Faça 214 exames de Ecoestresse e pague um P500!

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Como o Ecoestresse paga 420 reais , com 214 exames você paga um P500

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É o melhor portátil abaixo de 100 mil que faz Ecoestresse

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De bônus você ainda leva as medidas automáticas

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Mas tem que ser com esforço, não insista no farmacológico se quiser viabilidade econômica

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Não precisa de Strain para ter um serviço rentável atualmente

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Biscoito da cintilografia existe na natureza

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Fotos do espaço confirmam que buraco negro tem isquemia induzida.

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Cintilografia, concorrente do Ecoestresse, veio do espaço e agora sim sabemos porque seu preço é cinco vezes maior!

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😄

Britânicos fazem esforço

.O exercício é o método preferido de estresse para a avaliação da doença arterial coronariana, sempre que possível, já que a duração do exercício é um importante marcador de prognóstico. Além disso, o exercício SE tem um melhor perfil de segurança comparado ao SE farmacológico, embora as contraindicações permaneçam (Tabela 2). O estresse farmacológico com dobutamina é a alternativa comum usada em pacientes que não podem se exercitar ou quando a avaliação da reserva e viabilidade contrátil é a questão clínica chave.

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https://erp.bioscientifica.com/downloadpdf/journals/echo/aop/erp-18-0068.pdf

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DIC 19: Quem é Kisslo.

Junto com Petrus, editou um dos melhores livros de ecocardiografia

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Pioneiro no uso do transdutor moderno de ecocardiografia, tem uma sequência de descobertas e estratégias na ecocardiografia

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Abaixo, uma pequena amostra de seu talento individual e em grupo

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https://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(18)30576-5/fulltext

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Ou veja toda a sua enorme produção científica

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https://medicine.duke.edu/faculty/joseph-andrew-kisslo-md

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DIC 19 : Imperdível da Sexta

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16:00-17:30 SESSÃO DIC/ASE/ EACVI/ECOSIAC: APLICAÇÃO DO STRAIN: ONDE ESTAMOS EM 2019
Moderador: Jorge Lowenstein (Argentina)
Understanding GLS: Advantages and Disadvantages
Palestrante: Joseph Andrew Kisslo (Estados Unidos)
Estratificação prognóstica da morte súbita-dessincronia e dispersão
Palestrante: Thor Edvardsen (Noruega)
Myocardial work: o que é e para que serve?
Palestrante: Rodrigo Bellio de Mattos Barretto (SP)
Avaliação da mecânica ventricular das cardiomiopatias
Palestrante: Partho Sengupta (Estados Unidos)
Avaliação da cardiotoxicidade além da fração de ejeção
Palestrante: Juan Carlos Plana (Estados Unidos)
Strain 3D: posso acreditar?
Palestrante: Jorge Lowenstein (Argentina)

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O que?

Kisslo, Lowenstein e Thor na mesma sessão???!!!!

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https://www.congressodic.com.br/programacao/index4_porsala_track_timeline.php?dt_sel=2019-04-12#2019-04-12

Quinta espetacular no DIC 19

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https://www.congressodic.com.br/programacao/index4_porsala_track_timeline.php?dt_sel=2019-04-11#2019-04-11

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The evolution of echo: first space, than time
Palestrante: Joseph Andrew Kisslo (Estados Unidos)

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Ajustando a sua imagem: como obter o máximo do seu equipamento evitando artefatos
Palestrante: Joseph Andrew Kisslo (Estados Unidos)

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Aproveitem a presença do mágico Kisslo

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Elastografia com Doppler Tecidual

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301562917301771?via%3Dihub

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Introdução
Muitos fenômenos mecânicos que ocorrem rapidamente têm sido descritos no coração, como a ativação eletromecânica, o ruído do fluxo sangüíneo e as ondas de cisalhamento geradas nas paredes do coração pelo fechamento das válvulas (Cikes et al., 2014, Kanai, 2005). As ondas de cisalhamento poderiam ser usadas para estimar de forma não invasiva a rigidez do miocárdio (Brekke et al., 2014, Couade et al., 2011), com enormes implicações possíveis para o diagnóstico e tratamento de múltiplas patologias caracterizadas pela deterioração do miocárdio. propriedades diastólicas do ventrículo esquerdo.

