Florida Again?

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Não iremos este ano.

O curso é bom, mas a cada dois ou três anos.

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Em 2017, o EUROECHO será em Lisboa

Apesar da ecocardiografia não ser mais a estrela da festa, ainda vale a pena, devido aos  custos baixos de Portugal em relação a Europa e a ausência de frio congelante!!!

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Roberto e o 3D

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X16301474?via%3Dihub

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Ahead of future consensus statements on echocardiography education/training and guidelines we propose the following:

1.

3D echocardiography should be included as an integral part of future advanced training statements in level III echocardiography.

Só no nível III? Então vai aprender 2D completamente antes de iniciar o 3D?

 

2.

Competency in 3D echocardiography should be specifically detailed in training statements.

A separação entre as habilidades 2D e 3D ainda serão estimuladas?

 

3.

Future generations of echocardiography laboratory directors should be proficient in all aspects of 3D transthoracic and transesophageal echocardiography, including acquisition, manipulation, interpretation, and analysis of datasets.

Aí sim, todos devem dominar o 3D. E o futuro deve ser 2018.

 

4.

Current laboratory directors without competency in 3D imaging should strongly consider gaining experience through continuing medical education initiatives.

Esta sugestão eu quero ver acontecer. O maior obstáculo ao 3D é o ecocardiografista que domina há anos o 2D!!!

 

5.

Level III echocardiographers and laboratory directors should actively work to ensure 3D echocardiography is incorporated across the country.

A divisão de níveis não favorece o 3D. Vai funcionar como um limitante  aos grandes centros, como acontece com as microbolhas.

O 3D precisa ir pelo mesmo caminho do Speckle Tracking , qualquer um pode usar .

 

Ambulatório de Valvopatias

 

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Em Maio de 2017, por questões organizacionais da disciplina de cardiologia da UNICAMP, assumi a coordenação do ambulatório de valvopatias do HC.

Sendo ecocardiografista, a abordagem de valvopatias é um assunto rotineiro e ligado ao método.

Como clínico, é um desafio atuar em uma área frequentemente cirúrgica.

Indicar cirurgias é uma constante.

Logo um desafio foi colocado no caminho:

– Qual o papel dos implantes endovasculares de válvulas?

Novamente temos a escola determinista que domina a medicina atual com afirmações como:

– Melhor intervir antes de ser sintomático e ter possíveis lesões irreversíveis.

Afirmação que precisa ser comprovada por estudos amplos e isentos.

Estudos clínicos norteiam médicos no mundo todo.

A maioria é patrocinada por interessados na aprovação, como fabricantes e indústria farmacêutica.

Onde temos a isenção científica e o empirismo verdadeiro?

Cabe ao leitor descobrir.

O Roberto da ecocardiografia

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http://www.uchospitals.edu/physicians/roberto-lang.html

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Aortic Valve Replacement for Moderate Aortic Stenosis with Severe Calcification and Left Ventricualr Dysfunction—A Case Report and Review of the Literature

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http://journal.frontiersin.org/article/10.3389/fcvm.2017.00014/full

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Para aproveitar amplamente a visita de Roberto Lang ao Brasil, colocaremos em destaques os artigos que mais impactaram a área.

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Este chamou a atenção por diferentes estimativas da área aórtica.

Diferentes demais!

A pior estimativa e provavelmente com maior erro foi a realizada com o pacientes descompensado!!!

Lição para todos os ecocardiografistas!!!

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Repeat echocardiogram showed again severely reduced EF (<20%) now with qualitatively severe calcific changes of the aortic valve with a mean gradient of 17 mmHg and an aortic valve area of 0.83 cm2.

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Invasive hemodynamic measurements during right and left heart catheterization demonstrated increased biventricular filling pressures (RA 12 mmHg, RV 52/12 mmHg, PA 50/30 with mean of 23 mmHg, and LVEDP 30 mmHg), mildly reduced cardiac output (PA saturation 73%, cardiac index by Fick 2.9 L/min, and cardiac index by thermodilution 2.6 L/min), and moderate aortic stenosis with peak-to-peak pressure gradient of 20 mmHg between left ventricle and ascending aorta, with a calculated aortic valve area of 1.5 cm2 by the Hakki equation

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the visual estimated EF increased from 25 to 43%, and this was associated with a change of mean baseline aortic gradient of 12–19 mmHg, with a calculated aortic valve area by the continuity equation of 1.37 cm2

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