
Mês: novembro 2018
TEE demais não faz bem

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Impacto dos critérios de uso apropriados para o ecocardiograma transesofágico em cuidados clinicamente significativos
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De todos os TEEs, apenas 63% levaram a uma mudança ativa nos cuidados, incluindo mudanças nos medicamentos ou procedimentos, enquanto 37% não.
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Especialmente para AVC, o uso é ruim.
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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14189
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Com a evolução dos trandutores transtorácicos, o uso do TEE foi decaindo.
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Imagens boas ao transtorácico ficaram acessíveis em quase todos os laboratórios.
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Mas as diretrizes continuaram a indicar o transesofágico como se estivéssemos nos anos 90.
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Enquanto não publicarem um estudo robusto e atual, comparando a sensibilidade do transtorácico matricial com o transesofágico, não escaparemos do uso inadequado do exame.
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Gerbode pode ser adquirido

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https://doi.org/10.1016/j.case.2018.03.005
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Caso muito interessante de defeito de Gerbode formado após endocardite.
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Tivemos um caso semelhante no HC de Campinas.
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Exame de dentro para fora


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Sempre elogiamos o ECG em nossas aulas para a graduação.
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Pois o ECG não precisa atravessar o tórax com radiação, não precisa injetar radiação, não requer campos magnéticos com microondas ou mesmo atravessar o corpo com som de alta frequencia.
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O ECG apenas sente o corpo humano, um emissor de informações, naturalmente.
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Exames do futuro vão apenas sentir ou ouvir o coração.
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É mais uma questão de física quântica que preferência por métodos.
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Brasileiro contribui com pesquisa de diretriz

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The clinical use of stress echocardiography in nonischaemic
heart disease: recommendations from
the European Association of Cardiovascular
Imaging and the American Society of
Echocardiography
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Parabéns ao ecocardiografista Newton e sua equipe de pesquisa.
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Fechar CIA agora é padrão

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Demorou mas chegou.
O fechamento de CIA por próteses endovascular é muito superior à cirurgia aberta para o paciente.
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Não faz mais sentido uma cirurgia para a correção de uma das patologias congênitas mais frequentes.
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Em seis meses, o paciente poderá exigir o procedimento fechado.
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Ambulatório de cardiopatias estruturais

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Um clínico com mais de 20 anos de experiência.
Um ecocardiografista dedicado a patologias congênitas em adultos.
Um ecocardiografista dedicado a valvulopatias.
Um cardiologista como médico em treinamento em patologias estruturais.
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Está formado o ambulatório de patologias cardíacas estruturais, envolvendo valvulopatias, doenças congênitas em adultos e outras doenças estruturais.
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Seguindo a tendência mundial de time de especialistas na área de patologias estruturais, montamos nossa equipe.
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Que venham os casos!!!!
É a Geometria, Ecocardiografistas

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New classification of geometric patterns considering left ventricular volume in patients with chronic aortic valve regurgitation: Prevalence and association with adverse cardiovascular outcomes
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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14190
.Google Translate:
Conclusões
Em uma coorte contemporânea de pacientes com RA, aplicando o novo sistema de classificação de remodelação do VE, apenas uma minoria apresentou geometria normal. A HVE dilatada e a HVE excêntrica mostraram uma penalidade de resultado distinta após o ajuste para fatores de confusão.
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Os principais achados podem ser resumidos da seguinte forma: (a) a maioria dos pacientes apresenta algum tipo de remodelação do VE; (b) a resposta de remodelação do VE é heterogênea no momento do diagnóstico de AR; e (c) a HVE dilatada e a HVE excêntrica tiveram o pior prognóstico, enquanto a remodelação excêntrica teve menos eventos.
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A dilatação ventricular na insuficiência aórtica é praticamente obrigatória. Mas o caminho para a dilatação pode atravessar outros momentos e depende da gravidade do refluxo.
Artigo demonstra a importância de classificar o tipo de adaptação apresentada na valvulopatia para auxiliar na decisão do momento de intervenção.
Consideramos a hipertensão um fator decisivo na evolução, como demonstrado.
| Hypert | 14 (35,0%) | 7 (50,0%) | 26 (60,5%) | 22 (48,9%) | 26 (68,4%) | 53 (57,0%) | 16 (29,6%) | 14 (32,6%) | 178 (48,1%) | <0,001 |
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Pacientes com insuficiência aórtica significativa deveriam apresentar diastólica mais baixa, por fisiopatologia básica.
Quando são hipertensos, esta pressão diastólica elevada é comunicada diretamente ao VE na Diástole.
O que pode levar a dilatação, que é o definidor da taxa de eventos elevada.
Mais um destaque para a importância do tratamento intensivo da hipertensão nos pacientes com insuficiência aórtica
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Entendendo a Mitral com refluxo

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4281524/
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Google Translate
Qualquer comprometimento estrutural ou funcional do aparelho da válvula mitral (MV) que exaure a redundância do tecido de VM disponível para a coaptação do folheto resultará em regurgitação mitral (RM). O mecanismo responsável pela má captação de VM e RM pode ser disfunção ou alteração estrutural do ventrículo esquerdo, dos músculos papilares, das cordas tendíneas, do anel mitral e dos folhetos de VM. A justificativa para o tratamento da VM depende do mecanismo de RM e, portanto, é essencial identificar e compreender a função normal e anormal do aparelho de VM e VM.
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Os avanços da imagiologia cardiovascular na quantificação de RM e na avaliação da função e estrutura do VE serão críticos para refinar o momento ideal da intervenção terapêutica com VM, que sem dúvida se desenvolverá em direção a opções de reparo de VM menos invasivo e transcateter. Estudos genéticos em andamento levarão a uma melhor compreensão dos mecanismos subjacentes e promovendo a doença da VM primária. Tal conhecimento poderia permitir a identificação de pacientes de risco sem doença de VM ainda estabelecida e pode abrir uma janela de tempo terapêutico para prevenir ou limitar clinicamente a remodelação dos folhetos degenerativos / mixomatosos. Estudos mecanísticos em doença de VM secundária também explorarão alterações de folheto associadas em nível celular e tecidual para identificar terapias que mantenham e promovam a função dos folhetos e, assim, reduzam os resultados adversos. A RM significativa relacionada à disfunção do VE pode também ser possivelmente resgatada e seu desenvolvimento limitado por futuras terapias direcionadas de célula / gene visando o miocárdio.
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Tudo pronto para o MitraClip virar uma febre???
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3D por imersão: Não é invenção

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Resultados
A maioria dos participantes (57%) teve acesso, mas com pouco ou nenhum uso de um sistema 3DE. A ecocardiografia tridimensional não teve valor incremental antes do treinamento. Após o treinamento, as respostas gerais corretas melhoraram significativamente em comparação com a interpretação inicial, embora a melhora não tenha sido a mesma para todos os diagnósticos. Todos os grupos (cardiologistas versus ultrassonografistas, revisores inexperientes versus moderadamente experientes) melhoraram de forma semelhante.
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Conclusões
Incorporação de 3DE na prática padrão pode ser limitada pela inexperiência. Um curso de ensino interativo com ensaio e orientação direta parece superar essa limitação e pode melhorar a aceitação dessa técnica.