Próteses ao ecocardiograma

Figure2

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https://www.hvt-journal.com/articles/art46

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Table 3. Echocardiographic indices of the severe obstruction of replaced aortic valve (7, 8, 13, 15, 47)
Thickening or limited mobility of cusps or occluding discs
Calculated by Doppler method effective orifice area (EOA)  >0.35 cm2 less than expected  (in comparison with normal values for implanted type of prosthesis)
Narrowed systolic colour flow through the valve
Change in measurements more than 25% on serial studies
In a case of the previous data absence:

  • Effective orifice area (EOA) <0.8 cm2
  • Peak velocity (V max) ≥4.0 ms
  • Mean pressure gradient ≥35 mm Hg
  • Acceleration time of systolic flow >100 ms

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Artigo muito bom para quem ficou curioso com a aula do DIC.

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  • Acceleration time of systolic flow >100 ms

Surpresa vermos o uso desta importante informação ao ecocardiograma que têm sido menosprezada nos últimos tempos.

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A aceleração prolongada é um excelente marcado da resistência ao esvaziamento ventricular e marcador de estenose funcionalmente significativa.

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Robô contra Clip

Bi-leaflet prolapsed mitral valve

Robotic mitral valve repair for all prolapse subsets using techniques identical to open valvuloplasty: Establishing the benchmark against which percutaneous interventions should be judged

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https://www.jtcvs.org/article/S0022-5223(11)00752-5/fulltext

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MitralClip é bom mas a robótica é superior, afirma o artigo acima.

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A cirurgia ainda resiste com avanços na robótica.

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Gostaria de ver uma comparação de custos!

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MitralClip Brasil

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http://www.rbci.org.br/pt/tratamento-percutaneo-da-insuficiencia-mitral/articulo/S0104184315000508/

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Publicação de dois casos em 2015 levantou o uso do MitralClip no país.

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Primeiro caso mostra uma interessante indicação por rutura de cordoalhas, que levaria a cirurgia aberta em nosso serviço.

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Complicação com Embolia pulmonar fatal impediu evolução e acompanhamento

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Segundo caso também por rutura em paciente de 93 anos.

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Esta pode ser acompanhada por 6 meses pelo menos e apresentou evolução muito boa.

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Os dois casos são emblemáticos pois mostram um tipo de paciente que está se tornando mais comum.

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O idoso com cordoalhas frouxas ou rompidas.

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São pacientes muito difíceis de controlar clinicamente.

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O idoso já tem disfunção diastólica natural, trabalha em pressões atriais mais elevadas e sem o recurso de sucção  ventricular pleno.

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Pequenos volumes subitamente acrescentados ao átrio esquerdo por regurgitações agudas são difíceis de compensar.

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Estes dois casos de intervenção endovascular são ilustrativos e atraentes para pacientes com os achados ilustrados.

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Assista no DIC 2018

14:00-14:30 CONFERÊNCIA: ESTADO DA ARTE NA INTERVENÇÃO PERCUTÂNEA DA VALVA MITRAL (MITRA CLIP E NOVAS PERSPECTIVAS)
Presidente: Maria Do Carmo Pereira Nunes (MG)
Palestrante: Judy Hung (Estados Unidos)
14:30-15:30 MESA REDONDA: ECOCARDIOGRAFIA NAS INTERVENÇÕES PERCUTÂNEAS
Moderador: Marcos Valério Coimbra Resende (SP)
Defeitos do septo interatrial
Palestrante: Renata de Sá Cassar (SP)
Fechamento de leak para valvar mitral
Palestrante: José Fernando Arruda (SC)
Alcoolização septal na cardiomiopatia hipertrófica
Palestrante: Vera Rigolin (Estados Unidos)
Discussão

No TEE, o melhor é não ir tão fundo?

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• Endoscope diameter = 7.0 mm; length = 70 cm

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Motivado por palestrantes do VALVE 18 em NY, nosso sonho de consumo no hospital agora é a aquisição, em andamento,  de um transesofágico fino, tipo infantil.

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Para abolir a sedação e realizar o exame invasivo em 5 minutos!

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Sente falta do corte Transgástrico?

Onde você esteve nos últimos anos da ecocardiografia????

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Estenose aórtica será igual intervenção (2) ?

