NÃO usar escore cálcio isoladamente para definir presença de DAC. Essa aqui também já é bem batida. Resumindo, o pcte pode ter escore cálcio nas alturas mas não ter lesão significativa do vaso assim como pode ter escore cálcio de zero e ter uma placa mole, não calcificada, obstruindo 99% do lúmen vascular.
Os europeus já sabem, placas moles são perigosas e têm pouco Cálcio!
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Eco stress com ≥3 segmentos comprometidos
Três ou mais segmentos com isquemia ao Ecoestresse representam uma área de risco significativa e deve avançar na investigação e intervenção.
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Lembrar que a escola europeia há muito tempo não indica teste ergométrico isolado como método de avaliação de dor torácica.
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No Brasil é mais fácil realizar um teste ergométrico sem indicação que um bem indicado, milhares de vezes mais fácil.
Já o Ecoestresse físico é realizado em número mínimo por falta de pessoal treinado.
O que é bem estranho pois a ecocardiografia brasileira é avançada em outras áreas, como 3D, Intervenção e Strain.
Na Europa são bem mais práticos. Só procuram em quem precisa e usam o Ecoestresse físico de maneira adequada.
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Agradeço ao CardioPapers e ao Gabriel pela sugestão de tema.
A monitorização hemodinâmica dentro de um ambiente de terapia intensiva tem como principal objetivo oferecer parâmetros relacionados a avaliação da homeostase entre a oferta e consumo de oxigênio pelos tecidos. O estado de choque consiste basicamente em um desequilíbrio entre a oferta e consumo de oxigênio que culminará em baixa perfusão tecidual, choque circulatório e em muitos dos casos óbito.
Neste contexto a monitorização hemodinâmica adequada é fundamental para o auxílio no diagnóstico precoce e otimização do tratamento a fim de minimizar todas as repercussões negativas envolvidas em um cenário de choque.
Nos últimos anos, com os avanços das técnicas de monitorização nos pacientes em estado grave, a ecocardiografia à beira do leito vem se tornando uma ferramenta de extrema importância e cada vez mais utilizada no ambiente de terapia intensiva.
As informações obtidas através do ecocardiograma a beira do leito auxiliam de forma relevante outros dados como clínicos, laboratoriais e hemodinâmicos averiguados por métodos consagrados, tais como, o cateter de artéria pulmonar (Swan Ganz), para um melhor monitoramento e o cuidado ao paciente; e sendo assim, fornecendo informações adicionais e tão quanto importantes sobre o estado volêmico, débito cardíaco, predição de resposta à infusão volêmica, entre outros.
O Ecocardiograma a beira leito por ser um exame não invasivo e de fácil manuseio, principalmente com o advento dos aparelhos portáteis, vem ganhando papel de destaque como ferramenta para diagnóstico, avaliação do prognóstico e monitoramento dos pacientes em estado crítico.
Sendo assim, uma vez deparando-se com uma situação de emergência e sabendo-se da necessidade de um melhor monitorimento do paciente; o médico emergêncista-intensivista que tenha um treinamento básico em ecocardiograma hemodinâmico pode de maneira rápida e direcionada realizar esta complementação diagnóstica, que será extremamente benéfica para uma melhor abordagem do paciente em estado crítico.
O intuito do curso da Echofast não é de forma alguma capacitar médicos não ecocardiografista a realizarem um exame completo e sim fornecer noções básicas de ecocardiografia (em formato “hands on”) para que os mesmos possam utilizar desta modalidade complementar diagnóstica a fim de beneficiar seus pacientes, através de avaliações de parâmetros específicos e de grande utilidade na prática clínica. Nós da Echofast esperamos que este curso possa contribuir para melhorar a qualidade no atendimento prestado aos pacientes que necessitam de cuidados em ambiente de terapia intensiva e unidades de emergência.
Mais uma vez gostaria de agradecer pelo apoio e prestígio Professor Beto, é uma honra, por toda a sua representatividade na ecocardiografia brasileira, ter o seu apoio e da Echotalk neste projeto. Com certeza, o ecocardiograma transtorácico dirigido passa a ser cada vez mais um instrumento fundamental para auxiliar os médicos que atuam em ambiente de emergência médica/ Terapia Intesiva. segue em anexo meu site para informações do curso:
3D echocardiography may sound easy but it is not. For effective application of the technique, echocardiographers need specific education and training. They have to learn how to acquire volumetric data sets without artifacts , and navigate within the data set to visualize the desired cardiac structure . New functions like cropping, slicing, translating, rotating and thresholding are available to manipulate the data sets in order to visualize the cardiac structure of interest
Informação muito importante de quem sabe realizar o exame no 3D
Não se trata de simplesmente substituir os cortes 2D ou obter estes cortes através do 3D.
Depois de desperdiçarem milhões com estudos sem separação clara da IC-FEp, de casos com dispnéia de origem não cardíaca, os pesquisadores acordaram para o Ecoestresse Diastólico
The new HFA-PEFF score is (@ESC_Journals) a comprehensive stepwise approach to diagnosing #HFpEF. It’s the result of a long-term #HFA_ESC effort. I strongly encourage everyone to use the HFA-PEFF score, as it’s an important step forward in diagnostic accuracy for #HFpEF. pic.twitter.com/ALlD4NDWFh
Physics and Technical Principles of Three-Dimensional Echocardiography
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The backbone of the three-dimensional echocardiography (3DE) technology is the transducer.
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Para reduzir o consumo de energia e o tamanho da conexão cabo, várias placas de circuito miniaturizadas foram incorporada no transdutor, permitindo formação de feixe parcial a ser realizado dentro da sonda.
Real-time imaging can be acquired in the following modes
Live 3D
Live 3D Color
3D Zoom
Full Volume
Parte mais interessante do texto e fundamental para quem quer usar o 3D.
Conclusão Pacientes assintomáticos com BRE têm mais função global deprimida do VE do que os voluntários saudáveis; pacientes com sintomas de IC e um BRE têm disfunção global grave do VE. Os pacientes assintomáticos do BRE devem ter dissincronia mecânica intermediária; Pacientes com IC com um BRE têm a dessincronia mecânica mais severa. Uma quantidade substancial de dissincronia mecânica pode ser acompanhada pela presença de sintomas de IC.
Os volumes diastólicos do VE não foram significativamente diferentes, enquanto os volumes sistólicos foram subestimados pelo ecocardiograma 2D, sendo este achado mais pronunciado quando SDI ≥ 6%.
Conclusão Nos pacientes com BRE e alto IDS (≥ 6%), os valores de FEVE foram superestimados e os volumes sistólicos foram subestimados pelo ecocardiograma 2D comparado ao ecocardiograma 3D.
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Interessante achado de FE mais elevada no 2D.
Em comparação com o 3D, é claro.
Pois em comparação com o paciente sem Bloqueio, a FE custuma ser mais baixa ao Simpson.
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Temos dúvida se esta redução é verdadeira ao 2D, mas agora, com a avaliação acima, pode ser que seja até uma variação discreta frente a realidade do 3D.