Relação com a inflamação nas Carótidas requer contraste.

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5995867/

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Conclusion

Contrast-enhanced ultrasound can assess the vulnerability of carotid plaque and its acoustic parameters are closely related to peripheral blood leukocyte. The contrast-enhanced ultrasound is valuable in reflecting the inflammatory activity in the plaques.

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Teria o contraste de microbolhas um papel relevante no estudo das Carótidas?

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Pensando em íntima-média não.

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Mas em vascularização e papel da adventícia sim.

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Os transdutores matriciais e a profundidade de 3 cm permitem frequencias acima de 12 MHz.

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Nós fomos em outra direção, separando a íntima da média

( https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915017301351?via%3Dihub)

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Mas o caminho do contraste na vascularização da Carótida parece bastante promissor.

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Endocardite 4D

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http://article.scholarena.co/Advantages-of-3D-Echocardiography-in-the-Diagnosis-of-Mitral-Valve-Endocarditis-and-its-Cardiac-Complications.pdf

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Apesar da empolgação com o 4D, não acreditamos em superioridade no momento, para o mais importante que é a detecção da vegetação ou abcesso.

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Um transtorácico que possa detectar vegetações pequenas ainda é o ouro no diagnóstico precoce..

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Particularmente os novos transdutores com banda larga que chegam até 8 MHz.

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O momento do diagnóstico requer alta frequência e alta taxa de quadros.

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Repetimos aqui um mantra:

Desconhecemos a sensibilidade para endocardite dos novos transdutores transtorácicos.

Deve ser bem maior que os 60% de estudos antigos.

Faça o exame transtorácico procurando o detalhe com a maior qualidade de imagem possível.

Evite um falso negativo transtorácico a qualquer custo de tempo e atenção.