HVE sempre foi e sempre será da Ecocardiografia

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https://doi.org/10.1111/echo.13878

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Echocardiographic advances in hypertrophic cardiomyopathy: Three‐dimensional and strain imaging echocardiography

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Echocardiography is essential for the diagnostic and prognostic evaluation of HCM patients, and novel echocardiographic techniques may add an important value to the current clinical practice. 3DE and STE should be incorporated into daily clinical practice in specialized echocardiographic laboratories for careful evaluation of systolic and diastolic myocardial mechanics, analysis of LA and RV function, and identification of fibrotic lesions.

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Ecocardiografistas unidos jamais serão examinadores de triagem!!!!

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Coisas que só o Strain Vetorial faz para você

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https://dx.doi.org/10.21542%2Fgcsp.2019.6

Comparison of vector velocity imaging and three-dimensional speckle tracking echocardiography for assessment of left ventricular longitudinal strain in hypertrophic cardiomyopathy

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Comparison between VVI and 3D longitudinal strain.
Variable 2D-VVI 3D-STE P-value
Analyzed segments (%) 94.7% 61.2% <0.001
Acquisition time (min) 3.2 ± 1.3 1.6 ± 0.8 <0.01
Analysis time (min) 3.3 ± 1.2 2.9 ± 0.7 <0.01
Total time (min) 6.1 ± 1.4 4.3 ± 1.2 <0.01
Intra-observer variability (%) 2.3 ± 0.22 5.7 ± 4.3 <0.001
Inter-class correlation (%) 92% 84% <0.01
Inter-observer variability (%) 2.6 ± 0.25 6.2 ± 5.5 <0.002

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Conclusão:

VVI is a feasible modality for assessing LV longitudinal strain. It agreed well with 3D-STE for most of regional and global LS. It provides more complete and reproducible tool in assessment of global LV long axis function

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Será que o Strain Vetorial reúne vantagens que o colocam como melhor opção no estudo da deformação ventricular?

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Isto seria um problema no momento pois a maioria dos fabricantes escolheu o Strain 2D.

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Você precisa saber disto antes de comprar um novo aparelho só para realizar o estudo da deformação?

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3D em 1999.

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109799000418?via%3Dihub

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CONCLUSIONS

Three-dimensional Doppler revealed new images of the complex jet geometry. In addition, jet volumes, assessed by an automated voxel count, independent of manual planimetry or subjective estimation, showed that 3D Doppler is also capable of quantifying asymmetric jets.

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Após 20 anos do artigo acima, quem usa o ColorDoppler 3D?

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Strain GLS não deveria ser obrigatório?

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https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/CIRCULATIONAHA.115.015884?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub%3Dpubmed

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Conclusions—

Impaired left ventricular systolic function is a powerful predictor of HF hospitalization, cardiovascular death, or aborted cardiac arrest in HFpEF independent of clinical predictors. Impaired LS represents a novel imaging biomarker to identify patients with HFpEF at particularly high risk for cardiovascular morbidity and mortality.

(Conclusões
A função sistólica ventricular esquerda prejudicada é um poderoso preditor de hospitalização por IC, morte cardiovascular ou parada cardíaca abortada em ICFEP independente dos preditores clínicos. O LS prejudicado representa um novo biomarcador de imagem para identificar pacientes com ICFEP com risco particularmente alto de morbidade e mortalidade cardiovascular.)
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Mesmo quando a fração de ejeção é preservada, o GLS pode marcar uma evolução pior.
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Usaram o Software abaixo:
Digitally acquired baseline echocardiography images in DICOM format with acceptable image quality were uploaded to TomTec software (Munich, Germany) for deformational analyses (2D Cardiac Performance Analysis) as previously described
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Não sabemos se os valores encontrados são semelhantes aos outros softwares em uso mas parece que abaixo de 20% é anormal e abaixo de 15% é marcador em todos os softwares.
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A pergunta é:
– Sendo útil e fácil até em casos de riscos menos alarmantes como na HFpEF, por que não é obrigatório?
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Ecoestresse: Por que atingir a submáxima?

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Sempre procuramos atingir a frequência submáxima no ecoestresse na bicicleta horizontal.

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A informação sólida veio das centenas de milhares de ergometrias realizadas e comparadas com a presença de coronariopatia significativa.

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Mesmo o Ecoestresse físico já testou a hipótese:

The absence or presence of ischemia by stress echocardiography was able to further risk stratify patients with either submaximal or high exercise capacity studies. (Echocardiography 2014;31:340–346)

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1111/echo.12372

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Mas vemos claramente na cascata isquêmica acima que o alteração segmentar vem antes da alteração do ECG usada na ergometria.

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Poderíamos utilizar uma frequência menor?

Na bicicleta horizontal podemos acompanhar facilmente todos os minutos do exercício.

Com o tempo e milhares de exames, vimos que raramente a alteração segmentar aparece apenas após atingir a submáxima.

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O mais comum é já notar as alterações da geometria antes dos 85% da frequência máxima e acaba sendo muito útil pois, acompanhamos o segmento com mais atenção no pico do esforço.

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Começa a fazer sentido

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Embora alguns estudos mostrem a confusão existente:

Em conclusão, a viabilidade das medições da função diastólica do VE é muito alta e a graduação da disfunção diastólica é possível na maioria dos pacientes em ambientes de atenção primária. Diferenças substanciais, no entanto, existem quando a concordância é testada entre 3 critérios documentados, resultando em baixa concordância na interpretação dos dados e, portanto, na estratificação do paciente e no manejo clínico.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0002914915016148?via%3Dihub

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Mas a facilidade para obter os dados não pode ser desprezada:

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Determinar a elevação das pressões diastólicas ventriculares ou sua aparente normalidade é obrigação do ecocardiograma.

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O que vem por aí, DIC?

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf

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Alguns destaques :

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Dr. José Luiz B Pena falou sobre a fundação do Conselho dos Ex-Presidentes
do DIC, como sendo uma excelente iniciativa em prol do DIC. Anunciou que o
início dos trabalhos para a escrita do livro do DIC, cujos Editores serão o
próprio Dr. José Luiz Barros Pena e o Dr. Marcelo Luiz Campos Vieira. Este
livro representará o DIC e será referência para a prova do DIC.

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Dr. Carlos Eduardo Rochitte, presidente eleito do DIC, Gestão 2020-2021, falou
das reuniões que vêm sendo realizadas visando a nova gestão para o qual foi
eleito. Objetivo: Consolidar a Imagem CV no DIC. Tem a proposta de que os
vice-presidentes de cada grupo sejam eleitos por uma lista tríplice em cada
grupo. O presidente escolheria quem seria o VP dentro desta lista tríplice.

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf