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Inicialmente analisado como normal, sem fazer a análise de 3 metros que sempre fazemos.
O Strain chamou a atenção para a isquemia ao esforço
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Inicialmente analisado como normal, sem fazer a análise de 3 metros que sempre fazemos.
O Strain chamou a atenção para a isquemia ao esforço
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A grande disputa por diagnósticos entre métodos de imagem na cardiologia perdeu o sentido.
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Com a evolução de todas as metodologias, acertar ficou mais fácil em quase todas as apresentações.
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Milhares de artigos são publicados hoje para provar que o método A acerta 5% mais que o método B.
O que o paciente ganha com essa diferença? Nada.
Publicações com 30 indivíduos escolhidos a dedo para provar que um método é ligeiramente superior povoam as revistas e pesam nos currículos, sem acrescentar vantagem na grande maioria dos casos.
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O diagnóstico feito ao Eco, Tomo ou RM acaba sendo certo, na população geral.
Quando a doença não é fatal, o que importa é o acompanhamento.
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Vivemos agora a época do seguimento por longo tempo de pacientes cardiopatas ou candidatos à cardiopatia.
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A era do seguimento exige exames repetidos e comparáveis.
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Exames repetidos devem ser indolores, sem radiação ou contrastes com prejuízo renal.
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A Ecocardiografia 3D com o Strain está pronta para ajudar sem prejudicar.
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Aula muito boa que interroga a plastia do anel em favorecimento ao papel das cordoalhas.
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Hoje entendemos porque cortar as cordoalhas é ruim.
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Os estudos de Strain com as rotações ventriculares apontam uma relação produtiva com as cordoalhas e anel mitral.
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Veja na figura abaixo como a tensão muscular nos braços revela a intensa força aplicada também nos membros superiores , similar à aplicada aos membros inferiores.
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Parece que o músculo cardíaco “agarra” o anel mitral e o traciona em direção ao ápice, enquanto gera o movimento do sangue em direção a aorta.
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Assim, as cordoalhas têm importante papel na dinâmica das cúspides mas também na dinâmica ventricular.
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Não iremos este ano.
O curso é bom, mas a cada dois ou três anos.
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Em 2017, o EUROECHO será em Lisboa
Apesar da ecocardiografia não ser mais a estrela da festa, ainda vale a pena, devido aos custos baixos de Portugal em relação a Europa e a ausência de frio congelante!!!
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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X16301474?via%3Dihub
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Ahead of future consensus statements on echocardiography education/training and guidelines we propose the following:
3D echocardiography should be included as an integral part of future advanced training statements in level III echocardiography.
Só no nível III? Então vai aprender 2D completamente antes de iniciar o 3D?
Competency in 3D echocardiography should be specifically detailed in training statements.
A separação entre as habilidades 2D e 3D ainda serão estimuladas?
Future generations of echocardiography laboratory directors should be proficient in all aspects of 3D transthoracic and transesophageal echocardiography, including acquisition, manipulation, interpretation, and analysis of datasets.
Aí sim, todos devem dominar o 3D. E o futuro deve ser 2018.
Current laboratory directors without competency in 3D imaging should strongly consider gaining experience through continuing medical education initiatives.
Esta sugestão eu quero ver acontecer. O maior obstáculo ao 3D é o ecocardiografista que domina há anos o 2D!!!
Level III echocardiographers and laboratory directors should actively work to ensure 3D echocardiography is incorporated across the country.
A divisão de níveis não favorece o 3D. Vai funcionar como um limitante aos grandes centros, como acontece com as microbolhas.
O 3D precisa ir pelo mesmo caminho do Speckle Tracking , qualquer um pode usar .

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https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11886-015-0568-x
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O que fazer com o conhecimento da torção ventricular?
Sabendo que a principal é a torção, sendo o encurtamento e espessamentos secundários, como acreditar no Strain Longitudinal?
Os conceitos estão mudando tão rapidamente que percebemos que o filme de um ciclo cardíaco em 4C não está analisando o mesmo segmento miocárdio do repouso, pois a rotação vai de 5 a 20 Graus.
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O que vemos como base lateral veio da basal anterior e apical lateral deve ser completamente apical inferior?
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Basal Septal pode ser a basal inferior, em parte?
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https://link.springer.com/article/10.1007/s10554-016-1022-x
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The accuracies were acceptable (71–80%) with modest sensitivities (54–65%) and high specificities (80–91%). The deformation response to vasodilator infusion was associated with the presence of CAD. Endocardial, midventricular and epicardial GLS and AFI from adenosine SE had similar diagnostic values. The specificities were high, but the modest sensitivities are a limitation to the clinical application.
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Vejam como a deformação longitudinal não responde adequadamente em isquêmicos.
O curioso é que sempre apontamos a região subendocárdica como a mais afetada por isquemia coronária.
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Sendo assim, deveria afetar a deformação da região subendocárdica e nem sempre afetar a subepicárdica.
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Pode ser a falta de acuidade do método, que não é microscópico.
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Esta abordagem em laminas foi explorada por Thor mas sem continuidade. Não captamos o motivo da desistência dele.
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O que sabemos é que o miocárdio torce e o espessamento ou encurtamento é secundário.
E em se tratando de contração, são vários vetores de deslocamento que não cabem na análise longitudinal.
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Mas a linha de pesquisa é fascinante.
Deveriam optar por esforço ou no mínimo, dobutamina, para uma avaliação mais sensível da deformação.
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Em breve, faremos nosso teste para comparação.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13236/full
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Quantitative measures of aortic mechanics were lower for AS patients, suggesting a more significant derangement of aortic elastic properties. In the context of AVD, vascular mechanics assessment proved useful in gauging clinical prognosis.
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A doença valvar é uma doença do coração. De todos os componentes.
Analisar a Válvula em separado, sempre foi e sempre será um erro.
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