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Foi preciso que o Issam viesse do RG do Sul para nos convencer!!!
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Funcionou !
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Foi preciso que o Issam viesse do RG do Sul para nos convencer!!!
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Funcionou !
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Domingo será o grande dia para centenas de ecocardiografistas.
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Estamos otimistas com a prova deste ano.
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Será mais justa e inclusiva, temos certeza.]
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Boa prova.

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Você consegue encontrar sondas usadas em bom estado por 20 a 30 mil reais.
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Quando você quiser vender uma sonda pouco usada de TEE, receberá a oferta acima.
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Agora, quando quiser uma nova direta do fabricante…
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Geralmente uma máquina usada mas conservado vale entre 50 e 70% do valor da nova.
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Então uma sonda nova comum sem 3D deveria custar no máximo 51 mil reais.
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Mais um exame de ecocardiografia que se torna inviável, agora por custos impossíveis de explicar.

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Orçamento enviado por uma Grande Empresa para fornecer uma sonda nova transesofágica SEM 3D .
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A original, veio em um aparelho portátil comprado no pacote por 115 mil, e quebrou com o uso.
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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5968017/
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Estudo para aplicação do ecocardiograma focado em emergência revela as dificuldades de ensinar avaliações mais avançadas.
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Usar 6 minutos para obter um 4 Câmaras não é ruim.
Realizar o exame focado em 13 minutos é ótimo.
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Quanto ao surgimento das arritmias significativas, 3 pacientes apresentaram fibrilação atrial, 16 taquicardias supraventricular sustentada,
19 taquicardias ventricular não sustentada e 2 taquicardias ventricular sustentada.
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. Idade média foi de 60,7 +/- 12,5 anos e 60,8% eram mulheres.
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O que diz a diretriz americana:
Stress Testing Methods:
Exercise stress testing.
For patients who are capable of performing an exercise test, exercise
stress rather than pharmacologic stress isrecommended, as the exercise capacity is an important predictor of outcome. Either treadmill or bicycle exercise may be used for exercise stress. Symptom-limited exercise according
to a standardized protocol in which theworkload is gradually increased in stages is recommended.
Diretriz de 2007
Patricia A. Pellikka, MD, Sherif F. Nagueh, MD, Abdou A. Elhendy, MD, PhD,
Cathryn A. Kuehl, RDCS, and Stephen G. Sawada, MD, Rochester, Minnesota; Houston, Texas; Marshfield, Wisconsin; and Indianapolis, Indiana
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Dados de 2015 mostram que a prova só corresponde a aproximadamente 10% do arrecadado.
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O grande negócio é o congresso.
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Acredito até que a prova fica mais cara do que o arrecadado na inscrição, apesar de ser muito para o candidato.
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As anuidades ajudam também.
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Congressos e anuidades são as grandes fontes.
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Alguns leitores colocaram a arrecadação da prova como motivo da alta taxa de reprovação, mas não parece ser.
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A prova reprova muitos por teimosia.
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Deveriam reduzir a nota para aprovar no mínimo 50%
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Seria o justo.
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http://medicinabaseadaemevidencias.blogspot.com/2018/08/scot-heart-trial-como-identificar-fake.html
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Sem termos a análise do autor Luis Corrêa, já tínhamos identificado a inconsistência do estuco citado.
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Mas ficou bem melhor e claro nas palavras do Luis.
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Grandes revistas também publicam grandes besteiras!
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http://publicacoes.cardiol.br/2014/diretrizes/2017/04_DIRETRIZ_SBD_SBEM.pdf
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Pérolas destacadas:
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A determinação do escore de cálcio coronário tem as melhores
taxas de reclassificação de risco, se comparado a outros
marcadores, quando adicionado ao escore de risco global.
Isto pode ser especialmente útil para reclassificar os pacientes
de risco intermediário em categorias de risco mais alto ou
mais baixo. No entanto, este painel reconhece que, apesar de
sua utilidade, o escore de cálcio coronário não é um exame de
fácil acesso para grande proporção de pacientes [IIa, B]
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A presença de placa carotídea é preditora de eventos
adversos cardiovasculares maiores, além de reclassificar
o risco. A adição de informações da placa, como aumento
da EMIC (> 1,5 mm), é marcador de risco cardiovascular
e pode ser utilizada para reclassificar pacientes de risco
intermediário em alto risco [IIb, B]
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Lembrem que é uma diretriz para diabético:
O escore de cálcio coronário supera a Espessura MédioÍntimal
de Carótidas (EMIC) e o Índice Tornozelo-Braquial (ITB)
na discriminação e reclassificação do risco cardiovascular,
pelo menos em indivíduos não diabéticos [IIa, B]
Embora os pacientes com diabetes
não fossem parte do estudo, o escore de cálcio mostrou-se
claramente superior a EMIC e ITB para prever o risco de
eventos coronários.
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No grupo que escreveu a diretriz, temos um autor com longo histórico de publicações em Escore de Cálcio.
Não consegui identificar alguém semelhante no conhecimento e publicação em Doppler de Carótidas.
É uma pena que um exame acessível e de baixo custo não seja utilizado no país, em seus milhões de diabéticos.
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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731717302158?via%3Dihub
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Transmural extent of scar in ischemic myocardial dysfunction is very important.
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Strain echocardiography distinguishes the presence of scar, not transmurality.
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In normal segments there are transmural and basoapical gradients of strain values.
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In scar segments, transmural but not basoapical gradient of strain is maintained.
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Reduction of strain values in the presence of scar is greater at apex than at base.
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Agora este aqui:

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109706021127
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The combined assessment of long-axis and short-axis function using 2D strain may be used to identify TME.
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E este:
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https://academic.oup.com/eurheartj/article/30/12/1467/549842
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Non-transmural infarction results in greater functional impairment of the endocardial than of the epicardial myocardial layer. In transmural infarction both layers are affected similarly compared with controls. A layer-specific analysis of myocardial deformation allows accurate discrimination between different transmurality categories of myocardial infarction.
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Os artigos acima não são concordantes em tudo mas revelam o nascimento e amadurecimento de uma tecnologia de consultório para respostas de tecido miocárdio.
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Com o ocaso das microbolhas, as avaliações finas teciduais ao ecocardiograma tinham desaparecido da possibilidade prática.
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O Strain de camadas prova a cada dia que a RM de consultório, a ecocardiografia avançada, está mais viva do que nunca!!!
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