Cálcio coronário é marcador de estabilidade?

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Vascular calcification is a hallmark of atherosclerosis. The location, density, and confluence of calcification may change portions of the arterial conduit to a noncompliant structure. Calcifications may also seed the cap of a thin cap fibroatheroma, altering tensile forces on the cap and rendering the lesion prone to rupture. Many local and systemic factors participate in this process, including hyperlipidemia, ongoing inflammation, large necrotic cores, and diabetes. Vascular cells can undergo chondrogenic or osteogenic differentiation, causing mineralization of membranous bone and formation of endochondral bone. Calcifying vascular cells are derived from local smooth muscle cells and circulating hematopoietic stem cells (especially in intimal calcification). Matrix vesicles in the extracellular space of the necrotic core serve as a nidus for calcification.

Although coronary calcification is a marker of coronary atheroma, dense calcification (>400 HU) is usually associated with stable plaques.

Conversely, microcalcification (often also referred to as spotty calcification) is more commonly an accompaniment of vulnerable plaques. Recent studies have suggested that microcalcification in the fibrous cap may increase local tissue stress (depending on the proximity of one microcalcific locus to another, and the orientation of the microcalcification in reference to blood flow), resulting in plaque instability. It has been proposed that positron emission tomography imaging with sodium fluoride may identify early calcific deposits and hence high-risk plaques.

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Nada como o tempo para esclarecer as diferenças entre os métodos.

O escore de cálcio sempre viu placas estáveis.

Porque a fisiopatologia ensinava que o cálcio deposita mais nas placas estáveis!!!

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O exame das carótidas continua sendo a análise da anatomia vascular, com ou sem estabilidade.

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Vejam que estamos agora na fase de dividir a íntima da média.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915017301351

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ECG ligado. É tão difícil assim?


Vejo fotos de exames sem ECG.

Já é estranho 

Mas fotos de medidas no modo B sem ECG?

Onde fica o pico da onda R? E o final da onda T?

Com 30 quadros por segundo, ficar difícil adivinhar o ECG.

Não precisa gastar eletrodo. Coloque as pulseiras .

Duas no punho direito e uma no punho esquerdo e a derivação já aparece na tela.

São 5 segundos a mais por exame que você desconta realizando medidas precisas e rápidas .

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3D: O alto custo da concorrência

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Quanto custa para o estado um diagnóstico sofisticado em cardiologia?

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Um aparelho de tomo ou RM apto para cardiologia custa pelo menos 2 milhões. Por ano de funcionamento, podemos estimar em 150 mil.

O preparo da área para receber uma máquina dessas fica no mínimo em 300 mil.

A manutenção anual completa custará outros 300 mil.

A equipe de enfermagem e apoiadores ficaria por mais 200 mil anuais.

A equipe médica passaria facilmente de 300 mil

Consumo de seringas, equipos e contraste, baseado no HC, podemos colocar como acima de 500 mil.

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Total aproximado de 1 milhão 750 mil.

 

145 mil por mês

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O custo de 500 reais por hora de uma máquina assim é plenamente justificado para neurologia e outras áreas mas não vale a pena ocupar uma máquina com este custo para exames cardiológicos no SUS.

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Uma demanda de 10 casos cardiológicos por semana implicaria em 40 horas da máquina para a cardiologia, ou seja, 240 mil por ano.

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Um eco 3D custaria 300 mil, ficaria a disposição sempre e ainda faria a rotina!

Sem contrato de manutenção.

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Então não entendemos quando dizem que o aparelho 3D é caro, para o SUS.

 

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ECO 3D : A viabilidade

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O HC da UNICAMP está tentando montar um projeto inovador de treinamento dos médicos do SUS em ecocardiografia 3D.

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A meta é ensinar o método como fase conclusiva da avaliação dinâmica cardíaca.

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Na literatura médica, praticamente TODOS os diagnósticos morfológicos e funcionais têm no 3D o método ouro.

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Então, caso os médicos do SUS dominassem a metodologia e o aparelho estivesse acessível, o diagnóstico sairia com custo baixo e rapidez.

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Custo baixo?

Sim, comparado aos métodos atuais como tomografia, RM e Cateterismo.

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Uma prefeitura que gastasse 300 mil reais, sem contratos de manutenção caríssimos, sem seringas, contrastes e bombas de injeção aviltantes, teria um método diagnóstico definitivo em cardiologia.

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As maiores dificuldades são:

As empresas que vendem o 3D também vendem as máquinas de tomo e RM. Ganham nas vendas e ganham nos financiamentos.

Os ecocardiografistas não têm onde aprender 3D como método principal.

Os prefeitos e secretários não sabem ou não se interessam.

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Exemplo de Ecoestresse com deformação assimétrica que ninguém cita.

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Incrível como no filme , após 1:21, existe uma clara deformação assimétrica. Mesmo assim, o locutor usa uma linha para mostrar movimento da parede!!!

Espessamento e movimentação das paredes são armadilhas na interpretação do ecoestresse.