Perigo: Machine Learning chegando

Results

Disease prevalence of our cohort was 29.4%. The area under the curve for the classification result on validation set was 0.87, and the average analysis time was 10 ± 3 ms per subject. Sensitivity, specificity and accuracy were 88.9%, 73.3% and 77.8%, respectively.

http://www.onlinejacc.org/content/73/9_Supplement_1/1610

Função ventricular em 2019

https://www.mayoclinicproceedings.org/article/S0025-6196(18)30654-2/fulltext

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Table 

Normal Values for the Assessment of Left Ventricular Function a

ParameterValue
Left ventricular ejection fraction (%)≥52 (males)≥54 (females)
Stroke volume (mL), range70-100
Rate of ventricular pressure rise (mm Hg/s)>1200
Global longitudinal strain (2-D) (%), mean (range)−20 (−15.9 to −22.1)
Global circumferential strain (2-D) (%), mean (range)−23 (−20.9 to −27.8)
Global radial strain (2-D) (%), mean (range)+47 (+35.1 to +59.0)

a2-D = two-dimensional.

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Pena que a técnica abaixo não vingou na rotina

Doppler Assessment of Stroke Volume

Cardiac stroke volume can be estimated by multiplying the velocity-time integral obtained from Doppler examination of the LV outflow tract by the LV outflow tract area . Doppler examination requires parallel alignment of the pulse-wave beam with the LV outflow tract. Nonparallel beam alignment can result in a reduced LV stroke volume by underestimating the velocity-time integral. Furthermore, this method requires accurate estimation of the LV outflow tract diameter; minor inaccuracies in diameter estimation result in marked errors in the area calculation because of the squaring of the radius.

Mas padece dos mesmos vícios que a estimativa de área valvar na estenose aórtica.

Assessment of LV function remains the most common reason for cardiac imaging because of its powerful ability to predict morbidity and mortality. Current routine methods of quantifying LV function (with LVEF) is not without limitations. Strain imaging that uses speckle tracking in 2-D and 3-D offers promise for quantifying LV function, particularly for patients with borderline LV function, because of the potential to identify subclinical disease. Strain imaging offers the treating physician a unique opportunity to alter management before the onset of overt LV dysfunction, which may, in turn, improve prognosis.

A onda A estava quieta demais!

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14472

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Conclusion

Transmitral A‐wave‐AccT can be used as an early marker in detecting PAF without dilated left atrium.

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É incrível.

Na era do 3D, Strain e Doppler Tecidual, alguém prova o valor da simples medida do tempo de aceleração da onda A no fluxo mitral.

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Não é um marcador de impacto mas é tão fácil de fazer que merece a atenção

Só o Strain global funciona em tudo

The results of this study showed that GAS ( left ventricular global area strain) derived from 3D‐STI was more accurate and sensitive in responding to myocardial damage than other strain parameters and LVEF in the anthracycline cycle of breast cancer patients. Due to its ability to predict subclinical cardiotoxicity associated with chemotherapy and to guide the early initiation of early cardiac protective therapy in the event of significant heart failure, measurement of GAS still has great prospects for clinical application.

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Os resultados deste estudo mostraram que o GAS ( Strain de área global do ventrículo esquerdo) derivado de 3D-STI foi mais preciso e sensível na resposta ao dano do miocárdio do que outros parâmetros de Strain e FEVE no ciclo de antraciclina de pacientes com câncer de mama. Devido à sua capacidade de prever cardiotoxicidade subclínica associada à quimioterapia e orientar o início precoce da terapia protetora cardíaca precoce em caso de insuficiência cardíaca significativa, a medição do GAS ainda tem grandes perspectivas de aplicação clínica.

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14467

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Uma coisa é certa sobre o estudo da deformação miocárdica.

Tudo mudou com os conceitos de camadas e movimentos de torção.

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Então analisar um dano muscular ao repouso, com o GLS, responderia apenas a lesões predominantemente do subendocárdio.