F1.medium

http://circimaging.ahajournals.org/content/11/6/e007451

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Progression of Hypertrophy and Myocardial Fibrosis in Aortic Stenosis

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Conclusions: In patients with aortic stenosis, cellular hypertrophy and diffuse fibrosis progress in a rapid and balanced manner but are reversible after AVR. Once established, midwall LGE also accumulates rapidly but is irreversible post valve replacement. Given its adverse long-term prognosis, prompt AVR when midwall LGE is first identified may improve clinical outcomes.

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GOOGLE Translation:

Conclusões: Em pacientes com estenose aórtica, a hipertrofia celular e a fibrose difusa progridem de forma rápida e balanceada, mas são reversíveis após a AVR. Uma vez estabelecida, a midwall LGE também acumula rapidamente, mas é irreversível após a substituição da válvula. Dado o seu prognóstico adverso a longo prazo, a AVR(Troca)  imediata quando o LGE (late gadolinium enhancement) midwall é identificado pela primeira vez pode melhorar os resultados clínicos.

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Foram 42 mil TAVIs nos EUA no ano passado.

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Vão chegar rápido ao meio milhão em 5 anos.

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Expansão do infarto como causa de disfunção diastólica

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Ler o Braunwald sempre ajuda.

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Uma paciente apresentou edema pulmonar grave em exame de rotina na ecocardiografia , com 4 semanas de pós infarto.

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O exame pós evento não revelava refluxo mitral maior que leve-moderado.

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Qual a explicação para o edema?

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Muitos cardiologistas desconhecem o texto acima.

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Mas o ecocardiografista deve ficar atento.

O exame pós estabilização não pode ser tomado como definidor da dinâmica do refluxo.

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Inicie a semana com Strain GLS

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http://imaging.onlinejacc.org/content/11/5/673

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Incremental Prognostic Utility of Left Ventricular Global Longitudinal Strain in Asymptomatic Patients With Significant Chronic Aortic Regurgitation and Preserved Left Ventricular Ejection Fraction

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Conclusions In asymptomatic patients with ≥III+ chronic AR and preserved LVEF, worsening LV-GLS was associated with longer term mortality, providing incremental prognostic value and improved reclassification.

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Fração de ejeção por Simpson é legal mas já foi…

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Cada vez mais o Strain ocupa o espaço da avaliação ventricular.

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Barato e rápido, vai se firmando como obrigatório.

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Falta o pagamento!

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Estenose aórtica com Doppler de carótidas

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Quem recebe um laudo de idoso com diagnóstico de estenose aórtica grave deve procurar sinais clínicos de gravidade:

. Diminuição do diferencial entre a pressão sistólica e diastólica. (Tipicamente 110/90mmHg)

. Pulso parvus et tardus

. Sopro em crescendo-decrescendo em foco aórtico com irradiação para carótidas


Mesmo que o ecocardiograma venha sem hesitação, com área abaixo de 0,8cm2

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Já o ecocardiografista pode usar uma manobra bem útil, caso realize Doppler de Carótidas.

Procure o padrão de Velocidade Sistólica na interna próxima do valor da diastólica,

algo incomum em idosos normais e mais comum em idosos com estenose aórtica significativa.

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p492

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O padrão acima na carótida interna é incomum no paciente acima de 65 anos.

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A gente PISA e a RM deita e rola

JAC_Template

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Discordance Between Echocardiography and MRI in the Assessment of Mitral Regurgitation Severity: A Prospective Multicenter Trial

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109715001497

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É lógico que a concorrência  iria usar nossa insistência na errática avaliação com  PISA para comprovar superioridade da RM na insuficiência mitral.

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Vejo como avaliamos a regurgitação:

Components included were mitral regurgitant jet dimensions, regurgitant volume and regurgitant orifice area calculated using the proximal isovelocity surface area (PISA) technique, mitral E wave, vena contracta, left atrial volume, LV dimensions, and pulmonary vein systolic flow characteristics. 

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Conclusions

The data suggest that MRI is more accurate than echocardiography in assessing the severity of MR.

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Como a avaliação por PISA erra em 50% dos casos, fica fácil para a RM comprovar eficiência clínica.

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Nossas diretrizes para válvulas deveriam trazer o subtítulo:

Como padronizar a inferioridade da ecocardiografia.

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