Doenças estruturais do coração

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As doenças não mudam mas os tratamentos sim.

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Rebecca de NY defende que o termo valvulopatias seja deixado de lado frente aos tratamentos de doenças estruturais do coração .

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Seria o termo valvopatias reducionista, não dando a devida dimensão das doenças relacionadas às válvas?

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Parece que sim.

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Agora com os tratamentos endovasculares, seria mais pratico formar um time de especialistas em doenças estruturais do que o reduzido grupo de valvopatia.

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Dilatação da aorta, dissecção, dilatação do anel, hipertrofia septal assimétrica…

Um grupo bem maior de doenças para um grupo bem melhor de especialistas .

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Ecocardiografista como figurante

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A maior lição do congresso de válvulas é que o ecocardiografista não precisa ser um figurante no cena principal.

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Como clínico e conhecedor das imagens cardíacas com alta taxa de quadros, o ecocardiografista pode ser decisivo para o implante

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Nos casos apresentados por hemodinamicistas, ficava claro que o negócio deles era persistência, sem enxergar claramente o que estavam fazendo.

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No MitralClip, ficam tentado pescar o momento ideal de pinçar, perdidos sem o eco 3D

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Imagens 3D bem feitas são fundamentais, mas um transdutor grande incomoda demais e obriga a sedação forte

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A saída poderia ser treinar um hemodinamicista em Eco transesofagico para ele entender onde está, mesmo que só com o 2D

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Outra ideia é o ecocardiografista comandar a fase principal do implante com voz definitiva

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Mas aí precisaria pagar o ecocardiografista de acordo com o procedimento, não por exame.

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No implantes para fechamento de CIA ou FOP, no Brasil optaram por pagar mal um ecocardiografista na sala e fazer tudo no tubo de escopia

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Pode até ter dado certo em um procedimento grosseiro mas não funcionará na Mitral.

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Mitral também sofre no infarto

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Apesar de sempre culparmos os papilares ou cordoalhas, parece haver um comprometimento da válvula durante a evolução do infarto

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Espessamento por edema e inflamação pioram a disfunção !

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Um dos artigos mais famosos da história

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Uma das figuras mais conhecidas na cardiologia, a evolução da estenose aórtica continua assim definida.

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Ainda procuramos sinais mais precoces de dano ao miocárdio e o Strain é o mais promissor.

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A velocidade sozinha não é tão boa assim…

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Apesar de claramente ser um marcador forte

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As dúvidas continuam. Na UNICAMP estamos testando um novo marcador, baseado no fluxo.

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Só não pode confiar 100% na área valvar por continuidade.

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Caso clínico mostrado por chefe da Valvopatia da Mayo não era tão típico

Vejam que a válvula não é tão doente para o gradiente de 80 mmHg

Chama a atenção na foto a Aorta de dimensões normais

Além do septo sigmoide com provável gradiente

Casos assim vão sempre bem, já que não tem estenose valvar significativa

Todas as abordagens podem ser feitas por cateter.

Plástica com anel, refazer cordoalha, MitralClip mais largo e troca.

Não há mais limites para a intervenção sem cirurgia aberta

Cirurgiões deveriam estar em pânico…