Estetoscópio eletrônico: Cardiopapers

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https://cardiopapers.com.br/estetoscopio-digital-vale-a-pena-comprar/

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Gostei muito da opinião do amigo Eduardo Lapa.

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Trabalhando no ambulatório de valvopatias, o uso do estetoscópio é fundamental.

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Parece que o ensino é a função ideal do aparelho.

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Já o som obtido não agrada.

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A diferença é parecida com a existente entre instrumentos acústicos e eletrônicos.

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Algo como o piano clássico e o teclado eletrônico.

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Emitem sons parecidos mas não são idênticos.

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Particularmente, os sons de baixa frequencia  incomodam, exemplos máximos na terceira bulha e na hiperfonese da segunda bulha.

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Como no ambulatório, a ausculta de segunda bulha é o achado mais importante da consulta, não somos favoráveis ao estetoscópio eletrônico.

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Relação com a inflamação nas Carótidas requer contraste.

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5995867/

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Conclusion

Contrast-enhanced ultrasound can assess the vulnerability of carotid plaque and its acoustic parameters are closely related to peripheral blood leukocyte. The contrast-enhanced ultrasound is valuable in reflecting the inflammatory activity in the plaques.

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Teria o contraste de microbolhas um papel relevante no estudo das Carótidas?

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Pensando em íntima-média não.

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Mas em vascularização e papel da adventícia sim.

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Os transdutores matriciais e a profundidade de 3 cm permitem frequencias acima de 12 MHz.

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Nós fomos em outra direção, separando a íntima da média

( https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915017301351?via%3Dihub)

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Mas o caminho do contraste na vascularização da Carótida parece bastante promissor.

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TEE demais não faz bem

 

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Impacto dos critérios de uso apropriados para o ecocardiograma transesofágico em cuidados clinicamente significativos

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De todos os TEEs, apenas 63% levaram a uma mudança ativa nos cuidados, incluindo mudanças nos medicamentos ou procedimentos, enquanto 37% não.

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Especialmente para AVC, o uso é ruim.

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14189

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Com a evolução dos trandutores transtorácicos, o uso do TEE foi decaindo.

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Imagens boas ao transtorácico ficaram acessíveis em quase todos os laboratórios.

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Mas as diretrizes continuaram a indicar o transesofágico como se estivéssemos  nos anos 90.

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Enquanto não publicarem um estudo robusto e atual, comparando a sensibilidade do transtorácico matricial com o transesofágico, não escaparemos do uso inadequado do exame.

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