Insuficiência Mitral e o volume ejetado

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Pathophysiology – Mitral Regurgitation

When blood abnormally flows backward from the left ventricle to the left atrium, the volume of both chambers increases. Because a significant volume of blood is flowing retrograde, forward cardiac output decreases despite the left ventricular ejection fraction appearing normal. Thus, the ejection fraction, which is usually assumed to represent forward ejection of blood, may be normal even in the presence of forward cardiac failure.

(Quando o sangue flui anormalmente do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo, o volume de ambas as câmaras aumenta. Como um volume significativo de sangue está fluindo retrógrado, o débito cardíaco direto diminui apesar de a fração de ejeção do ventrículo esquerdo parecer normal. Dessa forma, a fração de ejeção, que geralmente é considerada como representando a ejeção direta de sangue, pode ser normal mesmo na presença de insuficiência cardíaca direta.)

Due to the increased volume, left atrial pressure also increases, which leads to compensatory left atrial enlargement and can influence atrial arrhythmias. The left ventricular volume also increases, and stroke volume is initially maintained by the Frank-Starling principle. However, as mitral regurgitation worsens and the stress on the left ventricle increases, left ventricular hypertrophy develops in order to maintain normal left ventricular pressures. Eventually the left ventricle reaches maximum hypertrophy, left ventricular pressures increase, and systolic heart failure ensues.

(Devido ao aumento do volume, a pressão atrial esquerda também aumenta, o que leva ao aumento atrial esquerdo atrial e pode influenciar as arritmias atriais. O volume do ventrículo esquerdo também aumenta e o volume sistólico é inicialmente mantido pelo princípio de Frank-Starling. No entanto, como a regurgitação mitral piora e o estresse no ventrículo esquerdo aumenta, a hipertrofia ventricular esquerda se desenvolve a fim de manter as pressões ventriculares esquerdas normais. Eventualmente, o ventrículo esquerdo atinge o máximo de hipertrofia, as pressões ventriculares esquerdas aumentam e ocorre insuficiência cardíaca sistólica.)

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It is important to note that a number of hemodynamic and anatomical factors contribute to the severity of mitral regurgitation, and altering these factors is often the goal of therapy. These factors include the afterload, the left ventricular to left atrial pressure gradient and compliance of the left atrium, and the size of the mitral valve orifice during regurgitation.

(É importante notar que vários fatores hemodinâmicos e anatômicos contribuem para a gravidade da regurgitação mitral, e a alteração desses fatores geralmente é o objetivo da terapia. Esses fatores incluem a pós-carga, o gradiente de pressão do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo e a complacência do átrio esquerdo, e o tamanho do orifício da válvula mitral durante a regurgitação.)

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https://www.healio.com/cardiology/learn-the-heart/cardiology-review/topic-reviews/mitral-regurgitation

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Insuficiência Mitral Brasileira

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http://www.scielo.br/pdf/abc/v109n6s2/0066-782X-abc-109-06-s2-0001.pdf

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1a

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Quadro 10 – Passo 4: avaliação de complicadores – insuficiência mitral primária importante
Complicadores
Ecocardiograma
• Fração de ejeção ≤ 60%
• Remodelamento progressivo (diâmetro sistólico de ventrículo esquerdo [DSVE] ≥ 40 mm)
• Pressão sistólica da artéria pulmonar ≥ 50 mmHg ou ≥ 60 mmHg ao exercício
• Volume do átrio esquerdo ≥ 60 mL/m2
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Secundária:

Ecocardiograma
• Quantificação da regurgitação:
Fração regurgitante ≥ 50%
Volume regurgitante ≥ 60 mL/batimento
ERO ≥ 0,40 cm2

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Nossa diretriz está assim.

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Vai ser um ano de intervenções?

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https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806640

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Translator:

CONCLUSÕES
Entre os pacientes com insuficiência cardíaca e regurgitação mitral secundária moderada a grave ou grave, que permaneceram sintomáticos apesar do uso de doses máximas de terapia medicamentosa dirigida por diretrizes, o reparo transcateter de válvula mitral resultou em menor taxa de hospitalização por insuficiência cardíaca e menor causa de mortalidade em 24 meses de acompanhamento do que a terapia médica sozinha. A taxa de liberdade das complicações relacionadas ao dispositivo excedeu um limite de segurança pré-especificado.

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O estudo COAPT colocou o ecocardiografista na portaria das intervenções endovasculares.

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Os pacientes elegíveis apresentavam cardiomiopatia isquêmica ou não-isquêmica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 20 a 50%, insuficiência mitral secundária de grau moderado a grave (grau 3+) ou grave (grau 4+) confirmada em centro laboratorial ecocardiográfico

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Usando a horrível graduação de moderado para grave, o estudo usou o ecocardiograma para parear e indicar o procedimento.

