SBC 2017 : Perguntas difíceis

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http://cardio2017.com.br/programacao/index2_porsala_st.php?data_sistema=2017-11-03#topo

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Como responder as perguntas acima?

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Principalmente, como responder as perguntas acima para clínicos? Já que nem os ecocardiografistas sabem as respostas amplamente.

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O 3D, por exemplo, colocado nos termos das sociedades de ecocardiografia (https://www.escardio.org/static_file/Escardio/Subspecialty/EACVI/position-papers/EAE-ASE-recommendation-image-acquisition-3D-echo.pdf).

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Ao final da leitura, você será capaz de dizer para que serve o 3D, de verdade?

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Vejam o que eles afirmam na principal aplicação do 3D:

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Tudo muito vago e inicial:

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Para responder a pergunta, para que serve de fato o 3D, precisa enxergar além do 2D.

O 3D é a modalidade de ecocardiografia atual, o 2D é a modalidade ultrapassada.

Os Neandertais não se perguntavam para que servia o Homo Sapiens???

Talvez sim, mas não evitou a evolução.

ICFEN: New England resume

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http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMcp1511175?rss=searchAndBrowse

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Nossa opinião:

1- Quando a diástole é prejudicada, a fração de ejeção só é preservada com o recrutamento de mais fibras e esforço para ejeção. Quase sempre com aumento das pressões venosas. A própria definição da ICC.

2- Só o ecocardiograma pode dar a resposta mais aproximada da ejeção pois analisa contração e volume ejetado em tempo real.

3- Acima de 70 anos, quase todos têm disfunção diastólica e redução da função pulmonar, combinação que causa dispnéia aos esforços de difícil definição unicausal.

4- Definir fração de ejeção em números tão rígidos com 41 a 49% demonstra confiança em excesso em números que nenhum método merece. E nem estão usando o eco 3D…

5- Melhorar a fração de ejeção pode ser apenas o retorno à média que existe em todos os pacientes e métodos.

 

Eco 3D para volumes em casos quase normais. A rotina chega ao 3D!

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13710/full

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Conclusion

RT3DE measured LA phasic volumes and mechanical functions are associated with hypertensive EOD, which might serve as a surrogate endpoint for determining cardiovascular mortality and morbidity rates in patients with essential HT.

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O blog martela este assunto há 5 anos!

O 3D é um  enorme avanço para casos quase normais!!!

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Não é só para ver a Mitral e Tumores!!!

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Um caso simples de HAS pode ser acompanhado com mais segurança realizando a medida do volume atrial com o 3D.

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Chega de errar o volume atrial no exame 2D.

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A volta do Depeco. (Sobreco?)

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Considere a figura acima.

A parte maior representa o grupo de ecocardiografia e Doppler:

Ecocardiografia pediátrica

Doppler vascular

Ecocardiografia 2D e Doppler

Ecocardiografia 3D

Estudo da deformação miocárdica ao US

Estudo dos Vórtices ao US

Ecocardiogeafia com estresse.

E mais:

Mais de 90% dos associados pertencem ao grupo acima.

As empresas patrocinadoras estão no congresso para vender aparelhos de ecocardiografia!

Quem são nossos “convidados”?

Os métodos concorrentes são críticos à Ecocardiografia, colocando-a como método inicial.

Os métodos concorrentes são realizados por técnicos, algo proibida para a Ecocardiografia.

Os métodos concorrentes realizam simpósios e congressos internacionais em separado, sem incluir a ecocardiografia.

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O DIC foi um erro mas ainda é possível reparar.

Solicite no congresso o plebiscito de separação da ecocardiografia!

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Não vimos o ecocardiograma e então pedimos outro exame.

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https://pro.ispringcloud.com/acc/bUR84BQ5MTc2/s/9176-D5Vwu-ZtWsW-wEuaP

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Caso muito interessante e atual do uso de métodos de imagem na cardiologia.

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Ao estudarem a válvula Mitral, ficaram tão concentrados no 3D e na imagem dinâmica das cúspides, que esqueceram de avaliar a contratilidade ao transtorácico.

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Vejam pela imagem gritante na RM que QUALQUER  ecocardiografista que realizasse um ecocardiograma transtorácico veria a hipocinesia!!!

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A passagem para outro método só deve ocorrer após o esgotamento do método inicial.

Todo ecocardiograma transesofágico DEVE ser precedido por um exame cuidadoso transtorácico.

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Veja que não acaba aqui:

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O que faz mais sentido com a explicação de lesão da coronária CX.

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Tudo isso em um caso DIDÁTICO da página da sociedade americana de ecocardiografia.

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Estamos condenados??

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Automático e independente

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Quem gosta de más notícias dirá que vai dispensar o ecocardiografista e arruinar o mercado de trabalho.

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Quem gosta de boas notícias dirá que vai aumentar a produtividade e o número de exames corretos e adequados realizados por hora.

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Quem é você?

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O futuro do ecocardiograma

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Avaliação automática global e segmentar.

Algo bem difícil de ensinar ao residente.

Passando para o uso de software.

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O ecocardiograma básico sairá da mão do ultra especialista?

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Sonho da RM: Medalha de ouro no ciclismo.

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http://circimaging.ahajournals.org/content/6/2/329.long

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Enquanto o Eco 3D dorme em berço majestoso de avaliação acessória em valvopatias, a RM coloca os pacientes para pedalar e virar padrão ouro de avaliação ventricular ao esforço.

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Ecocardiografistas 3D precisam acordar para o uso em tempo integral do volume.

sim, aoo repouso e esforço.

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