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A elastografia têm potencial para elevar a ecocardiografia ao topo do diagnóstico tecidual.

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Este estudo mostra que até mesmo um aparelho convencional pode operar nesta área da avaliação.

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A ecocardiografia ocupa a beira do leito e a rotina de avaliações cardiológicas com seu básico e funcional.

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Mas as modalidades novas como Strain, Vórtices, Elastografia e 4D tiram o sono da concorrência!!!

A fisiopatologia está na cavidade que recebe o refluxo. Quando indicar intervenção na Insuficiência Aórtica?

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http://www.onlinejacc.org/content/early/2019/02/15/j.jacc.2019.01.024?utm_medium=email_newsletter&utm_source=jaccjournals&utm_campaign=spub&utm_content=20190315

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Compared with patients having LVESDi <20 mm/m2, those with LVESDi 20 to 25 mm/m2(hazard ratio: 1.53; 95% confidence interval: 1.01 to 2.31) and ≥25 mm/m2 (HR: 2.23; 95% confidence interval: 1.32 to 3.77) had increased risks of death.

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Conclusions Class I indications for surgery, mainly symptoms, are the most common triggers for AVR. Class II indications were associated with better post-operative outcome and thus merit more attention. LVESDi was the only LV parameter independently associated with all-cause mortality and the ideal cutoff seems to be lower than previously recommended.

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Longe de sermos a favor de intervenções precoces, a leitura do artigo acima coloca o problema de seguir diretrizes sem independência. 

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A fisiopatologia da insuficiência aórtica crônica é clara. Vai dilatar o ventrículo esquerdo se for significativa.

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Sintomas são importantes e sempre vão valer como indicação, mas precisam ser meçhor pesquisados em indivíduos com baixa carga de atividades físicas.

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A evolução da Vena Contracta e de medidas ao ColorDoppler não podem apagar a importância da dilatação da cavidade ventricular.

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A medida criteriosa da cavidade ventricular indexada, talvez seja a informação mais importante do ecocardiograma na IAo.

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Também o Ecoestresse físico pode ajudar nos casos com dilatação limítrofe e “assintomáticos “.

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O fracasso do projeto residente 3D

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Quando falhamos, gostamos de espalhar!

E não são poucas ocasiões em que o blog fracassa.

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O projeto residente 3D falhou totalmente em seus propósitos.

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Nossa máquina (Todas as máquinas?) fazem um 4D em faixa estreita.

Não é possível englobar todo o ventriculo esquerdo, átrio esquerdo e aorta na maioria dos pacientes.

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Ficamos restritos a faixas de 4D e somos obrigados a RECORRER ao 2D para entendermos as imagens.

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Testei também com alunos do quinto ano, sem informação em ecocardiografia 2D, só sabem anatomia.

Também não foram capazes de entender as imagens de faixas de 4 D

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Só mesmo as válvulas, Mitral principalmente, cabem na faixa 4D

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Com a tecnologia atual, não temos 3D, temos fatia do bolo 3D

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Considerem encerrado este projeto.

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Bonsai?

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https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@us/documents/download/mda3/nzcx/~edisp/acuson-bonsai-brochure-04919907.pdf

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O mercado brasileiro carece de um aparelho portátil intermediário, com bom preço e que faça Strain.

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Será o Bonsai a SOLUÇÃO?

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Atualmente temos apenas o CX50 nesta faixa de mercado, de portáteis resistentes para ecocardiografia não restrita a beira de leito.

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Dá para tocar uma rotina em consultório e ainda usar o Strain?

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Por quanto?????