Mas sabemos que a lesão do quimioterápico é transmural!

Então só a analise do Strain global pode ser confiável.

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TEE sedação

https://www.asecho.org/wp-content/uploads/2014/05/2013_Performing-Comprehensive-TEE.pdf

The vast majority of transesophageal echocardiographic procedures are performed while the patient is sedated, typically using the moderate sedation standard. Patients undergoing procedures with sedation should abstain from food and beverages (other than clear liquids) for a minimum of 6 hours before the planned procedure and restrain from all intake for 3 hours before the procedure

Monitoring during conscious sedation requires, at a minimum, the assessment of heart rate, noninvasive blood pressure monitoring, respiratory rate, and oxygen saturation. Significant changes in blood pressure or heart rate should be avoided, particularly in cases performed for hemodynamic abnormalities that may be altered by these changes (i.e., valvular stenosis or regurgitation). Capnography is strongly recommended for conscious sedation and patients at risk for respiratory complications. It is mandated for deep sedation and anesthesia.

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Já o uso de Lidocaína é curioso.

https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/abstract/10.1055/s-2007-1010550

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Sempre aguarde alguns minutos (3-5) com o paciente sentado APÓS aplicar o spray de Xylocaina.

Evite o decúbito lateral logo após o spray. Espere a Xylo agir!!!

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The most commonly used sedative agents are benzodiazepines, because of their anxiolytic properties, with midazolam being the best choice for most transesophageal echocardiographic procedures. Midazolam has a quick onset (1–2 min) and short duration of action (typically 15–30 min), and it provides better amnesia than other benzodiazepines.

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E o mais importante, a MANOBRA DA MOLA:

A sonda ecocardiográfica transesofágica é inserida no
parte posterior da faringe, o que pode exigir uma leve pré-flexão da
sonda. O paciente é solicitado a engolir e a sonda é avançada em
uma posição neutra no esôfago enquanto o paciente engole. Garantir
que a sonda está em uma posição neutra durante essa manobra e a linha média na faringe para evitar colocar a sonda na fossa piriforme.

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TEE sem sofrer

Tip: 7.5 x 5.5 x 18.5 mm (0.3 x 0.2 x 0.7 in), WHL Shaft: 5.2 mm (0.2 in) diameter, 88 cm (34.6 in) L

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Infelizmente as intervenções percutâneas trouxeram de volta os TEE intermináveis, com duração prolongada demais para o objetivo.

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Acreditamos que o TEE deve ser antecedido por um TTE detalhado e confiável e seguido de um TEE bem focado na pergunta do exame.

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Mas o 3D TEE estragou tudo com suas imagens fantásticas e suas dimensões tradicionais.

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Porém, os casos hospitalares de suspeita de Endocardite ainda podem ser avaliados em 3 minutos de sondagem e anestesia local.

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3D Handmade



http://workshop.3decho360.com/

Esta é a grande pergunta que precisa ser respondida por um curso de 3D.

Por que precisamos implantar o 3D na nossa rotina de Ecocardiografia?

Não somos o site adequado para responder esta pergunta.

Após um início empolgante com o 3D, sentimos dificuldade para voar mais alto, longe das válvulas e curiosidades raras.

De fato, esta aula pode responder:

Fully automated 3DE quantitation of cardiac chambers: ready for routine clinical application
Roberto M. Lang (Chicago, US)

DAC: Novidades

NÃO usar escore cálcio isoladamente para definir presença de DAC. Essa aqui também já é bem batida. Resumindo, o pcte pode ter escore cálcio nas alturas mas não ter lesão significativa do vaso assim como pode ter escore cálcio de zero e ter uma placa mole, não calcificada, obstruindo 99% do lúmen vascular.

Os europeus já sabem, placas moles são perigosas e têm pouco Cálcio!

