma transtorácico (ETT) quanto o transesofágico (ETE) são úteis no diagnóstico de EAA. O ETT deve ser a primeira técnica de imagem a avaliar pacientes com dor torácica na sala de emergência. Se houver suspeita de AAS, a administração de contraste é recomendada quando as imagens não são definitivas. O ETE permite imagens de alta qualidade na aorta torácica. A principal desvantagem dessa técnica é que é semi-invasiva e a presença de uma área cega que limita a visualização da aorta ascendente distal próxima. O TEE identifica a localização e o tamanho do rasgo de entrada, comunicações secundárias, compressão verdadeira do lúmen e o padrão de fluxo dinâmico do falso lúmen. Embora a tomografia computadorizada (TC) seja a técnica de imagem mais utilizada no diagnóstico de EAA, a ecocardiografia oferece informações complementares relevantes para seu manejo. A melhor estratégia de imagem para diagnosticar e avaliar adequadamente o EAA é combinar a TC, principalmente a TC com contraste com eletrocardiograma e o ETT. Atualmente, a ETE tende a ser realizada na sala cirúrgica imediatamente antes da terapia cirúrgica ou endovascular e no monitoramento de seus resultados

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Apesar do uso exaustivo da Tomo para o diagnóstico de Dissecção, o papel do Ecocardiograma continua fundamental no paciente com quadro clínico de Dissecção da Aorta..

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Bem mais para a Índia que para os EUA

Na crise atual, os laboratórios de ecocardiografia estão mais preocupados em sobreviver.

Mas é sempre bom acompanhar os preços pagos por um ecocardiograma em outros países.

Infelizmente, nosso preço embarcou no expresso para o Oriente.

Não errem na precificação do Strain

As vantagens do Strain no acompanhamento da quimioterapia jã são documentadas e concretas.

Falta o pagamento.

Veja o argumento da ASE

Value Proposition for Payers

Potential benefits to payers associated with limited coverage of this code as detailed above include the following:

−Potential to reduce hospitalizations and overall healthcare costs in patients receiving potentially cardio toxic chemotherapy

            −Opportunity to help women with advanced breast cancer (the majority of   patients receiving anthracyclines, trastuzumab)

            −Congruent with most payers core principle of innovation

            −Low risk proposition (for example V67.2 comprised just 3% of indications for  echocardiography at Saint Luke’s Mid America Heart Institute in 2014)

Americanos sempre falam em dinheiro.

E em reduções de gastos associados aos benefícios de novas tecnologias.

Além do livro. 3D economiza RM e TC.

O livro é muito bom.

Mas compara o 3D com o 2D.

Discordamos cordialmente.

O concorrente do 3D Echo é a RM e TC.

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Um aparelho 3D moderno e verdadeiro, sem atalhos ilusórios, elimina a necessidade de RM Cardíaca em 99% dos casos.

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É fato, um software completo de cardiologia para RM custa mais de 200 mil dólares e é PERFEITAMENTE dispensável se existir um aparelho 3D verdadeiro no local, comprado por menos da metade do preço.

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O valor do AE em volume

http://www.revportcardiol.org/en-left-atrial-volume-index-can-articulo-S2174204918303556

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LA volume was estimated by the area-length method. LA area and length were measured at end-systole in apical 4- and 2-chamber views, excluding the atrial appendage and pulmonary veins. LA volume was calculated using the formula (A1×A2/L)×8/3π, where A1 and A2 are the LA areas from 4- and 2-chamber views, respectively, and L is the shorter of the two long-axis lengths

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normal LA size was defined as LAVI ≤34 ml/m2, mild dilatation as 35-41 ml/m2, moderate dilatation as 42-48 ml/m2 and severe dilatation as >48 ml/m2.

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However, in this study only moderate and severe LA enlargement and age >75 years were predictors of all-cause mortality and only severe LA enlargement, moderate-to-severe LV systolic dysfunction, LV hypertrophy and moderate mitral regurgitation were independent predictors of both composite endpoints.

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Átrios acima de 28 ml/m2 e abaixo de 34 ml/m2 são normais?

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Provavelmente não.

Mas para capturar o impacto na sobrevida seria necessário um número maior de pacientes e de tempo de acompanhamento.

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