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Sarcoidose discutida com classe, independente do método de imagem usado.
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Sarcoidose discutida com classe, independente do método de imagem usado.
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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13236/full
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Quantitative measures of aortic mechanics were lower for AS patients, suggesting a more significant derangement of aortic elastic properties. In the context of AVD, vascular mechanics assessment proved useful in gauging clinical prognosis.
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Estudo interessante mostra o efeito da insuficiência e da estenose na Aorta.
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A marcante redução da distensão da Aorta na estenose pode ser vista claramente com o Strain.
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Mais uma demonstração da utilidade do método.
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https://cardiovascularultrasound.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12947-017-0104-9
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In non-stenotic arteries, compound strain imaging is feasible, but does not seem to provide incremental discriminative power to traditional measures of vascular health for differentiation between individuals with and without a history of CVD.
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Estudo pequeno não viu utilidade no Strain de Carótidas.
O próprio autor explica as limitações do estudo e não é possível chegar a uma conclusão.
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A fisiopatologia é favorável ao Strain nas artérias.
Geralmente é só uma questão de tempo para a fisiopatologia se impor.
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http://circimaging.ahajournals.org/content/10/10/e006557
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Conclusions—In patients with asymptomatic AS, metoprolol increases systolic ejection time and reduces aortic valve gradients, global afterload, and myocardial oxygen requirements. Thus, metoprolol displays favorable hemodynamic and metabolic effects and could improve outcome in patients with asymptomatic AS.
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Achados de pequena monta em estudo pequeno.
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Não responde de forma definitiva : Devo usar betabloqueador na Estenose Aórtica?
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Especulando:
Como diminui o gradiente máximo, deve diminuir o pico sistólico no fluxo da carótida interna.
Restaria o aumento do fluxo na diástole, feito por elevação da pressão diastólica.
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As pressões sistólicas e diastólicas ficaram iguais entre os grupos, mesmo com 100 mg de Metropolol.
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Difícil definir o benefício clínico com os achados acima.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13770/full
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In stable patients with MS, NYHA functional class independently correlated with LAS and LASRr. Left atrial (LA) deformation correlated with heart failure symptoms in patients with MS.
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Vários estudos do Strain atrial mostram correlação com a classe funcional.
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Na figura vemos que a máxima distensão ocorre na onda T do ECG, na sístole ventriuclar.
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Qual é a função do AE na sístole?
Reservatório não comunicante com o VE
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Na diástole a comunicação se estabelece e dura 2/3 do ciclo cardíaco.
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A pesquisa revela que quanto menos distender o AE na sístole, pior a classe funcional.
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Mas esta deformação depende bastante do ventrículo direito.
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Estamos vendo o AE ou o VD nesta análise?
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Já a deformação negativa, vista sobre o QRS, implica na função contrátil atrial.
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Mas também depende da complacência do VE
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Resumindo :
O Strain é uma ferramente complexa e fantástica de análise.
Ainda estamos aprendendo.
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http://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(16)30676-9/abstract
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Dispersão mecânica, apesar do nome que remete à fisica, é bem simples de entender.
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Vejam na figura que é o tempo, a partir do inicio do QR no eletrocardiograma, até o pico do Strain.
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Com o disparo da despolarização, o processo de liberar Cálcio e ativar a interação actina-miosina leva um tempo.
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A contração das microfibrilas geram o encurtamento medido ao Strain, que têm um pico.
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A hipertrofia, mesmo fisiológica, pode prolongar tempo acima.
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Fibrose influencia marcadamente a dispersão mecânica, podendo ser comparada à RM em algumas indicações.
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https://echotalkblog.com/2016/02/26/thor-e-a-dispersao-mecanica-avancando-nos-territorios-da-rm/

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Artigo interessante.
A Figura 6 permite várias análises.
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Informação quente do EuroEcho 17:
O Strain já está pronto para uso
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https://www.educacaoge.com.br/Calendario/Inscricao/113
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Dois alunos da EchoTalk já fizeram o curso do Rodrigo e o recomendam.
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Ainda têm vaga para o próximo Sábado!!!
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http://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(17)30528-X/fulltext
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Comparing 3D LV tracings, the endocardial areas that are the most difficult to delineate were identified. The suggested protocol for LV tracing resulted in very good agreement among operators. The reference 3D meshes are available for online testing and ranking of LV tracing algorithms.