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Final de 2017 e você não sabe o que é vórtice?
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Ainda dá tempo.
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Final de 2017 e você não sabe o que é vórtice?
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Ainda dá tempo.
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http://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(16)30676-9/abstract
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Dispersão mecânica, apesar do nome que remete à fisica, é bem simples de entender.
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Vejam na figura que é o tempo, a partir do inicio do QR no eletrocardiograma, até o pico do Strain.
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Com o disparo da despolarização, o processo de liberar Cálcio e ativar a interação actina-miosina leva um tempo.
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A contração das microfibrilas geram o encurtamento medido ao Strain, que têm um pico.
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A hipertrofia, mesmo fisiológica, pode prolongar tempo acima.
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Fibrose influencia marcadamente a dispersão mecânica, podendo ser comparada à RM em algumas indicações.
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https://echotalkblog.com/2016/02/26/thor-e-a-dispersao-mecanica-avancando-nos-territorios-da-rm/

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https://www.nde-ed.org/EducationResources/CommunityCollege/Ultrasonics/Physics/acousticplane.htm
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No congresso de ecocardiografia vi vários professores da velha guarda da ecocardiografia.
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Do tempo em que o ecocardiografista sabia como funcionava o transdutor!!!
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Visitem a página e brinquem com o conhecimento essencial:
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https://www.nde-ed.org/EducationResources/CommunityCollege/Ultrasonics/js_apps/waveSimulation/
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https://www.nde-ed.org/EducationResources/CommunityCollege/Ultrasonics/js_apps/transducerBeamSpread/
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https://www.nde-ed.org/EducationResources/CommunityCollege/Ultrasonics/js_apps/acousticImpedance/
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O que é melhor para sua atuação como ecocardiografista:
Saber o artigo publicado na última semana ou ler o capítulo de um bom livro de ecocardiografia?
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Conheço médicos que podem citar artigos publicados ontem mas não lembram quando leram o último livro de medicina….
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Quem faz pesquisa quer e precisa publicar.
A barreira óbvia é o revisor/editor da revista.
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Quem escreve livros precisa cativar o leitor.
A barreira óbvia é a didática aplicada.
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Um livro sempre está atrasado mais de 2 anos em relação às últimas publicações.
Isto é bom!
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A maioria das publicações de artigos serão esquecidas em 2 anos, merecidamente!
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Acredito que menos de 10% do que é publicado fica realmente como conhecimento relevante.
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E acabam sendo usados nos livros!
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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5413246/pdf/medi-96-e6711.pdf
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Você só sabe fazer ecocardiograma genérico? Exame que perdeu a patente há mais de 5 anos?
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Hora de estudar.
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https://pro.ispringcloud.com/acc/bUR84BQ5MTc2/s/9176-D5Vwu-ZtWsW-wEuaP
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Caso muito interessante e atual do uso de métodos de imagem na cardiologia.
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Ao estudarem a válvula Mitral, ficaram tão concentrados no 3D e na imagem dinâmica das cúspides, que esqueceram de avaliar a contratilidade ao transtorácico.
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Vejam pela imagem gritante na RM que QUALQUER ecocardiografista que realizasse um ecocardiograma transtorácico veria a hipocinesia!!!
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A passagem para outro método só deve ocorrer após o esgotamento do método inicial.
Todo ecocardiograma transesofágico DEVE ser precedido por um exame cuidadoso transtorácico.
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Veja que não acaba aqui:
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O que faz mais sentido com a explicação de lesão da coronária CX.
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Tudo isso em um caso DIDÁTICO da página da sociedade americana de ecocardiografia.
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Estamos condenados??
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https://www.dicardiology.com/videos/video-crt-optimization-using-echo/5488253620001
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Ressincronização(RT) não é uma maravilha, mas funciona.
Para funcionar melhor, a RT precisa do ecocardiograma.
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Nenhuma modalidade de imagem pode informar o que o Strain revela, na incrível taxa de quadros que só o ultrassom alcança.
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Colocar um eletrodo no ventrículo esquerdo exige localização funcional e não apenas anatômica.
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As empresas esperam lucrar bilhões com os casos de ICC que requerem RT.
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Para isso, têm que parar de tratar o ecocardiografista como coadjuvante.
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CEUS-derived PTT and nPTT correlate to a fair degree with measures of systolic and diastolic function, NT-pro-BNP, and quality of life. As CEUS-derived PTT can be obtained easily, noninvasively and at the bedside, it is a promising future measure of general cardiac performance.
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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13590/full
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Notamos o fenômeno acima quando usamos o contraste, mas sem mensurar.
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A grande disputa por diagnósticos entre métodos de imagem na cardiologia perdeu o sentido.
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Com a evolução de todas as metodologias, acertar ficou mais fácil em quase todas as apresentações.
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Milhares de artigos são publicados hoje para provar que o método A acerta 5% mais que o método B.
O que o paciente ganha com essa diferença? Nada.
Publicações com 30 indivíduos escolhidos a dedo para provar que um método é ligeiramente superior povoam as revistas e pesam nos currículos, sem acrescentar vantagem na grande maioria dos casos.
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O diagnóstico feito ao Eco, Tomo ou RM acaba sendo certo, na população geral.
Quando a doença não é fatal, o que importa é o acompanhamento.
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Vivemos agora a época do seguimento por longo tempo de pacientes cardiopatas ou candidatos à cardiopatia.
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A era do seguimento exige exames repetidos e comparáveis.
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Exames repetidos devem ser indolores, sem radiação ou contrastes com prejuízo renal.
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A Ecocardiografia 3D com o Strain está pronta para ajudar sem prejudicar.
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http://stm.sciencemag.org/content/9/398/eaal2658.full
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A ecocardiografia já transita nesta área com bons resultados locais e internacionais
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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0026049513000383?via%3Dihub
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https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11695-014-1400-1