Prolapso Mitral: De volta ao cenário de doença.

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Em 2008, https://www.researchgate.net/publication/40730371_Isolated_mitral_valve_prolapse_is_an_independent_predictor_of_aortic_root_size_in_a_general_population ,

alertamos sobre outros achados do Prolapso que não eram abordados.

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Nossa pesquisa colocava o Prolapso como uma alteração mais ampla do anel e do trígono fibroso.

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Os chamados Pickelhaube,

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São de achados clássicos de PVM.

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Mas existe uma variação do fenótipo que pode ser vista em caso não clássicos.

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Os achados de Doppler Tissular e de Strain são consequências destas apresentações variadas.

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Prolapso é mais.Desde de 2008 no EchoTalk

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http://imaging.onlinejacc.org/content/early/2016/12/08/j.jcmg.2016.09.016

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Aqui com Strain:

https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/18/3/323/3039298

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Conclusion

This study supports the hypothesis that pathological early-systolic shortening and late systolic, post-systolic deformation are attributed to an increased interaction between wall deformation and mitral valve events in patients with MVP. STE is a useful tool in the assessment of interplays between MV leaflets and myocardium and helps to demonstrate changes in temporal pattern of myocardial deformation.

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O leitor do blog já cansou de ver o assunto aqui:

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https://echotalkblog.com/2008/08/18/prolapso-ainda-que-tardio/

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https://echotalkblog.com/2012/10/25/coisas-que-so-o-3d-mostra-para-voce-prolapso/

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https://echotalkblog.com/2009/07/31/eu-acredito-em-prolapso/

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https://echotalkblog.com/2008/11/19/prolapso-deformacao-do-anel/

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https://echotalkblog.com/2018/11/28/tomtec-em-acao/

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https://echotalkblog.com/2011/06/11/sina-de-m-esmeraldo-no-prolapso-da-valva-mitral/

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https://echotalkblog.com/2014/05/13/o-que-voce-nao-sabia-sobre-prolapso-da-valva-mitral/

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O Prolapso mora no posterior.

Idosos não aceitam Bernoulli Simplificada

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http://imaging.onlinejacc.org/content/12/1/38

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Relationship Between Left Ventricular Ejection Fraction and Mortality in Asymptomatic and Minimally Symptomatic Patients With Severe Aortic Stenosis

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Pressure gradients were calculated using the simplified Bernoulli equation 

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Têm que pesquisar o gradiente máximo na via de sáida e usar a equação original de Bernoulli.

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Apesar de citarem a exclusão (supravalvular or subvalvular AS, or dynamic left ventricular outflow tract obstruction), não parece claro que excluíram o achado mais comum que é septo sigmóide e aceleração pré valvar.

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Vajam como um VTI mal avaliado pode mudar a área valvar.

Abaixo sem descontar o subvalvar:

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Abaixo, descontando o subvalvar:

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Assim , fica claro que em um grupo de pacientes com probabilidade alta de septo sigmóide, os idosos, a equação de Bernoulli Simplificada não deveria ser aceita.

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Os pacientes do estudo tinham, em média, 75 anos.

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Também não revelam o tamanho da aorta ascendente, essencial na avaliação da estenose grave pois tem que dilatar.

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Nem mesmo o AE é revelado, descartando o maior marcador de sofrimento ventricular esquerdo.

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Chama a atenção que 70% dos pacientes são hipertensos, achado incomum na estenose aórtica grave…

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Strain para tudo, de novo.

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http://imaging.onlinejacc.org/content/12/1/163

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This review seeks to define whether the existing EF cutoff in AS should be modified or whether GLS should replace it as the marker of subclinical LV dysfunction.

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É preciso muita estatística para definir um corte de -16,7% mas parece que eles estão convencidos

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Mais importante é ver parâmetros de Strain entrarem em recomendações cínicas!!!

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Endocardite 4D

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http://article.scholarena.co/Advantages-of-3D-Echocardiography-in-the-Diagnosis-of-Mitral-Valve-Endocarditis-and-its-Cardiac-Complications.pdf

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Apesar da empolgação com o 4D, não acreditamos em superioridade no momento, para o mais importante que é a detecção da vegetação ou abcesso.

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Um transtorácico que possa detectar vegetações pequenas ainda é o ouro no diagnóstico precoce..

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Particularmente os novos transdutores com banda larga que chegam até 8 MHz.

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O momento do diagnóstico requer alta frequência e alta taxa de quadros.

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Repetimos aqui um mantra:

Desconhecemos a sensibilidade para endocardite dos novos transdutores transtorácicos.

Deve ser bem maior que os 60% de estudos antigos.

Faça o exame transtorácico procurando o detalhe com a maior qualidade de imagem possível.

Evite um falso negativo transtorácico a qualquer custo de tempo e atenção.

Estenose Mitral Brasileira

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Ecocardiograma
• Área valvar mitral < 1,5 cm2
• Gradiente diastólico médio átrio esquerdo/ventrículo esquerdo ≥ 10 mmHg
• Pressão sistólica da artéria pulmonar ≥ 50 mmHg em repouso
• Pressão sistólica da artéria pulmonar ≥ 60 mmHg com esforço

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Parece fácil lidar com a Estenose Mitral  ao ecocardiograma, mas não é.

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A Fibrilação atrial, por exemplo, bagunça toda a analise.

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Já o componente subvalvar da estenose é missão para poucos ecocardiografistas no Brasil.

A maioria subestima a gravidade quando o achado é subvalvar.

É uma das poucas indicações do uso do M Color em que ele pode resolver o caso.

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Idosos então, são um teste de formação em cardiologia e ecocardiografia.

Pois a estenose é rara em idosos mas o PHT, dá estenose em idosos devido ao relaxamento ruim.

Tipicamente uma área pequena pelo PHT mas com gradientes baixos, não concordantes com  o grau de Estenose superdimensionado do PHT.

Para complicar, idosos tem naturalmente hipertensão pulmonar e levam o ecocardiografista ao erro!

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