Erros repetidos na área valvar aórtica

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http://circ.ahajournals.org/content/73/3/452

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As imagens eram assim:

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O aparelho parece que era anterior ao abaixo:

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O estudo citado e seguido para usar a continuidade na estimativa da área aórtica está disponível acima.

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Patient population. From January 1984 to 1985, a total of 50 patients, 49 with suspected valvular aortic stenosis and one with discrete subaortic stenosis, were evaluated.

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Sem dúvida foi um avanço na década de 1980.

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Número pequeno de pacientes e comparação a um método impreciso como o cateterismo

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Mesmo assim, são 30 anos de uso e diretrizes.

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Mandar operar um paciente usando unicamente a área estimada parece ser um erro.

Cai no entitulado “intervenção ingênua “.

Não confie em um laudo incoerente. Áreas pequenas são acompanhadas majoritariamente por gradientes, achados e morfologias combinantes.

A incalculável área da válva aórtica

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http://www.csecho.ca/wp-content/themes/twentyeleven-csecho/cardiomath/?eqnHD=echo&eqnDisp=avavti

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No papel é bem fácil estimar a área da valva aórtica na estenose.

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Medir a via de saída e colocar o pulsado no local exato já é outra história…

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Qualquer erro será multiplicado :

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E onde, exatamente, colocar o pulsado?

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Desafios: Local exato da medida na via de saída e ângulo do Doppler em relação ao vetor de fluxo.

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Quando nada disto é feito com rigor, surgem as estenoses graves (Área <1,0) com gradientes baixos.

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Pior, com fração de ejeção acima de 50%.

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Já cancelamos cirurgia de paciente na fila da estenose aórtica por diagnóstico equivocado do ecocardiograma ambulatorial.

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O laudo de ecocardiograma precisa fazer sentido do ponto de vista fisiopatológico.

Não pode ser uma invenção do método.

Têm que apresentar resultados concordantes e sinérgicos ou restará apenas a dúvida.

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Rigor nas medidas e ângulos, soma de achados acompanhantes e aí , sim= Laudo.

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Refluxo Aórtico: Quando operar?

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http://circ.ahajournals.org/content/circulationaha/early/2014/02/27/CIR.0000000000000029.full.pdf

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A diretriz acima coloca os pacientes assintomáticos em categorias claras de indicação.

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Estudos recentes questionam os volumes de ventrículo usados.

http://www.onlinejacc.org/content/68/20/2144

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As avaliações começam com o ecocardiograma funcional valvar mas depois, apenas as dimensões e fração de ejeção importam.

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Será que estamos chegando tarde, mesmo usando a diretriz?

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A primeira correção é usar sempre o volume indexado. Pois já aprendemos com o átrio esquerdo que a superfície corporal é indispensável.

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A segunda é usar o Simpson sempre, nem pense em Modo M com ventrículos remodelados. Com o cuidado de não cortar as laterais e inventar a borda ! Ventrículos grandes não cabem na largura padrão do transdutor. Abra mão da profundidade e taxa de quadros mas coloque o ventrículo inteiro na imagem.

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A terceira dica é a busca do paralelo perfeito com o fluxo/refluxo na aorta descendente. Apenas o alinhamento impecável mostrará o verdadeiro envelope de Pulsado do refluxo .

De volta ao mercado

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Vender aparelhos de ecocardiografia não é tarefa para amadores.

O comprador usa a máquina no seu dia a dia, com poucos megainvestidores atuando.

Ele quer testar, negociar preço e ter um representante acessível.

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A marca holandesa havia desistido desta abordagem e quase sumiu no mercado nacional de ecocardiografia.

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Em guinada comercial surpreendente, contratou os melhores da região para representá-la.

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Os aparelhos sempre foram bons.

Com uma equipe de vendas eficiente e vinda da principal concorrente, ficou bem mais fácil.

A ecocardiografia nacional agradece.

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Fotos em planos de cortes diferentes 


http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMicm1609054.

O duro de trabalhar com imagens médicas é que você pode virar um perfeccionista com planos de cortes.

As imagens acima , principalmente da Tomo, têm diferenças nos planos de cortes que dificultam a comparação.

As estruturas vizinhas revelam os desvios.

A cintilografia, nem vou comentar.

“Fibrilorefluxo”: Não mande operar sem entender.

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http://www.tcmonline.org/article/S1050-1738(16)30029-9/fulltext

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The anterior mitral leaflet attaches at its base to the aortic valve and accounts for one third of the annular circumference

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The posterior leaflet, which is attached to the remaining two-thirds of the annular circumference, is scalloped in appearance and can be divided into three segments: lateral (P1), middle (P2), and medial (P3) [10]. It attaches to the annulus that is in continuity with posterior LA wall, an anatomical setup that may allow for the potential development of functional MR in the setting of LA remodeling, as will be discussed below.

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During ventricular systole, the mitral annulus undergoes sphincteric contraction (decreasing area of the mitral orifice) and folds across its intercommissural axis [11], and appropriate annular motion is required for successful leaflet coaptation.

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Os detalhes da anatomia e da funcionalidade sugerem dois componentes separados. 

Um fortemente ligado à Aorta e outro à parede posterior do átrio. Para não vazar, o anel deve contrair na sístole, diminuindo a área. 

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E a arritmia?

The pathophysiology likely involves the interplay between longstanding alterations in effective atrial contraction, chronic left atrial remodeling and dilation, and mitral annular remodeling and dilation. Recently, Ring et al. have demonstrated using 3-dimensional transesophageal echocardiography that the mechanism of regurgitation in AFMR ultimately results in a loss of mitral leaflet apposition

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E a dilatação do átrio?

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LA dilation is clearly associated with AF, and may both lead to and result from the arrhythmia.

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Moral da história:

Os mecanismos de refluxo Mitral na FA são complexos e interdependentes.

Muito cuidado ao analisar uma insuficiência mitral e dar um laudo indicativo de intervenção.

Você têm que estar seguro do grau de insuficiência e de repercussão da valvopatia na presença de FA!!!