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Moderado a grave é coisa de quem não tem certeza do que encontrou.

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Mas o assunto não é esse.

O importante é entender o papel do ecocardiografista no momento.

Quando só havia tratamento clínico, o ecocardiograma não mudava a conduta.

Agora ele muda.

Grandes poderes trazem grandes responsabilidades!

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Veja a discussão no cardiopapers

PISA tem jeito?

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Nosso colega Leandro Becker nos enviou o estudo com o PISA bem feito acima, lembrando da necessidade de mudar a linha de base durante a medida.

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Dica realmente muito boa para usar sem receio.

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2019 será o ano da Tricúspide

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https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/CIRCIMAGING.116.005332

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Echocardiographic Imaging in the Evaluation and Treatment of Functional Tricuspid Regurgitation

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Completamente esquecida na ecocardiografia, servindo apenas para captar o refluxo e estimar a pressão pulmonar, a Tricúspide vira uma estrela.

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Nos congressos e artigos, agora é comum a avaliação completa da Tricúspide.

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Os cirurgiões iniciaram as plásticas e agora os intervencionistas endovasculares fazem tudo sem corte.

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A estrela Rebecca de NY é a autora mais procurada.

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Os artigos do impacto do refluxo tricúspide  são taxativos.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109703014852?via%3Dihub

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1-s2.0-S0735109703014852-gr1

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Mesmo sem hipertensão pulmonar, a disfunção valvar significativa é muito importante.

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Mas a variação inter observador sempre foi grande na prática e não foi avaliada no estudo.

In addition, interobserver variability is unknown and, if substantial, would make it difficult to detect differences in outcome between patients groups

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Sendo assim, melhor aguardar estudos de mortalidade complementares antes de intervir.

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TomTec concorda com EchoTalk

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https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/19/2/176/2972856

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Conclusion

The mitral annulus is enlarged and stiff in FMR patients, whereas in FED and BD it is characterized by excessive dynamicity during systole. Enhanced annular dynamics leads to significant changes in grade of MR measured by 3D TEE particularly in those with late onset MR.

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Ao longo da sístole, os controles mostraram uma expansão gradual do diâmetro do PA, da circunferência do anel e da área (No entanto, não houve alterações na largura) No entanto, a dinâmica do anel mitral foi menos pronunciada do que nos controles, sugerindo redução da motilidade do anel mitral.  Alterações na configuração em forma de sela do anel mitral foram mais pronunciadas  em comparação com controles, particularmente no final da sístole sugerindo um anel mitral mais dinâmico.

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A deformação do anel é o mais importante no Prolapso.

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Defendemos este mecanismo aqui no blog, mesmo sem o 3D :

https://echotalkblog.com/2015/11/12/o-prolapso-mora-no-posterior/

https://echotalkblog.com/2008/11/19/prolapso-deformacao-do-anel/

https://echotalkblog.com/2009/07/31/eu-acredito-em-prolapso/

É a Geometria, Ecocardiografistas

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New classification of geometric patterns considering left ventricular volume in patients with chronic aortic valve regurgitation: Prevalence and association with adverse cardiovascular outcomes

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14190

.Google Translate:

Conclusões

Em uma coorte contemporânea de pacientes com RA, aplicando o novo sistema de classificação de remodelação do VE, apenas uma minoria apresentou geometria normal. A HVE dilatada e a HVE excêntrica mostraram uma penalidade de resultado distinta após o ajuste para fatores de confusão.

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Os principais achados podem ser resumidos da seguinte forma: (a) a maioria dos pacientes apresenta algum tipo de remodelação do VE; (b) a resposta de remodelação do VE é heterogênea no momento do diagnóstico de AR; e (c) a HVE dilatada e a HVE excêntrica tiveram o pior prognóstico, enquanto a remodelação excêntrica teve menos eventos.

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A dilatação ventricular na insuficiência aórtica é praticamente obrigatória. Mas o caminho para a dilatação pode atravessar outros momentos e depende da gravidade do refluxo.

Artigo demonstra a importância de classificar o tipo de adaptação apresentada na valvulopatia para auxiliar na decisão do momento de intervenção.


Consideramos a hipertensão um fator decisivo na evolução, como demonstrado.

Hypert 14 (35,0%) 7 (50,0%) 26 (60,5%) 22 (48,9%) 26 (68,4%) 53 (57,0%) 16 (29,6%) 14 (32,6%) 178 (48,1%) <0,001

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Pacientes com insuficiência aórtica significativa deveriam apresentar diastólica mais baixa, por fisiopatologia básica.

Quando são hipertensos, esta pressão diastólica elevada é comunicada diretamente ao VE na Diástole.

O que pode levar a dilatação, que é o definidor da taxa de eventos elevada.

Mais um destaque para a importância do tratamento intensivo da hipertensão nos pacientes com insuficiência aórtica

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