2020: Ecocardiografista deve aprender o exame das Carótidas e Ecoestresse Físico

Ecocardiografista, aprenda a realizar o exame das Carótidas.

Pode ser em qualquer escola boa, pode ser com o colega radiologista, pode ser online com prática curta, só não pode passar 2020 sem aprender.

Pense na comodidade para o paciente, na triagem do risco cardiovascular de baixo custo, no uso mais intenso da sua máquina e no aproveitamento do tempo na maca.

O ecocardiografista que se recusa a aprender Ecoestresse com esforço precisa de uma análise psquiátrica.

Ele já tem tudo no seu laboratório, já tem o aparelho, o software de Ergometria, já é treinado em ecocardiografia, o software no aparelho costuma vir de graça e pode usar uma sala pequena qualquer.

Alguns locais pagam 3 vezes o valor de um Eco de repouso e dura só 15 minutos!!!

O paciente só pode agradecer. Nada de drogas, acesso venoso ou jejum.

Aprenda onde quiser, onde puder. Mas não passe o ano de 2020 sem ele.

As cinco melhores notícias de 2019

1- Gestão do Marcelo no DIC ampliou os horizontes do departamento para a América Latina com foco na ecocardiografia em português, espanhol e inglês.(Sim, é repetida em relação ao ano anterior pois é verdade, de novo)

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2- Ultra portáteis foram para emergência ou unidades com pacientes críticos, deixando para a ecocardigrafia as evoluções e ajustes finos de diagnósticos

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3- O Strain é uma realidade, iniciada no acompanhamento de Quimioterapia, avançando para Válvulas, Diástole e Átrio Esquerdo

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4- O Ecoestresse com esforço físico é o método dominante. O exame farmacológico virou uma prática de risco em pacientes aptos ao exercício.

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5- As fábricas pequenas não evoluíram ou foram compradas por grandes corporações e nada mudou no mercado de máquinas.

PVM: De volta ao cenário de risco

http://www.onlinejacc.org/content/62/3/222

Conclusions The authors describe a “malignant” subset of patients with MVP who experienced life-threatening ventricular arrhythmias. This phenotype is characterized by bileaflet MVP, female sex, and frequent complex ventricular ectopic activity, including premature ventricular contractions of the outflow tract alternating with papillary muscle or fascicular origin.

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Conclusions

In this young cohort of survivors with documented OHCA( out-of-hospital cardiac arrest ), we identified a potentially “malignant” MVP–ventricular arrhythmia phenotype. It is characterized by young women with bileaflet MVP, biphasic or inverted T waves in the inferior leads, and frequent complex ventricular ectopic activity with documented ventricular bigeminy or VT as well as PVC configurations of outflow tract alternating with papillary muscle or fascicular origin. A new approach to prospectively identify this “malignant” subset of patients is warranted.

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Estes casos estão nos laboratórios de ecocardiografia de todo o mundo, sem uma aprofundação na investigação.

TAVR: Quanto mais, menos.

https://jamanetwork.com/journals/jamacardiology/fullarticle/2626681

Conclusions and Relevance  We report for the first time, to our knowledge, an inverse association between hospital TAVR volume and 30-day readmissions. Lower readmission at higher-volume hospitals was associated with significantly lower cost to the health care system.

Começam a surgir os artigos que avaliam redução de custos com a TAVR.

Com este caminho, não há volta!

Qual PVM pode trazer risco?

http://www.onlinejacc.org/content/72/23_Part_A/2904

Conclusions

There is an association between MVP and SCD. It would be prudent to identify and stratify at-risk patients. A majority of patients who experienced MVP-related sudden death had evidence of a trigger (PVCs) and the substrate (myocardial strain or fibrosis) necessary to initiate and perpetuate malignant VAs. Future longitudinal studies are needed to advance our understanding of the mechanisms of MVP-related SCD, validate existing risk factors, and identify the highest-risk patients who could potentially benefit from a primary prevention intervention.

Conclusões
Existe uma associação entre MVP e SCD. Seria prudente identificar e estratificar pacientes em risco. A maioria dos pacientes que apresentaram morte súbita relacionada à MVP apresentava evidência de um gatilho (PVCs) e do substrato (estirpe do miocárdio ou fibrose) necessário para iniciar e perpetuar os VAs malignos. Futuros estudos longitudinais são necessários para avançar nossa compreensão dos mecanismos do DF relacionado à MVP, validar os fatores de risco existentes e identificar os pacientes de maior risco que poderiam se beneficiar potencialmente de uma intervenção de prevenção primária.

A partir de 2020, seremos “Imagers”na Europa.

A Associação Europeia de Imagens Cardiovasculares (EACVI), um ramo registrado da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC), anuncia o lançamento de um grande novo congresso em dezembro de 2020, criando pontes entre todos os campos de imagens cardiovasculares. Este evento foi projetado para ser a primeira e principal referência do mundo em imagens de multimodalidade cardiovascular (MMI).

“O congresso da EACVI será o primeiro de seu tipo em imagens de multimodalidade cardiovascular (MMI)”.

“Será o local onde todas as modalidades de imagem se reúnem para o melhor gerenciamento de cada paciente.

Essa abordagem de multimodalidade atende à necessidade no local, onde o trabalho em evolução dos imageadores (Imagers) na solução de problemas clínicos exige uma maior diversificação. ”

https://www.escardio.org/The-ESC/Press-Office/Press-releases/eacvi-announces-new-congress-in-2020-covering-full-spectrum-of-cardiac-imaging

RM e TC, estamos chegando

Myocardial tissue characterisation using echocardiographic deformation imaging

https://cardiovascularultrasound.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12947-019-0176-9

Tudo estudado aqui

https://cardiovascularultrasound.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12947-019-0176-9/tables/1

Acreditávamos bastante na técnica abaixo, hoje em segundo plano:

Usávamos para definição de Trombo ou Mixoma, em especial. Na época vinha instalado no System 5 e só a Carla sabia usar.

O importante é que em breve, a ecocardiografia vai acertar diagnósticos de caracterização tecidual sem precisar mudar o eixo magnético do local!!!

Abandonem o braço direito na ecocardiografia

http://jultrason.pl/uploads/dm_artykuly/sjoerd-bouwmeester-the-use-of-a-probe-stabilizer-1.pdf

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Somos fãs do ProbeFix.

Foi preciso um estudo técnico do dispositivo para enterrar definitivamente o hábito nada saudável de realizar ecocardiografia com o braço direito.

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É ruim, desconfortável e faz mal à saúde.

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Mude agora para o lado esquerdo.

Inventaram a roda do Ecoestresse

How I do it: feasibility of a new ultrasound probe fixator to facilitate high quality stress echocardiography

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https://cardiovascularultrasound.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12947-018-0124-0

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Conclusion

We have demonstrated the feasibility of the Probefix support during ergometer tests in supine and upright positions and conclude that this external fixator may facilitate continuous monitoring of cardiac function in a group of patients.