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Eco stress com ≥3 segmentos comprometidos

Três ou mais segmentos com isquemia ao Ecoestresse representam uma área de risco significativa e deve avançar na investigação e intervenção.

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Lembrar que a escola europeia há muito tempo não indica teste ergométrico isolado como método de avaliação de dor torácica.

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No Brasil é mais fácil realizar um teste ergométrico sem indicação que um bem indicado, milhares de vezes mais fácil.

Já o Ecoestresse físico é realizado em número mínimo por falta de pessoal treinado.

O que é bem estranho pois a ecocardiografia brasileira é avançada em outras áreas, como 3D, Intervenção e Strain.

Na Europa são bem mais práticos. Só procuram em quem precisa e usam o Ecoestresse físico de maneira adequada.

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Agradeço ao CardioPapers e ao Gabriel pela sugestão de tema.

Apresentando: Echofast.

www.echofast.com.br


A monitorização hemodinâmica dentro de um ambiente de terapia intensiva tem como principal objetivo oferecer parâmetros relacionados a avaliação da homeostase entre a oferta e consumo de oxigênio pelos tecidos. O estado de choque consiste basicamente em um desequilíbrio entre a oferta e consumo de oxigênio que culminará em baixa perfusão tecidual, choque circulatório e em muitos dos casos óbito.                  

Neste contexto a monitorização hemodinâmica adequada é fundamental para o auxílio no diagnóstico precoce e otimização do tratamento a fim de minimizar todas as repercussões negativas envolvidas em um cenário de choque.     

Nos últimos anos, com os avanços das técnicas de monitorização nos pacientes em estado grave, a ecocardiografia à beira do leito vem se tornando uma ferramenta de extrema importância e cada vez mais utilizada no ambiente de terapia intensiva.

As informações obtidas através do ecocardiograma a beira do leito auxiliam de forma relevante outros dados como clínicos, laboratoriais e hemodinâmicos averiguados por métodos consagrados, tais como, o cateter de artéria pulmonar (Swan Ganz), para um melhor monitoramento e o cuidado ao paciente; e sendo assim, fornecendo informações adicionais e tão quanto importantes sobre o estado volêmico, débito cardíaco, predição de resposta à infusão volêmica, entre outros.

O Ecocardiograma a beira leito por ser um exame não invasivo e de fácil manuseio, principalmente com o advento dos aparelhos portáteis, vem ganhando papel de destaque como ferramenta para diagnóstico, avaliação do prognóstico e monitoramento dos pacientes em estado crítico.

Sendo assim, uma vez deparando-se com uma situação de emergência e sabendo-se da necessidade de um melhor monitorimento do paciente; o médico emergêncista-intensivista que tenha um treinamento básico em ecocardiograma hemodinâmico pode de maneira rápida e direcionada realizar esta complementação diagnóstica, que será extremamente benéfica para uma melhor abordagem do paciente em estado crítico.  

O intuito do curso da Echofast não é de forma alguma capacitar médicos não ecocardiografista a realizarem um exame completo e sim fornecer noções básicas de ecocardiografia (em formato “hands on”) para que os mesmos possam utilizar desta modalidade complementar diagnóstica a fim de beneficiar seus pacientes, através de avaliações de parâmetros específicos e de grande utilidade na prática clínica.
Nós da Echofast esperamos que este curso possa contribuir para melhorar a qualidade no atendimento prestado aos pacientes que necessitam de cuidados em ambiente de terapia intensiva e unidades de emergência.

Mais uma vez gostaria de agradecer pelo apoio e prestígio Professor Beto, é uma honra, por toda a sua representatividade na ecocardiografia brasileira, ter o seu apoio e da Echotalk neste projeto.
Com certeza, o ecocardiograma transtorácico dirigido passa a ser cada vez mais um instrumento fundamental para auxiliar os médicos que atuam em ambiente de emergência médica/ Terapia Intesiva.
segue em anexo meu site para informações do curso:


http://www.echofast.com.br

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Reiby Caetano Mustafá