Idosos não aceitam Bernoulli Simplificada

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http://imaging.onlinejacc.org/content/12/1/38

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Relationship Between Left Ventricular Ejection Fraction and Mortality in Asymptomatic and Minimally Symptomatic Patients With Severe Aortic Stenosis

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Pressure gradients were calculated using the simplified Bernoulli equation 

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Têm que pesquisar o gradiente máximo na via de sáida e usar a equação original de Bernoulli.

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Apesar de citarem a exclusão (supravalvular or subvalvular AS, or dynamic left ventricular outflow tract obstruction), não parece claro que excluíram o achado mais comum que é septo sigmóide e aceleração pré valvar.

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Vajam como um VTI mal avaliado pode mudar a área valvar.

Abaixo sem descontar o subvalvar:

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Abaixo, descontando o subvalvar:

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Assim , fica claro que em um grupo de pacientes com probabilidade alta de septo sigmóide, os idosos, a equação de Bernoulli Simplificada não deveria ser aceita.

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Os pacientes do estudo tinham, em média, 75 anos.

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Também não revelam o tamanho da aorta ascendente, essencial na avaliação da estenose grave pois tem que dilatar.

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Nem mesmo o AE é revelado, descartando o maior marcador de sofrimento ventricular esquerdo.

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Chama a atenção que 70% dos pacientes são hipertensos, achado incomum na estenose aórtica grave…

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Strain para tudo, de novo.

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http://imaging.onlinejacc.org/content/12/1/163

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This review seeks to define whether the existing EF cutoff in AS should be modified or whether GLS should replace it as the marker of subclinical LV dysfunction.

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É preciso muita estatística para definir um corte de -16,7% mas parece que eles estão convencidos

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Mais importante é ver parâmetros de Strain entrarem em recomendações cínicas!!!

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Estetoscópio eletrônico: Cardiopapers

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https://cardiopapers.com.br/estetoscopio-digital-vale-a-pena-comprar/

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Gostei muito da opinião do amigo Eduardo Lapa.

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Trabalhando no ambulatório de valvopatias, o uso do estetoscópio é fundamental.

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Parece que o ensino é a função ideal do aparelho.

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Já o som obtido não agrada.

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A diferença é parecida com a existente entre instrumentos acústicos e eletrônicos.

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Algo como o piano clássico e o teclado eletrônico.

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Emitem sons parecidos mas não são idênticos.

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Particularmente, os sons de baixa frequencia  incomodam, exemplos máximos na terceira bulha e na hiperfonese da segunda bulha.

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Como no ambulatório, a ausculta de segunda bulha é o achado mais importante da consulta, não somos favoráveis ao estetoscópio eletrônico.

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Relação com a inflamação nas Carótidas requer contraste.

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5995867/

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Conclusion

Contrast-enhanced ultrasound can assess the vulnerability of carotid plaque and its acoustic parameters are closely related to peripheral blood leukocyte. The contrast-enhanced ultrasound is valuable in reflecting the inflammatory activity in the plaques.

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Teria o contraste de microbolhas um papel relevante no estudo das Carótidas?

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Pensando em íntima-média não.

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Mas em vascularização e papel da adventícia sim.

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Os transdutores matriciais e a profundidade de 3 cm permitem frequencias acima de 12 MHz.

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Nós fomos em outra direção, separando a íntima da média

( https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021915017301351?via%3Dihub)

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Mas o caminho do contraste na vascularização da Carótida parece bastante promissor.

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Endocardite 4D

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http://article.scholarena.co/Advantages-of-3D-Echocardiography-in-the-Diagnosis-of-Mitral-Valve-Endocarditis-and-its-Cardiac-Complications.pdf

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Apesar da empolgação com o 4D, não acreditamos em superioridade no momento, para o mais importante que é a detecção da vegetação ou abcesso.

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Um transtorácico que possa detectar vegetações pequenas ainda é o ouro no diagnóstico precoce..

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Particularmente os novos transdutores com banda larga que chegam até 8 MHz.

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O momento do diagnóstico requer alta frequência e alta taxa de quadros.

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Repetimos aqui um mantra:

Desconhecemos a sensibilidade para endocardite dos novos transdutores transtorácicos.

Deve ser bem maior que os 60% de estudos antigos.

Faça o exame transtorácico procurando o detalhe com a maior qualidade de imagem possível.

Evite um falso negativo transtorácico a qualquer custo de tempo e atenção.

ECO 4D em 3-5 minutos

3 MINUTOS

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Funcionaremos assim no período de testes do 4D para todos.

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O salão será ocupado apenas para a máquina E95

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Os pacientes preparados aguardarão nas macas e cobertos

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Faremos a captura em 4G mais coleta do Doppler necessário

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Nenhum cálculo ou medida será realizado durante o tempo pele-transdutor.

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A maca sairá logo após o tempo pele-transdutor

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Outra maca entrará com um novo paciente

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As avaliações serão feitas ao final do período.

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Estenose Mitral Brasileira

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Ecocardiograma
• Área valvar mitral < 1,5 cm2
• Gradiente diastólico médio átrio esquerdo/ventrículo esquerdo ≥ 10 mmHg
• Pressão sistólica da artéria pulmonar ≥ 50 mmHg em repouso
• Pressão sistólica da artéria pulmonar ≥ 60 mmHg com esforço

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Parece fácil lidar com a Estenose Mitral  ao ecocardiograma, mas não é.

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A Fibrilação atrial, por exemplo, bagunça toda a analise.

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Já o componente subvalvar da estenose é missão para poucos ecocardiografistas no Brasil.

A maioria subestima a gravidade quando o achado é subvalvar.

É uma das poucas indicações do uso do M Color em que ele pode resolver o caso.

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Idosos então, são um teste de formação em cardiologia e ecocardiografia.

Pois a estenose é rara em idosos mas o PHT, dá estenose em idosos devido ao relaxamento ruim.

Tipicamente uma área pequena pelo PHT mas com gradientes baixos, não concordantes com  o grau de Estenose superdimensionado do PHT.

Para complicar, idosos tem naturalmente hipertensão pulmonar e levam o ecocardiografista ao erro!

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